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Pesquisadores começam a testar "RoboCop" da vida re

robocopO filme clássico RoboCop terá um remake saindo em breve nos cinemas do mundo todo. Quando o conceito foi criado originalmente, nos anos 1980 pensar em robôs patrulhando as ruas era algo muito distante. Hoje em dia, no entanto, a ideia não está tão longe assim, pelo menos no que depender de uma equipe no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

O grupo de estudantes do laboratório de descobertas da Florida International University tenta trazer o RoboCop para a vida real. Claro, o robô, chamado "Telebot" ainda está muito longe de chegar ao patamar do que é observado nos filmes, mas é um primeiro passo.

O robô tem 1,80 metro de altura e pesa apenas 34 quilos. Seu objetivo, na verdade, é permitir que policiais com deficiência física continuem a trabalhar como oficiais de patrulha. 

Para isso, uma pessoa deve usar remotamente um Oculus Rift, que monitora os movimentos da cabeça, um colete que monitora movimentos, pulseiras e luvas. Tudo é passado em tempo real para o robô e o por meio da tela do headset, a pessoa tem uma atualização em tempo real do campo de visão do Telebot. O colete controla os movimentos, enquantos as luvas e pulseiras controlam as mãos.

De acordo com o Mashable, a pesquisa só foi possível graças a um tenente da Marinha dos Estados Unidos, que doou US$ 20 mil ao projeto para permitir que seus amigos veteranos de guerra pudessem voltar à atividade, mesmo que remotamente.

"O próximo passo é fabricar a carcaça do robô, ajustar o software e, finalmente, testá-lo em campo", diz o processor Nagarajan Prabakar, processor na Escola de Computação e Ciência da Informação na Florida International University.

Via Mashable 

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Brinque com um mapa interativo da internet

intrenet-mapaA combinação de algoritmos com a API do Google Earth rendeu estatísticas suficientes para o designer Ruslan Enikeev criar um mapa da internet composto por 350 mil sites de 196 países. Interativo, o arquivo permite dar zoom para ver de perto os maiores representantes da "galáxia digital". Acesse aqui.

Cada site é representado por um círculo cujo tamanho varia de acordo com a audiência; as estatísticas são puxadas do medidor internacional Alexa e também mostram o desempenho dos sites com alcance nacional. Para encontrar plataformas brasileiras, procure pelo país no campo de buscas. No nosso teste, entretanto, não conseguimos pesquisar por endereços, conforme prometido.

Recentemente, nós destacamos aqui no Olhar Digital outro mapa da internet, que, ao contrário deste, remete à estética antiga dos documentos em papel.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Brasileiro de 18 anos vai à China tentar melhorar os produtos do Baidu

baiduUm joinvilense de 18 anos foi escolhido pelo Baidu para estagiar na sede da empresa na China, onde terá a oportunidade de melhorar os produtos da companhia. Vinicius Gambeta foi o vencedor de um concurso realizado durante a Campus Party e, no meio deste ano, passará uma semana no país asiático.

 

O jovem desenvolvedor apresentou um pacote com 12 propostas diferentes à empresa, mas duas chamaram mais atenção. A primeira consiste em incluir um alerta no Baidu Antivírus que conecte o computador ao telefone celular de uma pessoa; assim, se houver qualquer modificação na máquina quando o dono estiver longe, ele será avisado.

A outra ideia é criar um ponto de restauração na nuvem para que os usuários possam ter backups fora de suas máquinas, caso elas passem por algum problema.

Em entrevista ao Olhar Digital, Gambeta ressaltou que não existem garantias de que suas propostas serão aceitas pela sede. "Mas eles vão avaliar e, conforme forem implementando, isso deve ser feito com a minha ajuda", comentou ele. Caso o Baidu não se interesse, o brasileiro está disposto a apresentar as ideias a outras empresas.

Dono do principal buscador em língua chinesa e segundo maior do mundo, o Baidu adotou, com Gambeta, uma estratégia costumeiramente usada por outras gigantes do setor tecnológico: buscar a sabedoria coletiva para incrementar seus produtos, na esperança de encontrar questões que as equipes internas não detectaram. No total, a ação na Campus Party resultou em 240 sugestões.

A companhia se prepara para estrear no Brasil ainda em 2014, onde terá de vencer, além da hegemonia do Google, o preconceito local com produtos da China. "Acho que isso tende a mudar", opina Gambeta, que aposta: "A China vai marcar cada vez mais presença no nosso cotidiano."

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Twitter está testando nova interface que o deixa parecido com Facebook Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/twitter/Twitter-esta-testando-nova-interface-que-o-deixa-parecido-com-Facebook/#ixzz2u0V3ioA1 O conteúdo do Canaltech é protegido so

O CEO do Twitter, Dick Costolo, já havia dito anteriormente que faria o necessário para tornar o Twitter mais atraente aos olhos do usuário. A declaração foi feita logo após a empresa registrar um déficit de mais de US$ 500 milhões e admitir dificuldades em manter seus usuários interessados no serviço de microblog.

Ao que tudo indica, Costolo não estava de brincadeira e, de acordo com o Mashable, o site está testando uma nova interface cujas características aproximam o Passarinho dos seus concorrentes Facebook e Google+. Segundo os relatos, um dos editores do site se surpreendeu ao acessar sua conta e perceber que sua página de perfil havia mudado drasticamente, levando-o a acreditar que estava no Facebook.

 

Imagens da nova página de perfil mostram que o avatar do usuário, bem como sua biografia, foram realocadas para o canto esquerdo da página e a imagem de cabeçalho ganhou um espaço significativamente maior no topo da página. O fluxo de tuítes também foi repaginado e agora dá mais destaque a fotos em algo que se assemelha à linha do tempo do Facebook.

Novo-design-Twitter

O Twitter está testando uma nova interface que aproxima seu design de concorrentes como Facebook e Google+

Abaixo da imagem de cabeçalho encontram-se o número de tuítes, fotos e vídeos (uma nova categoria recém criada), quem você segue, quem segue você, tuítes favoritos e listas. Ao acessar um perfil a partir do novo design, ele automaticamente será rearranjado no novo visual.

Assim como as demais alterações de design que a empresa promoveu no site, é possível que essa seja liberada apenas para uma parcela mínima de usuários para que eles a testem, façam sugestões e apontem falhas. Com o tempo, é possível que ela chegue a todos os usuários num futuro não muito próximo. É que o site mudou seu design na web há apenas alguns dias e uma nova mudança nos próximos meses é altamente improvável.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/

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Bem vindo à vida eterna virtual com o Eterni.me Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/bizarro/Bem-vindo-a-vida-eterna-virtual-com-o-Eternime/#ixzz2u0OP7n5h O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Voc

Eterni-meQual a memória que você tem dos seus entes queridos que já foram dessa para melhor? Na maioria dos casos, álbuns e mais albuns de fotos antigas, dos anos 60, 70, 80, e talvez alguns vídeos. Aqueles que os familiares são mais novos podem até ter arquivos digitais, mas as coisas param por aí, apenas memórias estáticas.

 

Agora imagine se, quando você morrer, um sistema inteligente coletar todos os seus dados digitais produzidos ao longo da vida - fotos, vídeos, locais visitados, curtidas do Facebook e a enxurrada de informações que são coletadas sobre nós pelos smartphones e redes sociais -, e transformasse isso em um "você virtual", como nos filmes de ficção científica. Essa é a ideia do Eterni.me.

Utilizando complexos algoritmos de inteligência artificial, a startup afirma que será capaz de criar uma versão virtual completa de você, que poderá inclusive interagir com seus filhos, netos e bisnetos por vídeo, responder perguntas, dar conselhos para a vida, entre outros.

A equipe por trás do Eterni.me é formada por engenheiros, designers e pessoas de negócios, faz parte do programa de fomento ao empreendedorismo do MIT e será lançado em breve. Ainda não há data para a estreia nem informações sobre preços, mas você poderá inscrever-se na fila de espera para um convite através do site www.eterni.me. Basta cadastrar seu email.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/

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Mapa de ataques digitais

digitalattackmapNinguém se preocupa tanto com ataque DDoS até sofrer um, não é? O site Digital Attack Map mostra em tempo real a quantidade de ataque que são feitos ao redor do mundo.

O resultado é impressionante. As informação são provenientes de mais de 270 provedores que decidiram compartilhar estes dados.

A gráfico acima é em tempo real, mas você pode verificar os dados de qualquer dia diretamente no site deles: http://www.digitalattackmap.com

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Leia o primeiro artigo publicado sobre o Facebook Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/facebook/Leia-o-primeiro-artigo-publicado-sobre-o-Facebook/#ixzz2u0I4LXzI O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND

Neste momento, o Facebook encontra-se em meio às comemorações de sua primeira década de existência. Muito aconteceu desde os dias em que Mark Zuckerberg era um estudante que programava a partir de seu dormitório, e o que nasceu naquele quarto da Universidade de Harvard faz parte, hoje, da vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.

Porém, a primeira reportagem publicada sobre a rede social – um conceito que nem mesmo existia nessa época – passa longe de tudo isso e fornece um olhar sobre os primeiros dias do serviço, quando a marca de centenas de perfis era considerada um sucesso. O texto foi publicado no The Harvard Crimson, jornal diário dos estudantes da universidade, no dia 9 de fevereiro de 2004.

 

No artigo, Zuckerberg faz uma previsão sobre o fluxo de usuários de seu serviço. Durante a entrevista, concedida no dia anterior à publicação do texto, ele informou que o total de perfis estava em carca de 650, com a expectativa de chegar a 900 até o final daquela manhã. Na época, o site ainda era exclusivo para estudantes de Harvard e, pouco depois, abriria as portas para outras universidades. Mais tarde, para o restante do mundo.

O criador do Facebook também fala um pouco sobre os motivos que o levaram a criar a rede social. Segundo ele, trata-se de impaciência, uma vez que a própria universidade não era capaz de criar seu próprio livro do ano online, um diretório online com fotos e informações sobre os estudantes, compartilhadas entre eles mesmos. “Eu posso fazer melhor, e posso fazer em uma semana”, afirma Zuckerberg na reportagem.

O artigo segue em frente, com depoimentos de estudantes citando as utilidades do TheFacebook – como a possibilidade de conhecer pessoas pelo nome ou formar grupos de estudos específicos a partir de interesses comuns –, além de declarações de Kevin Davis, que na época, era diretor de informática de Harvard. Segundo ele, a criação de um livro do ano online não estava assim tão distante, mas a instituição estava tendo problemas quanto à criação de uma interface e medidas de segurança para impedir o cadastro de informações sem a autorização dos matriculados.

Ao final, uma afirmação interessante: Zuckerberg diz não ter criado o Facebook com intenção de lucro nem de vender os endereços de email dos cadastrados a ninguém. Segundo ele, que estava prestes a lançar novas funções, isso tornaria tudo “mais sério e menos divertido”. Ele conta também sobre uma outra ideia, que não estava disposto a aplicar, para um serviço no qual estudantes poderiam cadastrar seus currículos e empresas pagariam uma taxa para ter acesso a esse banco de dados.

Confira abaixo a íntegra do artigo, traduzido para o português:

Centenas de pessoas se registram para o novo Facebook

Criador do Facemash busca nova reputação com seu mais recente projeto online.

Quando Mark Zuckerberg ficou impaciente com a criação de um anuário oficial universal de Harvard, ele decidiu fazer as coisas sozinho.

Após cerca de uma semana programando, Zuckerberg lançou o thefacebook.com na tarde da última quarta-feira. O site combina elementos de um anuário comum com mais funções para os perfis, permitindo que os estudantes busquem uns aos outros de acordo com cursos, organizações sociais e dormitórios.

“Todos estão falando sobre um anuário universal de Harvard”, diz Zuckerberg. “Acho meio tolo que a universidade precise de dois anos para criar algo assim. Eu posso fazer melhor, e em uma semana”.

Até a tarde de ontem, segundo Zuckerberg, mais de 650 estudantes já haviam se registrado no thefacebook.com. Ele disse esperar que 900 alunos tenham se cadastrado no site pela manhã de hoje.

“Estou muito feliz com a quantidade de pessoas até agora”, disse ele. “A natureza do site é que a experiência de cada usuário melhora se eles fizerem com que os amigos também se cadastrem”.

Mas o diretor de computação residencial, Kevin S. Davis, disse que a criação de um anuário de Harvard não está tão longe quanto Zuckerberg prevê.

“Há um projeto interno de criação de um anuário”, disse Davis. “Estamos em contato com o Conselho de Alunos e essa é uma das prioridades da instituição. Temos intenção de lançar o anuário até o final do semestre.”

Davis disse que a principal complicação da criação de um anuário oficial foi decidir quanto a uma interface, de forma que as informações de diretório não sejam compiladas sem autorização.

O site de Zuckerberg permite que pessoas com endereços de email de Harvard façam o upload de fotos e informações pessoais e acadêmicas. Assim como no popular Friendster, que Zuckerberg diz ter sido um modelo para seu novo website, os membros podem buscar por outras pessoas de acordo com seus interesses e criar uma rede online de amigos.

Lisa H. Feigenbaum disse que se cadastrou no thefacebook.com devido ao site representar uma alternativa aberta aos anuários protegidos por senha dos dormitórios.

“Caso você precise identificar alguém para uma organização ou encontro, seria muito útil”, afirmou ela.

Zuckerberg diz que a função mais inovadora de seu site é a possibilidade de buscar por outros estudantes em aulas, de forma a criar novas amizades e grupos de estudos.

“Se você está em uma aula em que não conhece ninguém e quer pedir ajuda, essa é uma maneira de descobrir os nomes dos alunos”, disse o usuário do thefacebook.com Roberto C. Acosta.

Zuckerberg disse que as extensas capacidades de busca são restritas por uma miríade de opções de privacidade para membros que não queiram que qualquer um possa visualizar suas informações.

“Existem opções de privacidade bastante intensivas”, afirmou ele. “Você pode limitar quem pode ver suas informações, se apenas estudantes, pessoas do mesmo ano, do seu dormitório, das suas aulas. Você pode limitar a busca para que somente amigos ou amigos de amigos possam te procurar. As pessoas têm bastante controle sobre as próprias informações”.

Zuckerberg espera que as opções de privacidade ajudem a restaurar sua reputação após a revolta dos estudantes em relação ao facemash.com, um site que ele criou no último semestre.

Utilizando imagens obtidas sem autorização a partir dos dormitórios, o Facemash comparava as fotos de duas alunas de Harvard e pedia que os usuários julgassem quem era a mais atraente. O website fomentou a ira de alunos e da administração, com Zuckerberg fechando-o dias após o lançamento.

Além das opções de privacidade, Zuckerberg adicionou funções de segurança ao thefacebook.com para garantir que apenas os proprietários de emails de Harvard pudessem hospedar informações no website.

Quando uma pessoa se registra no thefacebook.com, um programa faz a checagem que garante que o nome do novo membro está de acordo com o email inserido. A seguir, uma mensagem de confirmação é enviada para o endereço eletrônico e a conta finalmente é ativada quando o proprietário clica em um link criptografado dentro do thefacebook.com.

Zuckerberg disse ter tomado cuidado para evitar qualquer acusação de quebra de direitos autorais que o levaram perante à Diretoria após a criação do Facemash.

“O Facemash foi uma piada, foi engraçado, mas no fundo tinha seus problemas – não apenas a ideia, mas também a implementação. Ele estava distribuindo materiais que são de Harvard. Tive muito cuidado com o thefacebook.com para garantir que as pessoas não hospedem conteúdos protegidos”, afirmou ele.

Davis disse que o thefacebook.com não necessariamente viola nenhuma das regras de Harvard.

“Não há nada inerentemente errado com um site de terceiros no qual os estudantes decidam criar uma rede pessoal”, afirmou David. “Se existisse um site de terceiros no qual os estudantes publicassem cursos ou vídeos, isso sim poderia se tornar uma questão de propriedade junto à universidade”.

Zuckerberg disse que o thefacebook.com não possui tais capacidades e não viola as regras da instituição.

Apesar de afirmar que o thefacebook.com teria novas funções até o final da semana, Zuckerberg diz não ter criado o website com a intenção de gerar lucro.

“Não vou vender o email de ninguém”, afirmou. “Em certo momento, pensei em fazer um website onde fosse possível também cadastrar um currículo, e por uma taxa, companhias poderiam procurar candidatos a empregos em Harvard. Mas não quero mexer com isso. Isso faria tudo mais sério e menos divertido”.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/