value1

CRIANDO UM ACESSO NÃO SUPERVISIONADO COM O TEAMVIEWER

Primeiro passo: baixe o instalador no endereço abaixo:

http://www.teamviewer.com/download/TeamViewer_Setup_pt.exe

Execute o instalador e na tela inicial, selecione a opção INSTALAR e clique em SEGUINTE.

TV001


Na tela seguinte, selecione a opção PARTICULAR / NÃO COMERCIAL e clique em SEGUINTE.

TV002



ACEITE o contrato de licença e CONFIRME o uso particular e clique em SEGUINTE.

TV003



Agora selecione a opção SIM para criar um acesso não supervisionado e clique em SEGUINTE.

TV004



Em alguns segundos, o software será instalado.

TV005



Agora voce irá definir o NOME e a SENHA da máquina que será controlada. Digite as informações e clique em AVANÇAR.

TV007



Agora selecione a opção JÁ TENHO UMA CONTA TEAMVIEWER e insira as suas informações. Após clique em AVANÇAR. Caso não tenha uma conta, selecione a opção PRETENDO CRIAR UMA CONTA TEAMVIEWER e siga os passos. 

TV008



Clique em CONCLUIR e PRONTO!!! Você agora terá controle total e não supervisionado da máquina onde instalou o programa.

TV009



Agora ela aparece ONLINE na sua lista de contatos toda vez que for ligada. Basta CLICAR sobre o ícone e será conectado ao computador remoto!!!

 

 

TV010



OBS: ESSA INSTALAÇÃO DEVE SER EFETUADA NA MÁQUINA QUE SE DESEJA CONTROLAR!!!

5 dicas de estratégia de conquista de clientes

Atendimento com excelência e personalizado. Essa é uma regra que todos, simplesmente todos os lojistas sabem que “devem” aplicar com seus clientes, mas não o fazem, em grande maioria.

 

As lojas virtuais mais experientes e que levam essa premissa como lei dentro de suas operações, descobriram que um item que pode conquistar ainda mais os clientes, quando bem feito, é a logística reversa.

Mas o que é essa tal de logística reversa para e-commerce? Basicamente, é o processo de troca ou devolução do produto por parte do cliente para a loja virtual, tendo como retorno, outro produto ou mesmo o valor pago estornado.

A logística reversa é uma operação que gera custos para a empresa e dessa forma geralmente é encarada com maus olhos por aqueles que devem fazê-la. O que as empresas esquecem, é que o cliente tem o código de defesa do consumidor a favor com um artigo, no caso o 49, que dá o direito de devolução da mercadoria, dentro de um prazo de 7 dias, a contar a data de entrega, caso haja algum arrependimento, seja lá qual for o motivo.

Isso é direito do consumidor, então a melhor coisa a fazer é manter um relacionamento sincero e muito eficaz para não perdê-lo. Ele pode desistir de uma compra, mas não da loja.

Abaixo seguem 5 dicas para aplicar a logística reversa de forma eficaz para o seu comércio eletrônico.

1) Deixe muito claro como serão as regras em uma área de fácil acesso na sua loja virtual. É preciso definir as regras para os vários casos: Coleta; Devolução do dinheiro; Troca; Defeito; garantia. Nesse local, disponibilize o número de telefone e e-mail que poderá ser utilizado para contato. Certifique-se que o atendimento será feito por um colaborador com habilidade de bom relacionamento, esse contato pode ser uma reconquista do cliente.

A maioria dos compradores online americanos, lêem a política de devolução de produtos antes de comprar, isso provavelmente será uma tendência para o e-commerce nacional.

2) Estudar qual é o tipo de coleta mais rentável para o seu negócio. Os tipos mais comuns são: Coleta no local; Coleta no local com hora marcada; Pontos de entrega; Logística reversa simultânea.

Para caso de trocas, muitos lojistas tem optado pela Logística reversa simultânea, onde no ato da entrega do novo produto, já é retirado o produto a ser trocado. Dessa forma o consumidor fica feliz pela agilidade e o lojista garante a troca com sucesso.

Outra sugestão é o serviço disponibilizado pelos Correios, onde o lojista envia ao cliente um e-ticket com o código de autorização de postagem para enviar o produto que deseja devolver. Quando os correios recebe o produto, a empresa é avisada e dessa forma já pode agilizar a devolução do dinheiro ou separar o novo produto que será enviado, sem perder tempo, logo assim que tiver recebido o produto enviado pelo cliente, dentro das normas comunicadas.

3) É preciso definir o que será feito com os produtos devolvidos. Produtos com defeitos não podem ser revendidos, então o que fazer? Descartar, devolver ao fornecedor, reciclar, doar? É preciso saber o que fazer com todos eles.

4) Crie indicadores específicos para essa área. A regra é clara, tudo que é medido pode ser melhorado e como o objetivo é gerar o menor custo possível com logística reversa, é preciso entender o porquê ela está acontecendo. Indicadores como: Produtos mais devolvidos; Motivos comuns; Períodos com maior índice de política reversa, entre outros que você considere importante.

Através do indicador de motivos é possível descobrir, por exemplo, que o cliente quer devolver porque o produto entregue não era exatamente o que ele viu na loja, ou seja, as dicas de sempre incluir fotos com qualidade, com vários ângulos e com as cores exatas do produto, podem te ajudar a não ter uma dor de cabeça futura e muito menos gerar insatisfação do seu cliente.

5) Trabalhe com empatia. Trate o cliente como você gostaria de ser tratado. Parece piegas falar tanto de satisfação, mas esse é o fator chave e importante para ótimos resultados.

A Zappos, maior loja virtual online de calçados, deixou de investir em publicidade e destinou a verba para suprir gastos que fossem do cliente. A grande sacada da Zappos é garantir: Devolução gratuita de produtos no caso de logística reversa; garantia dos produtos até 1 ano; call center 24×7 (atendimento 24h por dia e 7 dias por semana). Hoje a logística reversa da Zappos representa 40% da operação e a média brasileira é de 7%.

Lógico que não queremos que você tome esse tipo de atitude hoje, mas é bom ficar de olho, pois se a Zappos tomou essa decisão agora, com certeza isso pode ser considerado uma tendência futura para e-commerce.

fonte: http://ecommercenews.com.br/

Limpando o cache de DNS no Windows

Como limpar o cache de DNS do Windows, sem precisar reiniciar (reboot/rebootar) o sistema operacional, utilizando o comando ipconfig.

As vezes é necessário limpar (clear) o cache do computador quando se altera um registro DNS para um novo endereço IP ou mesmo um redirecionamento.



O comando para limpar o cache de DNS do Windows Vista, Windows XP, Windows 2000, Windows 2003 e Windows 2008 é:

ipconfig /flushdns


Lembre-se de executar o prompt de comando (cmd.exe) noWindows Vista como administrador, pois a operação solicitada requer elevação.

Para executar como administrador, basta clicar com o botão direito no atalho Prompt de comando e escolhe a opção Executar como administrador.

Analytics: como antecipar as necessidades dos clientes

A mudança de comportamento dos clientes e sua busca por experimentação tem impacto nos mercados de todo o mundo. Desde a crise de 2008, muitas companhias vêm sofrendo com a opção dos clientes de mudarem seus fornecedores. A instabilidade em todo o mundo colocou a prova a confiança dos consumidores, com especial atenção para os segmentos de varejo e finanças.
 
Para os bancos o cenário é ainda mais desafiador, pois as pessoas têm fácil acesso à informação sobre as opções disponíveis, com taxas e serviços muitas vezes similares. Nesse cenário, uma ferramenta estratégica é o Analytics. A análise em tempo real e um histórico de dados e informações permite aos bancos melhorar a eficiência, gerenciar riscos e aumentar a receita, além de conhecer a fundo cada estágio do ciclo de vida do cliente. Segundo um estudo da Accenture, os bancos podem usar Analytics para:
 
    http://files.cio.com.br/imagens/bullet_square.gif); margin-top: 0.5em; margin-left: 1.5em; outline: rgb(0, 0, 0); line-height: 1.5em; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana; font-size: 12px; ">

  • - Identificar os segmentos de alto valor de mercado;
  • - Personalizar as ofertas de produtos para atender às necessidades dos clientes;
  • - Realizar uma qualificação dos clientes para serviços como empréstimos;
  • - Recomendar novos produtos de acordo com as circunstâncias dos clientes;
  • - Estudar os canais de distribuição para atender às preferências dos clientes.
 
O resultado dessa combinação de fatores é um alto retorno financeiro com clientes pré-qualificados para os produtos que eles querem ou precisam. Além disso, os bancos são capazes de oferecer produtos usando os canais de preferência dos próprios clientes.
 
Os departamentos de marketing, canais, produtos e segmentos podem utilizar Analytics para praticamente todos os processos deCostumer Relationship Management (CRM) dentro das instituições financeiras. Com essa plataforma é possível trabalhar com agentes de crédito que identificam oferta de produtos adequados ou adaptados, precisamente, para as necessidades do cliente e usar a análise de pré-qualificação desses clientes para realizar o empréstimo.
 
Analytics também pode ajudar os bancos a detectar eventos críticos na vida de um cliente, que podem indicar uma mudança de circunstâncias e a necessidade por novos produtos ou serviços. Isso se estende para além do simples perfil de estilo de vida. O objetivo é olhar para reais mudanças de comportamento como uma promoção no emprego, o nascimento de uma criança ou quando um filho deixa o lar para ir à faculdade, ou ainda quando há um aporte atípico em uma conta corrente. Com essas informações é possível realizar uma análise precisa da rentabilidade do cliente e desenvolver um cruzamento de oportunidades eficiente.
 
Um banco que utiliza uma abordagem convencional de CRM pode acabar ignorando esses detalhes estratégicos ou não conseguir agir sobre eles, assim, perder informações valiosas que poderiam ser transformadas em oportunidades de ofertas relevantes para os clientes. O fato é que para entender o cliente não basta apenas classificá-lo como casado, 46 anos, com três filhos e renda de R$ 6 mil por mês. É preciso conhecer seus hábitos, acompanhar as mudanças da sua vida, antecipando suas necessidades.
 
(*) Daniel Lázaro é gerente sênior para a prática de Analytics e Gestão da Informação da Accenture na América Latina.
O artigo foi baseado no estudo da Accenture “Knowing the costumer: this time it’s personal”. 
 
fornte: http://cio.uol.com.br
value1

Android além de smartphones e tablets: descubra o que mais é possível fazer com este valente robozinho

Desde o inicio o sistema operacional Android chegou como uma alternativa carismática e livre no mundo dos dispositivos móveis, isso graças ao código livre herdado junto com o kernel do sistema Linux. O fato de ter o código livre representa um grande convite para aqueles que gostam de ir à fundo na personalização de seus dispositivos e do próprio sistema operacional.

Mesmo não sendo tão claro na época do lançamento, hoje podemos ver que foi só uma questão de tempo para que as pessoas encontrassem mil e uma utilidades para o Android; de um poderoso controlador de dispositivos eletrônicos até um sistema operacional para PC comum. Para brindar esta liberdade, vamos dar uma olhada no que está rolando com o simpático robozinho verde do Google.

Na eletrônica

Quem nunca sonhou em ser um cientista louco? Criar coisas interessantes, tornar o dia a dia mais prático com engenhocas mirabolantes ou até mesmo criar monstros ao melhor estilo do filme Transformers. Agora com kits de eletrônica como Arduino, o pontapé inicial para tais sonhos ficou muito mais simples; com um deles é possível integrar componentes como sensores e motores e circuitos com uma grande facilidade, comparando com a eletrônica tradicional.

Como não poderia deixar de ser, vários desenvolvedores acharam que seria uma boa ideia usar sistemas mais complexos e poderosos à kits como estes. É exatamente ai que entra o Android, pois ele já foi projetado para trabalhar com os processadores ARM, também usados nestes projetos, e traz apenas o necessário para um sistema portátil, deixando de lado os elementos pesados dos convencionais.

BeagleBone

Esta é uma placa de prototipação eletrônica projetada para facilitar a confecção daquelas ideias malucas que temos no dia a dia. Ela vem com entrada USB para dados e energia, conector ethernet para acesso via rede e um pino para conectar uma fonte de energia comum.

Repare nos grandes conectores pretos enfileirados, a partir deles é possível conectar as saídas de energia e as entradas de dados; como motores servos (para movimentação) e sensores de temperatura, luminosidade, GPS e vários outros.

A parte interessante é que ela roda distribuições Linux adaptadas e uma versão do Android, isso graças ao processador ARM 8 de 720 MHz e a memória de 256 MB DDR2. Apesar das boas configurações, para um projeto do seu tipo, a placa pode ser encontrada por preços a partir de US$89,00, ou aproximadamente R$182,00.

Parece bom demais para ser verdade? Confira o vídeo abaixo que mostra ser possível rodar o Android na placa:

Mini PC

O que acontece quando se agrega componentes de baixo custo, boa vontade, projetistas talentosos e um sistema operacional livre? Sim, exatamente isso! Uma máquina com custo acessível e repleta de recursos interessantes. E é claro, o Android não poderia ficar fora dessa, assim como as versões convencionais do Linux.

Uma plataforma tem potencial para ser interessante tanto para as pessoas que não estão dispostas a comprar um PC mais caro, quanto para aqueles que desejam testar aplicativos e o próprio sistema Android sem comprar um smartphone caro.

PandaBoard

Pergunta rápida: onde encontramos um dispositivo Android com processador A9 dual core de 1.2 GHz, 1 GB de memória e chip acelerador 3D por aproximadamente R$320? Sim, este dispositivo existe, pode ser conectado à sua TV ou monitor através de um cabo HDMI e ainda suporta dispositivos USB, como teclado e mouse.

Esta é justamente a descrição da PandaBoard, uma placa inicialmente projetada para rodar versões especiais de sistemas Linux Debian ou derivados, mas que atraiu a atenção de entusiastas do Android. Isso porque mostra ser uma ótima plataforma de testes e até mesmo desenvolvimento de aplicativos para o sistema operacional do Google.

Com as suas configurações, a PandaBoard é capaz de rodar até mesmo vídeos em alta resolução. Que tal montar um mídia center com ela?

 

Raspberry Pi

Se você acha que R$300,00 ainda não é um bom valor, principalmente por lembrar que o governo faz a "mágica" de dobrar o valor dos produtos eletrônicos na alfândega, existe uma opção mais em conta. O Raspberry Pi roda o Android 4.0 e custa a bagatela de U$25,00, aproximadamente R$51,00.

É claro que tem ainda o chamado custo Brasil (a mágica descrita acima) e a taxa de entrega, mesmo assim é provável que o valor final da placa fique bem abaixo de R$300,00. Assim como a PandaBoard, a Raspberry Pi também pode ser ligada à TV via HDMI e em dispositivos USB, sendo praticamente um PC reduzido.

Dentre os principais agrados do dispositivo estão o processador ARM de 700 MHz, 256 MB de memória, chip gráfico integrado com suporte a OpenGL ES 2.0, saída de som P2 (a mesma de celulares e rádios). O mais interessante desta placa, é que ela traz também um conector RCA (aquele amarelo da TV), para usar com TVs que não possuem conexão HDMI.

Com estas características, o "brinquedinho" é capaz de rodar jogos bem elaborados e vídeos em até 1080p com 30 frames por segundo, usando o decodificador H.264.

Android rodando no Pendrive

Quando pensávamos que nada poderia superar o tamanho de um netbook (pelo menos por enquanto), eis que surgem os dispositivos montados para rodar Android com o tamanho de um pendrive. É claro que eles não trazem telas, como os smartphones, mas já surpreendem por rodar perfeitamente o sistema quando acoplados à monitores e TVs com entradas HDMI.

Além do tamanho extremamente reduzido, quase imperceptível ao lado de uma TV com bom tamanho, estes aparelhos precisam apenas de um conector USB convencional para receber energia. Lembrando que as TVs de LCD e LED normalmente já possuem conexões USB, basta pendurar o "pendrive" inteligente em uma destas portas para usufruir de uma TV com Linux ou Android praticamente embutidos.

MK802

Este é literalmente um pendrive capaz de rodar Android e uma série de outras distribuições Linux. Isso graças ao processador ARM A8 de 1.0 GHz, memória de 512 MB a 1 GB e chip gráfico de 500 MHz; uma configuração muito boa diante de seu tamanho reduzido, que mesmo assim consegue suportar o preço em torno de R$140,00 (US$74,00) na versão de 512 MB e R$180,00 (US$94,00) na versão de 1GB.

Apesar do tamanho extremamente reduzido, o dispositivo traz ainda porta USB e conexão HDMI para ligar na TV. Com esta combinação, é possível energizá-lo na porta USB da TV, conectá-lo na entrada HDMI e ainda usar o sistema com algum dispositivo sem fio à distância; a conexão com a Internet fica por conta de um adaptador de rede sem fio embutido na placa.

O armazenamento de dados no "PenPC" é feito através de cartão microSD, que pode ser conectado  facilmente na lateral do dispositivo.

As configurações do aparelho são suficientes para rodar jogos da GooglePlay. No vídeo a seguir, por exemplo, você confere uma pessoa jogando diversos títulos com o MK802 e usando um smartphone Android como controle sem fio.

No PC convencional

Mesmo com a barreira inicial do Android ter sido projetado especificamente para arquitetura de processadores ARM, de smartphones e tablets, uma série de desbravadores já lançaram adaptações dele para os PCs convencionais.

Hoje em dia, é possível usar o Android como sistema principal de seu computador, notebook e até mesmo netbook; se preferir evitar o dual boot ou afetar o sistema principal, é só usar o sistema em uma máquina virtual.

Rode o Android em seu PC sem prejudicar o sistema principal com a versão Live

A Microsoft que se cuide, pois existem boas chances do Android disputar a preferência dos usuários também no PC; para isto, existem milhares de pessoas empenhadas a torná-lo cada vez melhor, isso gratuitamente. Outro fator que pode ajudar o sistema do robozinho é a grande quantidade de usuários reclamando da aparência do Windows 8.

E você?

Acredita que existem limites para a ascenção do Android? Será que um dia ele estará controlando carros e máquinas mais complexas? O que você acharia de trocar o seu Windows ou Linux convencional por uma distribuição alternativa.

Teste agora mesmo o Android em seu PC com os downloads:

  • Android Live CD No ranking semanal - imagem de CD, que após gravada e inserida no PC, inicia a máquina com uma versão totalmente funcional do sistema sem afetar o seu Windows. Caso goste do resultado, é possível instalar definitivamente o Android no HD do micro;
  • Android for VirtualBox - máquina virtual que pode ser usada a partir do VirtualBox, sem sair do Windows ou prejudicar o sistema principal.

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/

Como mudar pasta de dados do MySQL em um Servidor com WHM/cPanel

Para quem possui servidores de hospedagem com Linux e utiliza o Painel de Controle cPanel, pode se deparar com o problema da partição /var ser muito pequena, geralmente 10 GB de tamanho. Um dos problemas que ocorrem rapidamente é que a pasta de dados do MySQL fica em /var/lib/mysql e não na pasta /home que geralmente é a maior partição no disco.



Quando você tem um tráfego razoável de e-mail e as bases de dados no MySQL dos seus clientes começam a ficar com um tamanho razoável, vemos que 10GB de espaço não dá para nada. Quando você menos espera a partição /var no seu disco está cheia, consequentemente o MySQL pára na hora.

O ideal para que não haja este problema, seja definido no planejamento para implementação as partições do seu servidor e as pasta de dados dos softwares e serviços que serão executados nos servidores.

Para resolver este problema, a melhor solução é deixar a pasta de dados de MySQL dentro da pasta /home do seu servidor.

No roteiro abaixo vou colocar uma orientação de como mover a pasta de dados do MySQL para a pasta /home e alterar a configuração para que o MySQL aponte para a nova pasta.

Vamos criar o diretório onde ficará a pasta de dados do MySQL dentro de /home:

 
# mkdir /home/var_mysql
 


Depois vamos parar o serviço MySQL para que possamos fazer a mudança das pastas:

 
# service stop mysql
 


Agora com o serviço parado, vamos mover a pasta de dados do MySQL para a /home:

 
# mv /var/lib/mysql /home/var_mysql
 


Acerte as permissões:

 
# chown -R mysql:mysql /home/var_mysql/mysql
 


Agora vamos criar um link simbolico para a nova pasta, assim não precisamos alterar as configurações do MySQL:

 
# ln -s /home/var_mysql/mysql /var/lib
 


Agora vamos iniciar o serviço novamente:

 
# service start mysql
 


Pronto, agora a sua pasta de dados do MySQL já está na pasta /home

 

fonte: http://www.tipress.com.br

value1

Pesquisa: Brasil apresenta um incremento de 44% na abertura de e-mail marketing

dispositivos moveis1 corteSegundo pesquisa realizada pela multinacional francesa Spli,o Brasil está em segundo lugar na abertura de e-mail marketing, tem 7% da taxa de abertura e o sistema operacional iOS é o preferido.

 

O número de brasileiros que abrem e-mail marketing em dispositivos móveis aumentou 44% no país em  menos de um ano. A taxa é a segunda maior entre os países pesquisados no período de setembro de 2011 a junho de 2012. A Espanha está em primeiro lugar, com 48,8% de aumento.

Atuante no Brasil, França, Espanha, Itália e China, a Splio analisou 600 milhões de e-mails enviados a cada mês nestes mercados. Segundo o estudo, apenas no primeiro semestre deste ano o Brasil registrou média de 7% nas taxas de abertura por meio de dispositivos móveis. A Espanha apresentou um índice de 17%.

Com um crescimento de 35%, a Itália teve taxa de abertura de 8,8% e a França, com 23% de aumento, teve 8,3% de abertura.

Dos usuários que utilizam esses dispositivos, o sistema operacional iOS permanece como o preferido, com o iPhone mantendo 46,8% de participação e o iPad 29,6%. Em terceiro lugar segue o Android, com 21,4% das aberturas totais, e o Blackberry figura com menos de 1%.

O futuro do e-mail marketing nos próximos anos, de acordo com a pesquisa, é marcado pela otimização para dispositivos móveis. O Brasil hoje possui 14% de penetração de smartphones e esse número deve chegar a 25% até 2014, segundo um estudo realizado pela 3G Americas.

Sem dúvidas, o e-mail marketing tem ganhado cada vez mais força e uma grande ferramenta no Marketing Digital.

fonte: http://midiaria.wordpress.com

value1

A evolução dos vídeos online (infográfico)

Os vídeos usados por empresas datam de 1970, quando a AT&T criou o Picturephone. O dispositivo transmitia uma imagem a cada dois segundos. Essa velocidade deixaria qualquer usuário de Youtube e Vimeo a ponto de ter uma crise. Pois bem, com a tecnologia hoje à disposição de qualquer pessoa com conexão à internet, os vídeos online fazem parte da estratégia de muitas empresas no relacionamento com seus clientes.

 

Estudos americanos apontam que cerca de 80% dos profissionais de marketing usam os vídeos online para divulgar produtos e reforçar uma marca. Com o constante aumento dos dispositivos móveis, os usuários também aumentaram o tráfego nesse tipo de conteúdo visto por smartphones. Em 2011, esse crescimento foi de 35,7%.

A empresa KZO Innovations fez um compilado de dados sobre a evolução dos vídeos até os dias de hoje. Vale a pena analisar cada ano descrito nesse infográfico.

videos negocios midiaria 020812fonte: http://midiaria.wordpress.com/

 

value1

Erros do SEO: conheça vacilos que “escondem” seu site no Google

otimização-de-sites1-300x200Para quem tem um site ou blog, o Google pode ser um grande aliado. Para quem está começando, a maior fonte de visitas são as pesquisas (salvo raras exceções em que o dono do site é muito popular em redes sociais). Porém, você também tem que ser um aliado do buscador. E aí começam os problemas…

 

Por causa de detalhes, muitos sites acabam perdendo posições valiosas no Google. São coisas que passam despercebidas pelas pessoas que ainda não conhecem SEO (entenda o que é SEO) ou que são fruto do exagero por quem deseja usar ferramentas de forma errada. Veja cinco desses erros:

Escrever títulos subjetivos em textos: um dos maiores erros de quem tem um site é registrado na hora de colocar títulos em postagens. Como o Google trabalha diretamente com palavras-chave, é muito importante colocar um título descritivo em um texto. Muitos iniciantes escrevem títulos como “Que absurdo” em textos para reclamar de empresas de telefonia. Provavelmente, ninguém vai chegar a ler essas reclamações.

Para fazer um título que seja bom para o Google, pense em duas coisas: qual é a palavra principal do seu texto e a ideia. Veja o exemplo deste próprio texto. Ele fala de SEO e aponta os principais erros. Logo o título usa as palavras erros e SEO. Deixe os títulos mais subjetivos para escrever um poema ou uma música para o seu amor.

Não marcar tags importantes (ou exagerar no número delas): a tag (marcador) de um texto é um recurso que pode ser muito eficaz se bem utilizado. O maior erros dos iniciantes é não usá-lo. Cada vez que você deixa de usar uma tag, você deixa de destacar alguns termos do seu texto.

Por outro lado, não adianta encher o seu texto de tags. Se você exagerar nos marcadores, raramente vai conseguir destacar alguma palavra. Fórmula mágica: use a palavra principal do seu site, mais a palavra principal do texto (até duas) e um conjunto (de duas ou três) palavras compostas. Em um texto como este, boas tags poderiam ser: UOL Tecnologia, SEO, Otimização de sites, dicas de SEO e erros de SEO.

Não usar links internos: A linkagem interna não é útil apenas para SEO. Os links são um dos elementos que ajudam a tornar um texto na internet totalmente diferentes dos feitos no impresso. Não aproveitar o recurso é desperdiçar umas das melhores coisas da web. Infelizmente, algumas pessoas não sabem disso.

Se você acha que links internos deixam um texto “feio”, aqui vai um motivo mais prático para você começar a usá-los. O Google dá mais valor para páginas que recebem links. Então, se você criar links internos, vai estar ajudando outra página do seu próprio site. O ideal é linkar as palavras-chave dentro do texto (como no exemplo que está no segundo parágrafo do “O que é SEO”)

Usar muito flash ou Java nas páginas: Existem alguns recursos que deixam sites “lindíssimos” (ou não) e que são feitos em Flash ou Java. Algumas pessoas abusam deles. Há dois grandes problemas nisso.

O primeiro é que eles tendem a deixar os sites mais pesados. Além de um site lento ser um teste de paciência para os visitantes, o Google pode puni-lo. Explicando de forma bem simples: o Google tem um robô que vasculha todos os sites do mundo (ou quase todos) para ver se há atualizações, quais são as palavras-chave etc. Se a sua página demorar para carregar, o robô vai embora sem coletar esses dados.

O outro problema é que Java e Flash não são indexados pelo Google. Ou seja, se você escrever um texto e colocar em Java, o robô (sempre ele) não vai reconhecer. E aí o Google vai ignorar o seu site. Por isso, Java e Flash só com moderação.

Errar no nome do site: o último dos cinco erros citados (pode ter certeza que existem muito mais) é o da escolha do nome errado para um site. Entenda nome errado por nomes muito longos ou que não descrevem o conteúdo. O grande problema disso é que se trata de uma falha que não pode ser desfeita. O ideal é fazer uma boa pesquisa antes de batizar uma página na internet.

Por Edgard Matsuki

value1

Instalando o Joomla com 1 clique é simples com o painel Fantastico Deluxe

JoomlaLogo-main_FullJoomla é a “bola da vez” no quesito de Gerenciadores de Conteúdo (CMS) auxiliando usuários a colocarem seus websites e aplicações online.  É um recurso aberto, livremente acessível para qualquer pessoa  comandar simples websites ou até aplicações mais avançadas para empresas.

 

 

 

 

Você pode instalar facilmente o Joomla em sua conta de hospedagem Bounceweb, usando o Fantastico Deluxe, que se trata de um instalador de scripts automatizado, provendo a possibilidade do usuário instalar o Joomla e vários outros softwares de código-aberto. A instalação é feita acessando seu painel de controle cPanel, clicando em Fantastico e selecionando o Joomla na lista de softwares disponíveis. Forneça as informações do seu website ou organização e seu Joomla será automaticamente instalado e configurado para uso completo.

Uma vez que for configurado, permite que indivíduos sem conhecimento técnico insiram ou ajustem conteúdo no seu site de uma maneira segura e restrita. Não é necessário ter conhecimentos avançados de HTML ou de linguagens de programação web, nem mesmo pagar um desenvolvedor web toda ve que você quiser criar conteúdo ou atualizar seu site. Gerenciar o Joomla é muito simples para pessoas com conhecimentos ou habilidades com Word; isto pode ser feito sem esforço, em uma interface de navegação intuitiva. É fácil adicionar notícias, novidades, gerenciar páginas restritas, listagens, imagens e quantidade indefinida de segmentos e/ou conteúdo em seu site.

O Joomla é muito flexível e pode ser usado para tornar funcional qualquer aspecto do seu website, desde anexar conteúdo e imagens até a modernização de um catálogo de produtos. Veja abaixo alguns usos para o Joomla:

  • Sites corporativos ou portais
  • Sites de empresas de pequeno porte
  • Revistas e jornais online
  • Sites de escolas e igrejas
  • Portais com comunidades online
  • Aplicações governamentais
  • Páginas particulares ou familiares
  • Sites de organizações ou ONGs
  • Intranets e Extranets corporativas