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Conheça a história de Satoshi Nakamoto, o inventor da Bitcoin

Quem diria? O criador da Bitcoin, principal – e mais polêmica – moeda virtual em circulação, é um senhor de 64 anos, nascido no Japão e naturalizado norte-americano, com um gosto peculiar que o faz colecionar trenzinhos e um temperamento à la Steve Jobs. Não só isso, Satoshi Nakamoto é dono de uma fortuna em Bitcoins avaliada em cerca de US$ 400 milhões, mas vive numa casa humilde com a mãe em Temple City, na Califórnia.

 

Até hoje o nome Satoshi Nakamoto era só uma especulação, ninguém sabia de verdade se o homem existia ou se era um código, um pseudônimo ou coisa parecida. Então a repórter investigativa Leah McGrath Goodman, da revista Newsweek, mergulhou no caso e o desvendou, apesar de ter trocado apenas algumas palavras com ele.

Mais velho de uma família com três irmãos engenheiros, Nakamoto nasceu em Beppu, no Japão, em 1949, onde foi criado pela mãe, Akiko, sob preceitos budistas. Quando ele tinha dez anos, a mãe havia passado por um divórcio e se casara novamente quando todos se mudaram para a Califórnia, nos EUA.

FORMAÇÃO 

O garoto se formou físico na California State Polytechnic University e, desde então, adotou o nome Dorian Prentice Satoshi Nakamoto, assinando como Dorian S. Nakamoto. Saindo da faculdade, passou a trabalhar na Hughes Aircraft nas áreas de defesa e comunicações eletrônicas. Na década de 1980, se mudou para Nova Jersey, onde começou a trabalhar para a Radio Corporation of America como engenheiro de sistemas – foi quando conheceu a segunda esposa e teve cinco de seus seis filhos; só o primeiro é fruto do antigo casamento.

Nessa empresa, que hoje se chama L-3 Communications, Nakamoto atuava em trabalhos secretos para o governo, projetos que envolviam aviões e navios de guerra. Ele também fazia trabalhos militares paralelos, mesmo estando na RCA, até que, em 1987, o casal voltou para a Califórnia. Lá ele se sustentava como engenheiro da computação na região de Los Angeles e chegou a ser demitido duas vezes na década de 1990, sendo obrigado a hipotecar a casa, que acabou perdendo.

Esse ponto é importante porque Ilene Mitchell, 26, filha mais velha de Nakamoto, disse à Newsweek que foram provavelmente esses problemas que formaram o pensamento que seu pai tem sobre impostos e governo e, mais pra frente, podem tê-lo levado a idealizar algo como a Bitcoin. Ele sempre incentivou Ilene a ser independente, iniciar um negócio próprio e "não ficar sob controle do governo". "Ele era muito cauteloso com o governo, os impostos e as pessoas responsáveis", comentou ela.

Depois de uma temporada de volta em Nova Jersey, quando ele e a esposa, Grace Mitchell, 56, se separaram, ele retornou outra vez a Tample City, onde permanece até hoje. E ninguém da família sabe ao certo o que Nakamoto faz para viver.

CAÇADA 

Quando a repórter chegou à porta de sua casa, Nakamoto a esperava com dois policiais que sequer sabiam que ele era o pai da moeda virtual. Se recusou a responder qualquer pergunta sobre Bitcoin e apenas confirmou seu envolvimento com ela ao dizer que ela foi entregue a outras pessoas: "Já não tenho qualquer ligação", informou ele, antes que os policiais fizessem a representante da Newsweek entender que não haveria entrevista.

Leah McGrath passou dois meses conversando com pessoas próximas a ele, compreendendo que de fato Nakamoto não é sujeito de holofotes. Arthur, seu irmão mais novo, avisou-a de que, apesar de "brilhante", ele é "um idiota" que negaria qualquer coisa que lhe fosse perguntado: "Ele nunca admitirá ter começado a Bitcoin", adiantou.

Gavin Andresen, cientista-chefe da Bitcoin, trabalhou com Nakamoto no desenvolvimento da moeda entre junho de 2010 e abril de 2011 e constatou que o temperamento do antigo colega é difícil. "Ele era o tipo de pessoa que, se você cometesse um erro honesto, ele poderia chamá-lo de idiota e nunca mais falar com você", ressaltou. Nesse período, os dois só se falavam por correspondência eletrônica e Nakamoto jamais respondeu a qualquer questionamento pessoal; quando, em 26 de abril de 2011, Andresen disse que fora convidado a palestrar para a CIA sobre a moeda, Nakamoto desapareceu.

"Eu tenho a impressão de que Satoshi estava realmente fazendo isso por razões políticas", disse Andresen, confirmando as suspeitas da filha Ilene. De fato, a Bitcoin se tornou um gigante financeiro com operações diárias que somam quase US$ 500 milhões. Ela cresceu a um ponto inimaginável até a quem se envolveu na sua criação, tanto que Andresen ganhou US$ 800 por centavo investido na moeda virtual.

Se a ideia de Satoshi Nakamoto era criar uma forma de driblar o sistema financeiro convencional, ele conseguiu. A Bitcoin não está vinculada a nenhum governo e pode ser enviada de uma conta à outra, sem taxas, com a mesma facilidade de se trocar e-mails. Aos invés de bancos intransponíveis, quem fiscaliza as transações são os próprios usuários, que sabem de onde vem e pra onde vai cada centavo virtual.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Mikrotik 5.25 Level 6

Mikrotik, sistema operacional baseado em Linux que é usado em micros e RouterBoards para gerenciamento de ISP’s dinâmicos entre centenas de outras funcionalidades.

Realmente o Mikrotik é poderoso e simplesmente, se não, um dos melhores softwares para provedores do mundo!

Algumas outras funcionalidades:

 

Performance otimizada para redes Wireless 802.11a/b/g
Possibilidade de utilização de Protocolo proprietário Nstreme com polling
Ferramentas para Controle de QoS
Filtro eficaz de aplicações P2P
Alta disponibilidade com VRRP
Interface de happy wheels gerenciamento amigável
Exige poucos recursos de hardware
Firewall Statefull e túneis
STP bridging com filtros
Segurança WEP/WPA
WDS e AP”s virtuais
HotSpot para acesso público
Protocolos de roteamento RIP, OSPF e BGP
Acesso remoto por ferramenta apropriada WinBox GUI e Web
telnet/mac-telnet/ssh/console admin
Configuração e monitoramento em tempo real

Tenho certeza de que quem veio até essa página o conhece bem, e estou disponibilizando para download a nova versão.

Mikrotik 5.25 Level 6 download

Download

Dica: Breno Tamburi

fonte: http://securityattack.com.br

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Hacker perde diploma de engenharia

Roy Sun, de 25 anos, perde diploma de engenharia, após invadir sistema informático para alterar as suas notas para “A”.

Roy Sun formou-se em engenharia pela Universidade de Purdue, em Tippecanoe, tendo trabalhado dois anos como engenheiro, com um salário anual de cerca de 70 mil dólares.


Quando mais tarde decidiu ingressar num mestrado na Universidade de Boston, a sua farsa foi descoberta e exposta. Neste seguimento, Roy perdeu o seu diploma de engenharia, tendo sido expulso do mestrado.

Mais tarde, foi condenado a cumprir três meses de prisão efetiva mais quatro anos em liberdade condicional.

fonte: http://www.tecnologia.com.pt/

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Yahoo nega acesso através do Facebook ou Google

Yahoo não vai permitir que os seus utilizadores tenham acesso aos seus serviços (incluindo o site de partilha de fotos Flickr) utilizando credenciais de acesso dos seus concorrentes, Google ou Facebook.

Esta mudança faz com que osutilizadores sejam obrigados a criar uma conta para continuarem a usufruir dos serviços da Yahoo, com isto, passam a usufruir de uma experiência mais personalizada, pelos serviços da empresa.

 

A Yahoo, ainda não referiu a data em concreto em que estas alterações se vão realizar, mas disse que o primeiro serviço a utilizar um login Yahoo será o torneio de basquetebol NCAA na plataforma “Pick’Em”.

Esta alteração é outro passo da CEO Marissa Mayer, que se esforça para que a empresa Yahoo reviva da sua estagnada receita. Para além desta alteração a Yahoo tem outras ofertas a implementar, ao longo deste ano. Tais como novas aplicações, novos sites e melhoria dos produtos já existentes.

O tráfego da Yahoo aumentou em 2013, mas a empresa ainda não foi capaz de traduzir este aumento em receitas publicitárias. As vendas de “banner” e vídeo caíram 6% no quarto trimestre, enquanto, a venda de busca de anúncios caiu 4%.

fonte: http://www.tecnologia.com.pt

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Restrições do Twitter fazem mais uma vítima e MetroTwit sai do ar

O MetroTwit, conhecido cliente Twitter para Windows, está saindo do ar, e razão não é muito surpreendente.

Em um post no seu blog oficial, o MetroTwit explica que bateu de frente com o “token de limite de acesso” do Twitter, que é a maneira do microblog se certificar de que nenhum cliente terceirizado fique muito popular. Essencialmente, mais pessoas queriam usar o MetroTwit do que o Twitter permitiria.

 

Sendo assim, o MetroTwit retirou do ar seu instalador para o aplicativo desktop do Windows e removeu a listagem na Windows Store do seu aplicativo no estilo moderno. 

Os usuários existente poderão continuar acessando o MetroTwit, mas os apps não receberão mais updates ou novos recursos.

“Estamos extremamente orgulhosos de termos trabalhado com o MetroTwit e queremos agradecer aos mais de 400 mil usuários do Twitter que usaram o MetroTwit nos últimos quatro anos e nos ajudaram a formatar e dar suporte ao serviço”, afirmou a equipe do app em um post.

O MetroTwit está longe de ser a primeira vítima dos limites da API do Twitter. Anteriormente, outros clientes para Windows, como Rowi e Carbon, já tinham passado pela mesma situação.

fonte: http://idgnow.com.br

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Globo.com invadida – Webshell – Saiba a verdade

Meus queridos leitores, não sei se vocês lembram da minha postagem no facebook sobre um subdomínio da globo.com rodar o CMS mais usado do mundo WordPress, se vocês não lembram:

 

https://www.facebook.com/291160901014659/photos/a.303193256478090.1073741828.291160901014659/454371371360277/?type=1&theater

A verdade é que essa postagem deu “ibope” em todos os cantos, blogs, páginas e listas. O que tenho para falar sobre ela é que não passamos o carnaval escaneando o site da globo,  muito menos tentar quebrar a senha que postei lá, todas as informações daquele post eu tinha guardado em .txt em que um amigo há um bom tempo atrás disponibilizou para mim.

Após a postagem na minha página, muitas pessoas começaram a tentar invadir a globo ou procurar falhas em outras páginas deles e foi exatamente isso que aconteceu… Uma pessoa veio atrás de mim com o codinome “x86_g” e me perguntou se eu sabia sobre uma Webshell que estava hospedada dentro de um subdomínio do site da globo, eu disse que não sabia e deixei o assunto em off. Hoje outra pessoa veio e me fez a mesma pergunta, fui então atrás da história com o “x86_g” e ele foi super bacana dando as informações referentes ao caso, fui atrás para não escrever asneiras no meu blog de um assunto que desconheço.

Outros subdomínios além do ‘g1.globo.com/platb/wp-login.php’ rodam o CMS wordpress, segundo ele, conseguiu ter acesso juntamente com um amigo ‘@infoslack‘ a um site lá dentro a partir da exploração de um plugin desatualizado, se você deseja saber mais sobre esse método de exploração assista minha aula a seguir:

O upload da webshell foi feito por volta das 10 horas (horário de Brasília) do dia 05/03/2014 e tive acesso a alguns prints:

Alguns usuários que fazem parte desse subdomínio fazem parte de outro e assim sucessivamente, isso dá acesso a vários sites. Segundo os invasores, eles não sabem o que fazer agora, não tem algo decidido, mas estão planejando um root no servidor e usar as informações para invadir mais outros sites do mesmo domínio globo.com.

Só podemos esperar para saber o que essa galerinha vai aprontar, continuem acessando o blog, é só se inscrevem para novas notícias na barra lateral e curtir o canal no youtube. Logo logo postarei mais notícias sobre o assunto e sobre o nosso hosting.

fonte: http://securityattack.com.br/

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Para manter privacidade, Tor cria serviço próprio de mensagens instantâneas

Com o objetivo de manter a privacidade dos usuários, o Tor está desenvolvendo seu serviço próprio de troca de mensagens instantâneas chamado de Tor Instant Messaging Bundle (TIMB).  A ferramenta está sendo desenvolvida desde julho do ano passado, quando foram divulgados os casos de espionagem da Agência Nacional de Segurança dos EUA, a NSA. A previsão é de que o projeto seja lançado no final de março deste ano, segundo o site Ars Technica.

 

O TIMB irá permitir que pessoas se comuniquem em tempo real preservando suas identidades ao usar servidores de chat ocultos na rede do Tor, assim como serviços de mensagens comerciais na internet.

O Tor é uma rede construída sobre inúmeros servidores proxies que permitem aos seus usuários navegarem na internet de forma anônima ao criptografar os dados entre o usuário e o servidor. Com o novo recurso de comunicação, o serviço forçará todo o tráfego de mensagens instantâneas através da rede, estando ele dirigido a um servidor do Tor ou não. 

O serviço de comunicação instantânea será baseado na ferramenta de código aberto instantbird, da Mozila. Ao que tudo indica, a escolha está relacionada ao comprometimento e esforço da empresa em manter a biblioteca da ferramenta, o que a faz ser segura e confiável.

Originalmente chamado de Attentive Otter, o TIMB recebe doações de uma organização anônima e seu primeiro lançamento experimental não deve incluir a capacidade “off the record”, ou seja ter conversas privadas com a assinatura digital que identifica o usuário. No entanto, a assinatura não poderá ser verificada por alguém de fora da conversa e não poderá ser usada para provar a identidade do usuário fora do TIMB.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/

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Loja virtual nos EUA já arrecadou US$ 1 milhão em compras com Bitcoin

Os últimos dias tem sido conturbados para os entusiastas da Bitcoin, com o fechamento da principal casa de câmbio e escândalos de roubos. Entretanto, uma notícia boa positiva surgiu. A tradicional loja online americana Overstock.com anunciou que já vendeu US$ 1 milhão em produtos pagos com Bitcoin.

O número por si já seria surpreendente, mas a rapidez com que a marca foi alcançada é ainda mais impressionante. A loja passou a aceitar a moeda digital apenas em janeiro deste ano.

"Nós não esperávamos atingir essa marca tão cedo. Os clientes de Bitcoin são bons cleintes e estamos felizes em oferecer a eles este serviço", afirmou Patrick Byrne, CEO da Overstock em comunicado.

O executivo também acrescentou, em entrevista ao Wall Street Journal, que até o fim do ano, a expectativa é que o valor fique entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões até o fim do ano. Entretanto, mesmo se a expectativa máxima se concretizar, o faturamento com Bitcoins será pouco maior do que 1% das receitas do ano de 2013, quando a empresa vendeu o equivalente a US$ 1,3 bilhões.

Aparentemente, o real valor da Bitcoin na estratégia da Overstock é trazer novos clientes. O comunicado diz que 4,3 mil pessoas fizeram compras usando Bitcoins e cerca de 60% deles nunca haviam feito compras na loja anteriormente.

Via Mashable 

fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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Estudo sugere que Twitter pode detectar surtos de HIV

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) conseguiram relacionar certos tipos de mensagens postadas no Twitter ao aumento do contágio por HIV e sugeriram que a rede de microblogs pode ser usada para controlar surtos.

A equipe por trás da pesquisa trabalha no Centro de Comportamento Digital da instituição. Eles cruzaram tweets sobre uso de drogas e comportamento sexual arriscado aos dados geográficos sobre HIV.

 

Mais de 550 milhões de mensagens foram coletadas entre 26 de maio e 9 de dezembro de 2012. Um algoritmo foi montado para separar os tweets que continham expressões como “sex” e “get hight” (algo como “ficar chapado”); então essas informações foram comparadas às estatísticas de contágio.

Há uma relação comprovada entre as duas coisas, segundo os pesquisadores. O problema é que os dados utilizados são de 2009, então não refletem o cenário atual e, por isso, o estudo está impossibilitado de ajudar campanhas de prevenção.

Califórnia, Texas, Nova York e Flórida são os estados com maior número de tweets relacionados ao risco do HIV. Washington DC, Delaware, Louisiana e Carolina do Sul são os que apresentam taxa per capta mais expressiva de mensagens ligadas ao vírus.

Via Mashable

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Brasileiro põe imóvel à venda, mas só aceita pagamento em Bitcoin

A recente quebra do maior câmbio de Bitcoin do mundo não assustou o brasileiro Rodrigo Souza. O programador de 34 anos botou um imóvel à venda em São Paulo por US$ 250 mil, mas diz que só aceita o pagamento se ele for feito na moeda virtual.

 

Souza foi encontrado pela Folha de S.Paulo em Nova York, onde mora há quase seis anos. Ele explicou ao jornal que prefere fazer a transação dessa forma para evitar o pagamento das taxas cobradas pelo envio de dinheiro do Brasil para os Estados Unidos.

“Eu não aceito em reais porque, para trazer essa quantia para os EUA, eu iria pagar uma taxa de IOF absurda”, confirmou ele, que reconhece as limitações de sua ideia.

Um dos problemas é que o formato diminui consideravelmente a lista de possíveis compradores – já que a maioria das pessoas não lida com Bitcoin. Há ainda o problema da volatilidade da moeda; no começo do ano, por exemplo, ele chegou a fechar negócio com um interessado, mas então a BT, que valia R$ 900, despencou e acabou com o acordo.

Para não ser surpreendido por essa volatilidade, aliás, Souza disse que não guarda dinheiro em Bitcoin. Dono de uma empresa de marketing, ele paga funcionários e recebe de clientes na moeda virtual, mas converte tudo na hora para dinheiro tradicional.

fonte: https://adwords.google.com