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Cinco ferramentas grátis de colaboração e gestão de projeto

Certa vez, o manager de baseball Casey Stengel proferiu a seguinte frase: “encontrar bons jogadores é fácil. Difícil é fazê-los jogarem juntos”. A afirmação talvez valha para o momento atual no que tange aos recursos tecnológicos. Colaboração é um dos fatores-chave para o sucesso independente do tamanho da companhia. 

 

Com isso em mente, fica simples observar o quão importante é possuir a ferramenta de colaboração certa para manter os times conectados e caminhando numa mesma direção. A Computerworld listou algumas soluções que podem ajudá-lo nesse sentido. 

Podio – Trata-se de uma rede social corporativa que pode ser turbinada com funções de gerenciamento de projeto. Cada usuário cuida de seu próprio perfil, que pode ser associado a outras pessoas, como gestores, colegas envolvidos diretamente em alguma iniciativa, líderes de projeto e desenvolvedores. Possui aplicativo de chat, troca interna de e-mail, contatos, calendários e tarefas. Talvez uma das grandes vantagens da ferramenta seja a possibilidade de customizar recursos, bem como, diversos apps interessantes em um marketplace. 

Asana – Ferramenta criada por dois ex-Facebook (Dustin Moskovitz, cofundador da rede social de Mark Zuckerberg; e Justin Rosenstein, líder de tecnologia) para fazer gerenciamento de projeto e fluxos permitindo que os usuários padronizem interfaces de acordo com suas preferências e padrões de produtividade. Funciona na maioria das plataformas (tablets, smartphones e desktops) e garante flexibilidade no controle de tarefas e a fazeres, indica avanços e prazos e mantém as coisas em ordem. Grátis para até 15 usuários. A partir daí, os valores mensais vão de US$ 50 a US$ 800, dependendo do número de colaboradores na ferramenta. 

Trello – Solução grátis de gestão de projeto que oferece interface simples e intuitiva. Utiliza o modelo chamado Kanban, que ficou famoso nos anos 80 por ser propagado pela Toyota. Os projetos são representados e organizados no que a empresa se refere como quadros ou cartões contendo listas de tarefas e a fazeres compartilhados entre usuários em tempo real.  

HipChat – Caso você precise de um lugar onde empregados se conheçam, dialoguem e colaborem (e não muito mais que isso), considere essa ferramenta. Trata-se de um sistema de comunicação multiplataforma que permite criar salas virtuais para seu time compartilhar conteúdo. Os membros conseguem, ainda, criar rapidamente ambientes para conversas individuais, organizarem reuniões e desenharem históricos do projeto. A tecnologia permite, também, que você envie comunicados aos envolvidos nos projetos. A versão básica é grátis; outra, com mais recursos de armazenamento e opções administrativas, sai por US$ 2 por usuário/mês. 

GanttProject – Agora, se gerenciamento de projeto é sua praia, essa é “a” ferramenta para você. Esse app grátis e open source para gestão e agendamento foi desenvolvido ainda em 2003 e passou por muitos ciclos de evolução. A solução permite que usuários criem e organizem tanto tarefas quando avanços. Permite ainda exportar informações em formatos como HTML e PDF. O lado ruim é que não oferece nenhuma funcionalidade de redes sociais para listas de tarefas a serem feitas. Agora, se você não precisa disso, essa tecnologia grátis lhe soará bem atrativa.

fonte: http://computerworld.com.br/

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Projeto de TI do governo já descobriu R$ 21 bilhões em recursos desviados

A tecnologia tem sido uma aliada das autoridades brasileiras no combate às organizações criminosas. O desempenho vem sendo positivo. Tanto que o governo inaugurou na sexta-feira (31/10), em Brasília, a vigésima sexta unidade da Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia.

 

Os softwares instalados nesses centros contam com capacidade para analisar grandes volumes de informações rodam programas contra lavagem de dinheiro. A utilização desses programas permitiu a identificação de aproximadamente R$ 21,4 bilhões de recursos com indícios de ilicitude desde 2006. 

“Esses laboratórios trazem ferramentas que permitem as autoridades, por meio dos dados já conhecidos, como quebra de sigilo bancário, fiscal ou qualquer dado, fazerem o cruzamento das informações, como a identificação e o bloqueio de recursos da organização criminosa”, comenta Ricardo Saad, diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, à Agência Brasil. 

Segundo ele, essa mudança na estratégia tem sido amplamente discutida e propagada em fóruns internacionais. “O combate ao crime organizado passa pela retirada da capacidade financeira das organizações. O fato é que antes desses laboratórios, as autoridades brasileiras tinham pouco conhecimento para fazer a análise de dados [financeiros]”, reconhece. 

Para o Secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, os sistemas informatizados possibilitam geram informações mais precisas. “Na medida em que temos ferramentas que nos dão dados e geram relatórios de muitíssima precisão, a possibilidade de erro humano diminui e isso tem como resultado final a diminuição das possibilidades de impunidade e a anulação da investigação”, acrescenta.

*Com informações da Agência Brasil.

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Claro, Oi e Vivo se unem para comprar a TIM

O mercado brasileiro de telecom vive, de fato, um período movimentado. Mais um episódio começou a se desenrolar na sexta-feira (31). As operadoras Claro, Oi e Vivo fecharam um acordo com o banco BTG Pactual para comprar a TIM Brasil. De acordo com reportagem da Folha de São Paulo, o valor da transação pode chegar a R$ 31,5 bilhões. 

 

De acordo com informações do jornal, o negócio ocorrerá a partir de uma oferta aberta para que os acionistas da Telecom Itália decidam em assembleia o futuro da segunda maior telco do Brasil. A entrega da proposta estaria condicionada à venda, por parte da Oi, da Portugal Telecom (PT) em Portugal, o que deve ocorrer na próxima semana.

A operação da TIM seria, caso concretizado o negócio, fatiada entre as três outras operadoras. A Claro ficaria com 40% da concorrente. Apesar disso, a Vivo (que abocanharia 32%) manteria a liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel. A Oi receberia 28% da TIM. A reportagem da Folha de São Paulo afirma que essa divisão ainda está sujeita a ajustes. 

Há, contudo, indefinição sobre o que aconteceria com os clientes da empresa. “Caso a TIM seja mesmo fatiada, caberá à Anatel definir de que forma ocorrerá essa divisão”, informa o jornal, sinalizando que as compradoras deverão manter as mesmas condições de planos atualmente oferecidos aos clientes da TIM. 

fonte: http://computerworld.com.br/

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Big data não deve ser um projeto de TI

Tenha isso em mente: big data não deve ser tratado como um tópico de TI. Essa é a observação de Rasmus Wegener, executivo da Bain & Company focado na disciplina, quando questionado sobre qual seria o principal equívoco cometido atualmente em iniciativas envolvendo o conceito. “Todo mundo está exposto ao tema e não é algo da tecnologia. Vincula-se a uma nova forma de fazer negócios”, reforça.

 

A afirmação não exclui, contudo, o CIO da jogada. Aliás, trata-se do oposto disso. Os executivos de tecnologia têm um papel fundamental e podem melhorar seu status dentro das organizações com a abordagem de que é o profissional capaz de ajudar o negócio no processo de extração de valor desse grande volume de dados.

“Os líderes de TI podem aproveitar movimento para aproximar-se da estratégia das organizações”, comenta Wegener, fortalecendo o impacto transformador trazido a partir de abordagens certeiras quanto ao uso de big data. “Inserir esse tipo de iniciativa na agenda corporativa configura-se em uma oportunidade de abrir os diálogos com a alta gestão. O CIO é, no caso, o facilitador”, adiciona.

Assim como tantas outras consultorias, a Bain & Company bate na tecla de que os projetos de grandes volumes de dados precisam endereçar demandas de negócio. E a recomendação, a partir daí, é começar com esforços endereçados a oportunidades ou desafios de negócios conhecidos. 

“Vinte prioridades é igual a nenhuma prioridade. Escolha o que melhor se encaixa nos seus objetivos e os persiga”, comenta o especialista, dizendo que a abordagem correta garante gastos mínimos com tecnologia.

Dentre os desafios, Wegener cita que talvez o principal medo para iniciativas envolvendo o conceito ainda toca o valor dos projetos. O receio vem quanto a incerteza quanto ao retorno sobre os investimentos, ainda incertos, o que reforça a necessidade de elaborar um bom business case para vender a ideia à gestão da companhia.

As grandes verdades valem
Em um ambiente onde as empresas não são nascidas digitais – onde o investimento é mais natural – o trabalho é mais difícil. Comece com problemas do seu já identificados e pense que uma abordagem de big data pode ajudar a tomar uma decisão melhor, economizar dinheiro com ferramentas que não precisaria.

Além disso, ele cita que acertar quanto ao direcionamento da aplicação das ferramentas analíticas permite torna os negócios duas vezes mais rentáveis, além de possibilitar tomadas de decisões três vezes melhores e cinco vezes mais rápidas.

fonte: http://computerworld.com.br/

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Motorola passa a fazer parte da chinesa Lenovo

Nove meses após anunciar que deixaria de fazer parte do Google para se unir à Lenovo, a Motorola Mobility finalmente pode dizer que passou para o lado dos chineses. Nesta quinta-feira, 30, foi anunciado que o processo de aquisição, que custou US$ 2,91 bilhões, estáconcluído.

 

A sede da Motorola permanecerá em Chicago e os demais escritórios ao redor do mundo serão mantidos com seus cerca de 3,5 mil empregados - 2,8 mil deles estão nos Estados Unidos.

Como será uma subsidiária da Lenovo, a Motorola manterá sua marca e a franquia DROID. "Continuaremos focando em Android puro e atualizações rápidas", afirmou Rick Osterloh, que chefia a Motorola Mobility.

O Google, que em 2012 pagou US$ 12,5 bilhões pela Motorola, continuará como dono da maior parte do portfólio de patentes da empresa - a Motorola poderá usá-las como licenciada. Mais de 2 mil patentes ficarão com a Lenovo, assim como o direito de usar a marca Motorola Mobility.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Microsoft lança pulseira inteligente

A Microsoft lançou nesta quinta-feira, 30, a pulseira inteligente Band, primeiro dispositivo vestível da companhia.

O aparelho tem foco em usuários comuns ou esportistas, com bastante atenção aos últimos. A Band monitora quantidade de passos dados, corridas, batimentos cardíacos e calorias gastas; é possível programar metas de atividades físicas e a pulseira avisa quando o usuário as tiver concluído.

 

A Band também envia notificações de mensagens, ligações, calendário, e-mails, redes sociais e financeiros, tudo num display colorido de 1,4 polegada e resolução de 320 x 106 pixels. Ela se conecta a smartphones com Windows Phone, Android e iOS e tem acesso à assistente pessoal Cortana.

Segundo a Microsoft, a bateria dura 48 horas e é recarregada em menos de 1h30m. Há ainda um espaço de 64 MB para armazenamento interno e resistência à água. O aparelhocusta US$ 200, disponível em três tamanhos, mas ainda não se sabe quando virá para o Brasil.

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Microsoft demite 3 mil pessoas

A Microsoft anunciou hoje a demissão de 3 mil funcionários como parte do plano de reorganização da empresa anunciado em julho. Ao todo, 18 mil postos de trabalho serão cortados nos próximos meses, o que equivale a 14% dos 110 mil colaboradores.

“Demos outro passo que concluirá quase totalmente a redução de 18 mil (vagas) anunciada em julho", disse um porta-voz da Microsoft. "As reduções que aconteceram hoje estão espalhadas em muitas unidades de negócios diferentes e muitos países diferentes".

A divisão de celulares é a área mais prejudicada, por causa da incorporação da Nokia. No ano passado, a Microsoft pagou US$ 7,2 bilhões pela finlandesa e aos poucos começa a substituir a marca Nokia por Microsoft Lumia.

Via: Agências de notícias

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Coqueteleira inteligente ajuda a criar o drink perfeito

Bartenders amadores ganharam a ajuda da tecnologia para criar o drink perfeito. Uma empresa chamada Magnified Self desenvolve uma coqueteleira inteligente, que ajuda a comandar as misturas para que o resultado seja o mais próximo possível das bebidas preparadas pelos profissionais.

 

O produto, chamado B4RM4N, ainda está em desenvolvimento e recorre ao Kickstarter para ser bancado. Contribuindo com valores a partir de US$ 100, é possível reservar a coqueteleira, que será entregue assim que o projeto for concluído. Os responsáveis pedem US$ 100 mil para financiar o desenvolvimento.

 

Mas como funciona? O aparelho se conecta ao seu celular, onde é possível escolher entre várias receitas por meio de um aplicativo. Em seguida, é hora de misturar os ingredientes, e é nesse momento que o B4RM4N se destaca. Com sensores de peso e LEDs, a coqueteleira avisa quando a quantidade está perfeita, para que você pare de colocar a bebida, coloque mais, ou inclua gelo. Um acelerômetro também guia o usuário no processo de chacoalhar o drink.

A coqueteleira terá aplicativos para Android e iOS, que avisarão quando é hora de ir para o próximo passo. Caso isso não seja suficiente, também serão oferecidos avisos luminosos na coqueteleira e no alertas sonoros.

O B4RM4N terá uma bateria de polímero de lítio que poderá ser carregado via USB e também terá um modo de criação, para que o usuário crie suas próprias receitas.

Você pode conferir no vídeo abaixo:

Via CNET

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Conheça o ClickStick, um desodorante inteligente

Já imaginou usar um aplicador de desodorante inteligente? Antes que você diga que a invenção é inútil, saiba que os criadores do ClickStick discordam da ideia.

Isso porque o gadget promete aplicar desodorante com menos desperdício de plástico (já que a embalagem não é descartável) e mais facilidade, pois libera sempre uma mesma quantidade do produto, o que permite fazer a aplicação com uma mão só.

 

O ClickStick ainda vem com um aplicativo que ajuda a escolher a melhor quantidade de produto a ser usada, permite escrever notas, lembretes e até mesmo pedir um novo refil de desodorante. Para completar, o aplicador ainda possui uma luz interna, criada para facilitar o uso em ambientes escuros.

No momento, o dispositivo ainda está em fase de financiamento no Kickstarter e tem como meta US$ 55 mil. Até agora, mais de US$ 29 mil já foram arrecadados. 

Se você quiser contribuir, tem até o dia 3 de dezembro para escolher entre as opções de doações, que vão de US$ 1 (R$ 2,41) a US$ 1 mil (R$ 2, 4 mil). Para adquirir o ClickStick, é preciso desembolsar pelo menos US$ 21 (R$ 51).

Via CNET 

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WhatsApp adia chamadas de voz para 2015

O WhatsApp prorrogou para o ano que vem a incorporação das aguardadas chamadas de voz. Em fevereiro deste ano, durante o processo de venda para o Facebook, Jan Koum, um dos fundadores e CEO do aplicativo mensageiro, havia prometido que a atualização aconteceria até junho de 2014. 

Koum explica que o processo é difícil. Segundo ele, é preciso resolver questões técnicas relacionadas à funcionalidade, como o fato de o app não possuir acesso a todos os microfones do celular, o que contribui para ruídos nas chamadas. Outro empecilho é encontrar uma maneira de fazer o serviço funcionar em áreas onde a cobertura de dados é ruim; afinal, há usuários que ainda dependem do 2G.

 

Quem não tiver paciência para esperar a inclusão do recurso, pode experimentar soluções alternativas. Viber, WeChat, Google Hangouts , Face Time e Skype são alguns dos apps mais famosos para chamadas de voz.

Via Fierce Wireless

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/