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Empresa brasileira cria versão web do WhatsApp para segmento corporativo

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Se você sonhava com uma versão web do WhatsApp, saiba que ele já se tornou realidade. A brasileira Vanquish lançou, há dois meses, o WhatsCom, programa que permite utilizar o serviço em navegadores de qualquer sistema operacional, seja Windows, Mac ou Linux.

Segundo Renato Carvalho, um dos criadores do WhatsCom, o software é direcionado ao uso corporativo, no entanto, nada impede que um usuário normal use o WhatsCom. "Quando uma empresa usa o WhatsApp, ela não tem controle sobre o app. O WhatsCom é diferente da versão normal do WhatsApp porque como tem armazenamento na nuvem, todos os históricos e contatos ficam arquivados", explica.

O WhatsCom oferece cinco tipos de plano mensais que variam entre R$ 69,90 (apenas uma conta) e R$ 2.999,90 (100 contas custando R$ 29,90 cada). Todos contam com 50GB de armazenamento em nuvem, número de telefone e login de acesso para a aplicação. Além do armazenamento na nuvem, outra função que permite um maior controle da empresa é o administrador do plano, que controla o uso da ferramenta.

A companhia que adquirir o serviço ainda pode importar contatos do Google ou em formato ".csv.", ver estatísticas e relatórios e agendar tarefas integradas aos chats, como por exemplo, o retorno de uma ligação.

Funcionamento

Mas afinal, como funciona o WhatsCom? De acordo com Renato, ao adquirir um plano, o usuário ou empresa contrata também um número de telefone, incluso no preço do pacote. Antes do cliente receber o login e número de sua conta, o WhatsCom faz o registro do telefone no WhatsApp e usa o código de confirmação por SMS no programa para habilitar o WhatsApp.

"Como o WhatsApp possui código aberto, usamos a API para criar nosso programa e integrá-lo com o aplicativo", afirma Carvalho.

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A grande diferença do WhatsCom não é só o uso do WhatsApp no PC ou laptop, mas também a sua interface. Ao acessar o programa, o usuário conta com uma série de recursos extras, como por exemplo, uma agenda de contatos. Além do número de telefone e nome, é possível inserir também endereço, CPF, data de nascimento, outros telefones, redes sociais e outros dados.

Vale comentar também que funções normais do WhatsApp como os grupos, emoticons e "visto por último" também estão presentes. O mesmo acontece com o envio de fotos, vídeos, links, localização e áudio. Nesse último caso, no entanto, é preciso ter um áudio salvo no computador, já que não é possível gravar diretamente da aplicação.

Nova versão

Para as próximas semanas, o WhatsCom planeja uma nova versão. A principal novidade é a atendente virtual, que poderá programar mensagens e enviar respostas automáticas de acordo com certas palvras-chave.

"O recurso pode ser muito útil no caso de empresas como e-commerces. O consumidor envia uma mensagem ao número perguntando sobre um produto. Como a atendente foi programada para enviar uma determinada mensagem, o cliente recebe uma resposta inicial de sua dúvida, que pode encaminhá-lo para outros canais", sugere Renato.

Ainda segundo Carvalho, a atualização chegará aos usuários, no máximo, até início de dezembro.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Criança de 5 anos passa em teste de certificação da Microsoft

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Um garoto de apenas seis anos se tornou a pessoa mais jovem a conquistar o título de Profissional Certificado pela Microsoft. E, quando conseguiu a façanha, Ayan Qureshi tinha cinco anos.

O pai de Ayan, Asim Qureshi, é consultor de TI e disse à BBC que introduziu o filho ao mundo da tecnologia quando o garoto tinha três anos. "Qualquer coisa que eu dizia, no dia seguinte ele se lembrava de tudo, então comecei a alimentá-lo com mais infomações", contou.

Asim ressaltou que a parte difícil foi fazer uma criança tão nova a entender a linguagem do teste da Microsoft, mas a boa memória do filho contribuiu para o sucesso.

O garoto possui um laboratório de informática em casa, onde ele mesmo montou a rede de computadores. Cerca de duas horas de seu dia é gasta no espaço, aprendendo sobre sistemas operacionais e como instalar programas.

A família, contando com a mãe, Mamoona, se mudou do Paquistão para a Inglaterra em 2009. Ayan diz querem abrir sua própria empresa e ajudar a erguer um hub de tecnologia britânico equiparável ao que o Vale do Silício representa nos Estados Unidos.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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Internet gratuita chegará a toda Nova York até final de 2015

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A Prefeitura de Nova York anunciou na última segunda, 17, que vai levar rede de internet gratuita a toda a cidade até o final de 2015. Para isso, uma seleção para um consórcio de empresas foi aberta.

Batizada de "LinkNYC", a rede terá terminais que vão substiruir telefones públicos e funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana. A velocidade não foi divulgada no comunicado oficial, no entanto, a Prefeitura afirma que ela será em "gigabytes, que é 100 vezes mais rápida que a média da internet pública".

Além disso, os cidadãos da cidade contarão ainda com chamadas gratuitas, um tablet touch para acessar os serviços da cidade e postos de recarga para eletrônicos.

A rede terá 10 mil terminais com um raio de cobertura de 45 metros nos cinco distritos de Nova York e não custará nada aos contribuintes. Isso porque a LinkNYC será financiada com publicidade.

Atualmente, alguns bairros da cidade como Chelsea já possuem internet gratuita graças a um projeto piloto do Google, disponível também em alguns parques de Nova York.

Via AFP 

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Coursera divulga primeiros cursos português

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A parceria entre a plataforma de cursos online gratuitos Cousera, USP e Unicamp vai sair do papel em 2015. Anunciado em setembro, o acordo trará ao site os primeiros módulos elaborados pelas universidades inteiramente em português. E os seis temas iniciais já foram definidos, embora não tenham data certa para acontecer:

Universidade de São Paulo – USP

1. Fundamentos e linguagem de negócios: contabilidade – The Blue Side Up

2. Origens da vida no contexto cósmico

3. História da contabilidade

4. O sistema previdenciário brasileiro: características e aspectos distributivos

Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP

5. Processamento digital de sinais

6. O empreendedorismo e as competências do empreendedor

Em dois anos, o Coursera atingiu a marca de 10 milhões de alunos registrados. Só no Brasil, o número de inscritos cresceu de 300 para 370 mil em dois meses. A tradução dos cursos produzidos por universidades internacionais está sendo realizada pela Fundação Lemann, responsável pelo site no Brasil, com a ajuda de voluntários. 

Até agora, 33 cursos estão disponíveis com legendas. Ao todo, são mais de 700 oferecidos por grandes instituições de ensino como Stanford, Yale, Universidade de Michigan, Universidade de Longres e Princeton.

“Estamos orgulhosos com a marca que conseguimos atingir. É motivo de muita alegria perceber que milhares de pessoas em todo o mundo estão usufruindo do conteúdo disponibilizado por nossos parceiros para adquirir conhecimentos, progredir na carreira ou até mesmo escolher um novo campo de trabalho”, comenta a presidente do Coursera Daphne Koller.

Confira aqui 4 cursos gratuitos sobre tecnologia que estão disponíveis na plataforma.

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Facebook lança aplicativo para gerenciamento de grupos

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Há algum tempo, o Facebook começou a lançar vários aplicativos independentes da rede social. Nesta terça-feira, 18, a empresa lançou um novo, chamado Facebook Groups. O app, disponível para Android e iOS permite gerenciar grupos de forma independente e com uma interface mais elegante.

Segundo o Facebook, dos mais de 1 bilhão de usuários, pelo menos 700 milhões interagem mensalmente com pelo menos um grupo. A equipe do Creative Labs, responsável por esta nova leva de apps, tentou tornar mais fácil a vida destas pessoas com uma experiência móvel mais rápida e fácil de usar.

O objetivo é facilitar a criação, entrada e navegação entre grupos com agilidade. Também há uma aba que permitirá descobrir outras comunidades com base nos seus interesses. Para isso, a rede social leva em conta os grupos dos quais você já participa e as páginas que você curte para sugerir.

A empresa nega que haja um plano de agir como fez com o Messenger com o novo aplicativo. Os usuários que costumam interagir com os grupos na rede social não serão obrigados a baixar nada, já que a função permanecerá existindo como parte do app principal do Facebook.

Quem se interessou, pode conferir o aplicativo clicando aqui para baixá-lo no iOS. Já para o Android, você pode clicar aqui para baixar.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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Agora nem o próprio WhatsApp pode ler as mensagens dos usuários

whatsapp

A mais nova atualização do aplicativo do WhatsApp para Android traz uma novidade importante: agora o serviço oferecerá criptografia “end-to-end” ativada como padrão, o que significa que, pelo menos em tese, nem mesmo o próprio WhatsApp será capaz de quebrar o sigilo das mensagens, mesmo quando receber um mandado judicial ordenando tal ação.

A empresa, que já faz parte do Facebook, revelou uma parceria com a Open Whisper Systems para o lançamento do recurso, que utilizará código aberto. Ainda não se sabe se ou quando os usuários do iOS serão beneficiados com a novidade.

Com isso, a ferramenta criará chaves para a comunicação entre usuários, às quais a empresa não deve ter acesso. Isso fará com que o WhatsApp se torne o aplicativo de bate-papo mais popular, com 600 milhões de usuários, a adotar um recurso do tipo. Não é o primeiro, no entanto: Telegram, Silent Text e Cryptocat estão entre os apps que já fazem isso, mas que não chegam perto da base de usuários.

A Open Whisper Systems desenvolveu o TextSecure, plataforma utilizada pelo WhatsApp no sistema, que promete manter as mensagens encriptadas mesmo se um cibercriminoso conseguir quebrar a chave. Por ter seu código aberto, o TextSecure já foi verificado e é aclamado pela comunidade de especialistas em segurança digital.

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Até 2020, 90% das pessoas com mais de 6 anos terão smartphone

crianca e smartfone

A Ericsson divulgou nesta terça-feira, 18, o seu relatório mais recente de mobilidade. De acordo com o estudo, 90% das pessoas com mais de 6 anos deverão ter um smartphone até 2020.

Além disso, a pesquisa afirma que o mesmo ano deve alcançar 6,1 bilhões de smartphones funcionando e 650 milhões de híbridos, tablets e modems com conexão de celular. Atualmente existem 2,7 bilhões de smartphones funcionando e estima-se que até o final do ano, mais 800 milhões de aparelhos sejam ativados.

Para alcançar chegar à marca de 6,1 bilhões, as operadoras e fabricantes de smartphones deverão atrair novos consumidores pois, segundo a Ericsson, apenas 37% das novas ativações do terceiro trimestre de 2014 foram de smartphones. Neste número, Índia e China ficaram em primeiro e segundo lugar, com 18 milhões e 12 milhões de ativações, respectivamente.

O levantamento ainda analisou outras tendências para os próximos anos como o aumento do uso das chamadas de vídeo, que, para a Ericsson, devem representar 55% do tráfego móvel até 2020. Atualmente, os streaming de música e vídeo ocupam as maiores fatias do tráfego móvel. 

Por fim, a companhia espera que na próxima década, o 5G deverá ser adotado mais facilmente pelos usuários do que como foi com o 3G e 4G.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Como o Google está mudando o mundo

google muda mundo

É cada vez mais comum, sobretudo em conversas informais entre profissionais de tecnologia, ouvirmos afirmações bem humoradas do tipo "o Google irá dominar o mundo". Apesar da óbvia entonação irônica, não podemos negar que o senhor Larry Page (co-fundador e CEO do Google) não mede esforços para fazer desta frase uma realidade.

Estive em setembro na sede da empresa em Mountain View, na Califórnia e pude constatar a grandiosidade do "Googleplex". Composta por mais de 40 prédios, a empresa ocupa praticamente um bairro inteiro no Vale do Silício. É lá, que um verdadeiro exército de gênios da tecnologia inventa, desenvolve e aperfeiçoa a já extensa lista de produtos oferecidos pelo Google.

A empresa, que iniciou suas operações como um site de buscas em 1998, e já é referência em diversos outros segmentos online, como hospedagem de e-mail (Gmail), navegador (Chrome), mapas (Google Maps e Google Earth), compartilhamento de fotos (Picassa), tradutor online, dentre outros, já é sucesso também em vendas de notebooks e smartphones (e o sistema operacional utilizado pelos mesmos).

Mas o que difere o Google de outras empresas não é o sucesso obtido em soluções de sua área e sim sua insaciável capacidade de surpreender o mundo com inovações que buscam, de alguma forma, mudar a forma como as pessoas lidam com rotinas e necessidades comuns do dia a dia.

Cito abaixo algumas destas inovações:

- Google Driverless Car: Sim, você traduziu corretamente. O Google apresentou a poucos meses um carro que dirige sozinho. Sem pedais, sem volantes e movido a bateria, o Google Driverless é umas das maiores representações do que o Google reserva para o mundo no futuro. Apesar de já ter realizado demonstrações do mesmo, ainda não existe uma data para o carro começar a ser comercializado para o público, estima-se que em 2015 teremos novidades.

- Google Glass: Em desenvolvimento desde 2006, o óculos Google já pode ser comprado no site da empresa. Trata-se de um óculos semelhante aos óculos convencionais, mas com "mini projetores" na parte superior de uma das lentes que permite ao usuário uma experiência única de "realidade aumentada". Com o Google Glass, os smartphones tendem a perder espaço, já que o mesmo permite, por exemplo, ver filmes, ouvir músicas, ver a previsão do tempo, tirar fotos em alta qualidade, filmar, efetuar ligações apenas com um comando de voz, e até mesmo controlar seus batimentos cardíacos.

- Lentes de contato para Diabéticos: Em uma parceria com a suíça Novartis, o Google apresentou um protótipo de lente de contato que mede o nível de glicose do seu usuário através da lágrima e envia o resultado ao celular desejado. Esta lente ainda não possui data para lançamento.

- Colher para pacientes com Parkinson: Em setembro a Google anunciou a aquisição da empresa "Lift Labs", empresa responsável pela criação de uma colher inteligente, feita especialmente para pacientes diagnosticados com o mal de Parkinson. A colher possui uma tecnologia capaz de detectar movimentos e vibrar na direção oposta, buscando diminuir assim os impactos e permitir que os pacientes se alimentem sozinhos. A colher já pode ser adquirida por menos de U$300,00.

- Nanorobôs detectores de Câncer: No último dia 28 de outubro o Google anunciou sua mais nova empreitada, a criação de uma pílula, que ao ser ingerida irá liberar dentro do corpo humano nanorobôs que serão capazes de revelar de possíveis doenças, como câncer, diabetes, colesterol e até mesmo problemas cardíacos e enviar as informações aos pacientes ou mesmo aos médicos. Este projeto também não possui data para lançamento ao publico.

É evidente que não podemos afirmar que todas estas inovações irão ser de fato um sucesso, afinal, não podemos prever o que os próximos anos nos reservam. Mas se existe algo que podemos prever sobre o futuro é que, certamente, o Google fará parte dele.

fonte: http://cio.com.br/

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Fecomercio alerta para perigos do acesso Wi-Fi grátis no Brasil

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A cena se torna cada vez mais corriqueira: a pessoa entra em uma loja/bar/café no Brasil e conecta-se a rede sem fio do estabelecimento. Caso seja você o cidadão que acessa o Wi-Fi, saiba que pode ter dores de cabeças sérias. Agora, caso você seja o dono do estabelecimento que oferece conectividade grátis aos seus “clientes”, seus problemas podem ser até maiores. 

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio) vem alertando o mercado para o fato de que os estabelecimentos precisam tomar algumas medidas ao prover internet grátis aos clientes, pois estão sujeitos a responder juridicamente por infrações praticadas por terceiros em sua rede.

Rony Vainzof, vice-presidente do conselho de TI da entidade e advogado especialista em direito digital, cita que há perigo de responsabilização civil indireta por negligência, caso a empresa que forneça conexão à internet não registrar a identificação do infrator, caso solicitado pela Justiça. 

Pelas normas estabelecidas pelo Marco Civil da Internet, os provedores de aplicação precisam guardar registros de usuários por seis meses. Com isso, quando indagados pelas autoridades, possivelmente acharão o IP (protocolo de internet) de quem cometeu um delito na rede. Caso o crime tenha sido cometido em um estabelecimento, pena pode recair sobre quem disponibilizou a conexão. 

O especialista cita pelo menos três formas de mitigar os riscos: fazer autenticação do usuário (com dados cadastrais que indiquem quem e quando acessou a rede); definir termos de uso (estabelecendo regras que exime o estabelecimento de responsabilidades); e bloquear a sites de conteúdo mais perigo (como os que contenham conteúdo de pornografia, por exemplo). “Não é para não disponibilizar Wi-Fi grátis. Mas é preciso ter cautela”, reforça Vainzof. 

O perigo de segurança
Quem acessa redes abertas também assume riscos. Algumas conexões desse tipo podem esconder vulnerabilidades e ameaças que roubam informações de dispositivos. Recentemente, uma quadrilha de espionagem (batizada de Darkhotel) que roubava dados sensíveis de executivos de alto escalão em viagens para fora de seus países de origem através de conexão em redes sem fio de hotéis de luxo. 

Os alvos mais frequentes foram CEOs, vice-presidentes, diretores de marketing e vendas e líderes de times de pesquisa e desenvolvimento que viajaram para Estados Unidos e Ásia. 

fonte: http://computerworld.com.br/

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Brasil é o único país que oferece treinamento para quem quer ser cibercriminoso

seguranca digital3O Brasil é o único país do mundo onde é possível passar por um treinamento para virar cibercriminoso. Pelo menos é o que aponta um relatório da Trend Micro que analisou e mapeou o submundo do crime cibernético também na Rússia e China e trouxe um panorama dos problemas de segurança digital. 

Os cursos mais buscados para pessoas que querem entrar nesse “mercado” são os que ensinam a cometer fraudes bancárias. De acordo com a fornecedora de tecnologia de segurança, essas modalidades podem custar entre R$ 120 e R$ 1,5 mil. 

Os criminosos também oferecem serviços e ferramentas para os novos malfeitores. “Páginas de phishing são opções muito utilizadas pelos criminosos no Brasil (...) para se apropriar das credenciais do usuário e conseguir fazer movimentações em suas contas bancárias”, informa a Trend Micro, sinalizando que aprender técnicas nessa vertente custam, em média, de R$ 100.

No relatório, a empresa demonstra o nível de sofisticação do cibercrime organizado nacional e lista preços de produtos e serviços do cibercrime no Brasil:

    • Credenciais de cartões de crédito válidos – a partir de R$ 90 (dependendo do limite de crédito do cartão);
    • Lista de números de telefone – a partir de R$ 750 (dependendo do tamanho da cidade);
    • Software que envia Spam via SMS – R$ 499;
    • Seguidores, visualizações e likes em mídias sociais – a partir de R$ 20.