value1

5 dicas para investir na fidelização de clientes

Conquistar o interesse do consumidor é uma ação que exige estratégia e visão de negócio. Há empresas no mercado que enxergam algumas atitudes de diferenciais como gastos e nunca conquistam a fidelidade de um cliente.

Já outras, acreditam que podem se basear no que a maioria faz, e prestar serviços de acordo com a média, tornando seu e-commerce igualmente medíocre. Veja 5 dicas para fidelizar seus consumidores:

 

Entenda e atenda expectativas. Saber o que os clientes desejam encontrar e como desejam ser atendidos faz toda a diferença para um e-commerce conquistar a preferência de sei público. Um cliente bem recebido, sempre volta.

Antecipe necessidades. Conhecer as necessidades dos consumidores, e antecipar soluções, torna a empresa mais próxima do cliente e mais querida também. Mais do que apenas negociar, clientes desejam se relacionar.

Agradeça aos consumidores. E, por falar em relacionamento, podemos citar o pós-venda e destacar a iniciativa de agradecer o consumidor pela negociação; o que pode ser feito na própria entrega do produto ou posteriormente via e-mail ou mídias sociais.

Siga os consumidores. Sobre as mídias sociais, é interessante ser parceiro do cliente e observá-lo. Assim, é possível descobrir suas preferências, necessidades e estar sempre interagindo.

Resolva problemas rapidamente. Ter um prazo de desenvolvimento de problemas e imprevisto maior que os concorrentes e a própria média do mercado é um diferencial que deve ser apostado, se o objetivo é conquistar o cliente. Portanto, se sua loja tem condições de solucionar questões rapidamente, faça! Seja diferente.

A principal lição para conquistar a fidelização dos consumidores chama-se diferencial. Facilite sempre, disponibilize-se, leve seu consumidor a sério. A consequência será o reconhecimento e a fidelização de seu público.

Sucesso!

fonte: http://ecommercenews.com.br/

value1

Pesquisa mostra os pontos positivos e as dificuldades do e-commerce brasileiro

brasil-comercio-eletronicoOs números do e-commerce brasileiro continuam em alta. De acordo com o eBit, o setor deve crescer 25% em 2013, em relação ao ano anterior. Esta é a prova de que o consumidor brasileiro, com mais acesso à Internet, smartphones e tablets, está mais receptivo à compra online. Embora o cenário seja bastante positivo, os varejistas virtuais ainda precisam melhorar alguns pontos de sua operação. É o que mostra a pesquisa da FBITS eCommerce One Stop Shop, especialista em soluções para o comércio eletrônico.

 

De acordo com Cícero Caiçara Junior, consultor da FBITS e coordenador da pesquisa, o objetivo do levantamento, realizado com 201 empresas do setor, foi verificar quais são os pontos positivos e quais as dificuldades do comércio eletrônico brasileiro. “Identificamos e disponibilizamos dados mais concretos sobre operações de e-commerce no Brasil. Muitos números e indicadores poderão servir como referencial comparativo”, declara.

O frete representa o custo mais impactante em operações de e-commerce e, portanto, um dos pontos mais delicados do negócio. Mais de 20% das lojas virtuais entrevistadas afirmam gastar mais de 10% do seu faturamento com os custos de entrega de mercadorias, e 24% das pesquisada dispendem entre 5% e 10% do faturamento com o frete. “Este é um dos maiores custos de uma operação de e-commerce e no Brasil este ponto é muito mais crítico, pois possuímos uma péssima infraestrutura, com estradas ruins e com transporte aéreo caríssimo”, analisa Cícero.

As lojas virtuais estão cada vez mais atentas a dois processos importantes nas operações de e-commerce: atendimento ao cliente e análise de risco e fraudes. Para 46% das empresas pesquisadas, os custos com serviços de atendimento ao cliente (SAC) representam até 2% do seu faturamento. “Vale lembrar que os canais de comunicação com o consumidor (seja ele telefone, e-mail ou chat) são obrigatórios a partir da nova Lei do consumidor para eCommerce”, enfatiza Cícero. O processo de análise de risco e fraudes, que pode evitar prejuízos para as lojas virtuais e para o usuário, representa para 55% das participantes até 2% de seu faturamento.

Marketing digital forte, mas em poucos canais

A pesquisa da FBITS também mostra que as lojas virtuais entendem que propaganda é a alma do negócio e estão cada vez mais atentas ao marketing digital. 29% das respondentes afirmam investir entre 5% e 10% de seu faturamento em ações que divulguem sua marca no meio digital e 22% investem mais de 10% do seu faturamento.

No entanto, Cícero destaca que os varejistas investem em poucos canais. O mais utilizado é o Google, por meio de links patrocinados, e é o responsável por mais da metade do faturamento de 22% das respondentes.  “Isso evidencia uma dependência desse canal que, caso não seja bem gerenciado, pode não ser sustentável a médio e longo prazo”, adverte. Porém, o Search Engine Optimization (SEO) também merece destaque. Dentre as respondentes, 80 empresas afirmam que entre 20% e 50% do seu faturamento vêm do SEO. “Isso é ótimo para as lojas virtuais, já que estamos falando de um canal orgânico, não pago”, completa o coordenador da pesquisa.

O e-mail marketing é outro canal de vendas bastante utilizado pelas empresas de eCommerce. 61% das empresas participantes afirmam que obtêm até 20% de seu faturamento a partir deste canal, e 19% das respondentes obtêm entre 20% e 50% de seu faturamento com campanhas de E-mail marketing. “Esses dados demonstram que, quando bem gerenciado, o envio de e-mail marketing na hora certa e para o público certo traz conversão de vendas”, salienta Cícero.

Redes sociais, programas de afiliados, parceria com Blogs, comparadores de preço e marketplace são canais ainda pouco explorados pelas lojas virtuais. Em alguns casos, destaca-se o percentual de varejistas que declaram não usá-los: 39% para comparadores de preço, 32% para parceria com blogs e 47% para marketplace. Para Cícero, esses dados mostram que o eCommerce ainda precisa compreender melhor o funcionamento e os benefícios dos mais variados canais de marketing.

A pesquisa completa pode ser baixada neste link: http://ecommercenews.com.br/wp-content/plugins/sem-external-links/external.png); padding-right: 13px; background-position: 100% 50%; background-repeat: no-repeat no-repeat;">http://www.fbits.com.br/cenario-do-ecommerce-no-brasil/

fonte: http://ecommercenews.com.br/

value1

Diretor de logística de e-commerce pode ganhar mais de R$ 30 mil

diretor-ecommerceDas 13 profissões que estão em alta no mercado, o diretor de logística de e-commerce é o único que aparece como representante do setor de tecnologia. De acordo com a Exame, o salário do profissional pode passar de R$ 30 mil, dependendo da experiência.

Segundo o consultor de carreira da empresa de recolocação profissional Thomas Case & Associados, Marshal Raffa, o crescimento do e-commerce tem aumentando a busca por profissionais de logística. No entanto, cerca de 65% das vagas abertas na área encontram pessoas despreparadas para o trabalho. Em outras palavras, atualmente há mais vagas no mercado do que brasileiros qualificados para ocupá-las.

O profissional de logística de e-commerce é responsável pelo gerenciamento de entregas, estoques e ciclo de suprimentos de uma loja virtual. Ele precisa ser extremamente pró-ativo, falar inglês e ter formação em engenharia, economia ou administração, além de uma pós-graduação em cadeia de suprimentos, ou, suplly chain, de acordo com o consultor.

"É importante lembrar que o especialista em logística de varejo tradicional deve se focar no e-commerce para conseguir exercer o cargo com propriedade, já que a tarefa no mercado eletrônico exige competências diferentes", comenta Raffa.

Um analista da área, em fase inicial, pode ganhar de R$ 3 mil a R$ 5 mil, enquanto um gerente consegue salários entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. O consultor alerta que as chances de crescimento no setor são grandes, já que a projeção é que o Brasil se torne o quarto maior mercado de e-commerce em 2016.

"Com competência, idiomas e especialização, o candidato tem um ótimo caminho pela frente", finaliza.

fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/

value1

Os efeitos da Lei de Entrega no e-commerce

lei-de-entrega-commerceTendo em vista a sanção da Lei Estadual 14.951/2013, que alterou a Lei 13.747/2009 – Lei de Entrega Paulista -, já é possível mensurar as mudanças nas operações no e-commerce, sobretudo, quanto à elevação dos custos pela entrega programada de produtos que venha a ser adquirido em loja física ou pelo comércio eletrônico.

 

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, Abcomm, que representa 1.348 empresas associadas atuantes do setor, vários são os motivos pelos quais a Lei de Entrega Paulista causará atraso no setor de comércio eletrônico no Estado de São Paulo, como aponta abaixo, Mauricio Salvador, presidente Associação:

1. Para se ter uma ideia do impacto, o processo normal de roteirização de um veículo para um dia de entregas considera 60 (sessenta) pacotes entregues. Com a Entrega Programada, esse mesmo veiculo passará a entregar apenas 20 (vinte) pacotes no mesmo período de tempo. Isso representa uma redução de 66% (sessenta e seis por cento) na efetividade da equipe de entregas.

2. A Lei foi redigida, votada e sancionada sem que fossem consultados especialistas no assunto, que poderiam contribuir com análises de impactos causados pela Lei. O consumidor, que seria a parte favorecida pela criação da Lei, poderá vir a ser o maior prejudicado, pois tais custos operacionais devem levar ao aumento dos preços.

3. Na mesma esteira do texto original da Lei, a atual redação da Lei de Entrega teve vigência iniciada na data de sua publicação, ou seja, desde 07.02.2013. Todavia, não se pode admitir que uma Lei que traga tantas obrigações a uma das partes envolvidas, neste caso às lojas de comércio eletrônico, as quais aqui representamos, venha a ter vigência imediata, isto é, na própria da data de sua publicação sem a presença de uma “vacacio legis”, ou seja, sem que haja um período razoável de adaptação àquele que por ela é obrigado a cumprir.

4. A Lei obriga as lojas virtuais a oferecerem os serviços de entrega programada para os consumidores, mas desobriga as transportadoras a disponibilizarem esse serviço. Senão bastasse, é fato que micro, pequenos e médios lojistas tratam suas entregas, em sua grande maioria, com os Correios do Brasil, o qual, por sua vez, não se submeterá às obrigações de uma legislação que não seja federal – segundo a Constituição Federal, Artigo 22, Parágrafo V, compete privativamente à União legislar sobre serviço postal. Em tempo: a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, empresa Pública Federal é responsável por 60% (sessenta por cento) das entregas do e-commerce brasileiro.

5. A Lei causa desequilíbrio na competitividade também das empresas de médio e grande porte estabelecidas no Estado de São Paulo, uma vez que empresas de fora do Estado poderão continuar vendendo seus produtos para consumidores paulistas, sem a necessidade de adaptação à Lei. A Constituição Federal garante que não podem ser criadas leis que desequilibrem a competitividade entre empresas de um setor. Segundo o Artigo 1º da Lei da Entrega, “Ficam os fornecedores de bens e serviços localizados no Estado obrigados a fixar data e turno para realização dos serviços ou entrega dos produtos aos consumidores.” A movimentação de empresas de comércio eletrônico para fora do Estado de São Paulo será inevitável.

6. Sendo assim, a Lei em questão patentemente contraria o artigo 170 da Constituição Federal, que trata da ordem econômica e da livre iniciativa, pois, decerto que coloca as empresas do Estado de São Paulo em franca desvantagem quanto as empresas de outros Estados, das quais não se pode exigir o cumprimento desta Lei.

7. Tendo em vista que o setor de varejo é a maior fonte geradora de empregos no Brasil, os itens 5 e 6 acima citados, tornam o vigor da Lei da Entrega ainda mais preocupante, pois causará o fechamento de postos de trabalho principalmente em micro e pequenas empresas do setor varejista no Estado de São Paulo.

8. Tendo em vista que o Estado de São Paulo representa aproximadamente 40% (quarenta por cento) do faturamento do comércio eletrônico brasileiro, a fuga de empresas desse setor, causará significativa queda na arrecadação dos municípios do Estado.

Desta forma, mesmo que a Constituição Federal preveja a defesa do consumidor no seu artigo 5º, inciso XXXII, por outro lado, também prevê no seu artigo 170 a compatibilização da proteção do consumidor e a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, aponta Salvador. Além disso, segundo ele, a Lei de Entrega também viola o Princípio constitucional da harmonização de interesses, cujo objetivo é garantir a compatibilidade entre o desenvolvimento econômico e o atendimento das necessidades dos consumidores. “No entanto, ante os elevados custos que serão acrescidos aos fornecedores associados da Abcomm, em razão da atual redação da Lei de Entrega, muitos dos nossos associados poderão rumar a uma eventual banca rota e, aqueles que eventualmente consigam cumprir esta Lei, certamente transferirão os custos adicionais aos seus consumidores”, prevê.

O executivo reforça ainda que as perdas e prejuízos causados ao Estado de São Paulo pela sanção de tal Lei são desproporcionais aos benefícios trazidos para o consumidor, inclusive por ter sido redigida sem que houvesse necessidade clara por parte dos consumidores, já que o índice de satisfação com o comércio eletrônico se mantém acima de 85%, sendo a maior preocupação e real necessidade, a entrega das compras nas datas prometidas pela loja, independente do horário. “A Lei da Entrega traria benefícios para os consumidores e menos prejuízos aos comerciantes se estivesse restrita a produtos de grande volume, que necessitam da presença do consumidor para serem entregues, tais como geladeiras, fogões e móveis, entre outros. Ainda assim, tal agendamento não pode ser ofertado pelas empresas sem que seja cobrado valor adicional”, considera Salvador.

A expectativa, segundo a Abcomm é que os órgãos de proteção ao consumidor, mantenham sua posição quanto a Lei de Entrega antes de sua alteração, ou seja, que aguarde um pronunciamento final nas ações judiciais movidas por fornecedores paulistas, que através de liminares concedidas pelo Poder Judiciário, suspenderam a eficácia da Lei de Entrega, sob pena de causar um caos junto ao comércio eletrônico da região.

fonte: http://ecommercenews.com.br/

value1

Saiba qual a melhor cor para o botão comprar

botao-verde-590x389Muitos lojistas e desenvolvedores sabem da importância que a cor dos botões call-to-action (os que levam à ação que se espera.) têm para o aumento da taxa de conversão de uma loja virtual e isso não é nenhuma novidade.

 

Mas qual é a cor que mais gera conversão?

Há algum tempo, tenho ouvido muitas pessoas afirmarem que a cor que mais converte views em cliques é o verde, porém, sempre me mostrei resistente à ideia de analisar um elemento da página de forma individual sem que fosse observado o todo.

Um dos mais importantes princípios da Gestalt diz que o todo é maior que a soma de suas partes. Mas o que isso quer dizer?

O botão é apenas um dos elementos da página e não deve ser avaliado separadamente, pois quando os elementos são vistos juntos, seu cérebro irá interpretar todo o conjunto ao mesmo tempo. (Faço um paralelo com uma música. Não se pode julgar uma música considerando apenas um instrumento, pois quando você a ouve, percebe todos os sons ao mesmo tempo.)

Sendo assim, como fazer pra que o botão trabalhe em conjunto com os demais elementos visuais da página para gerar mais cliques?

Foi exatamente essa pergunta que o pessoal da Hubspot fez e para atestar a eficácia do botão verde, elaboraram um teste A/B em uma situação real para saber se o verde realmente gerava mais conversão.

As cores escolhidas para o teste foram o verde e o vermelho por serem opostas. O verde carrega consigo a conotação de “Siga” enquanto o vermelho simboliza o “Pare”.

Qual a sua opinião?

Qual gerou mais cliques?

Note que a única coisa diferente nas duas páginas é a cor do botão. Textos e diagramação foram mantidos exatamente iguais tanto numa quanto na outra.

value1

Notificações de páginas falsas de bancos e de lojas virtuais aumentam 95% em 2012

fraudDe acordo com dados do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, CERT.br, em 2012 foram registradas 466.029 notificações de incidentes de segurança, alta de 17% frente ao ano anterior.

 

Ainda em 2012, o número de notificações de tentativas de fraude fechou em 69.561, uma elevação de 72% em relação a 2011. Os relatos, que são enviados espontaneamente por administradores de rede e usuários de internet, também apontaram aumento nos casos de páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico, 95% a mais na comparação com 2011, enquanto os casos de páginas falsas que excluem bancos e sites de e-commerce tiveram elevação de 154% em relação a 2011.

As denúncias sobre cavalos de tróia, softwares programados para furtar informações sigilosas de internautas, também acusaram aumento: 24% em relação ao total de 2011.

De acordo com o CERT.br, a elevação no índice de notificações de ataques a servidores web também apresentou aumento significativo, alcançando um total de 25.557 denúncias, o que representa 65% a mais dos casos. Já os relatos sobre as varreduras e propagação de códigos maliciosos tiveram índice acima dos 90%, chegando a 232.498, aumentando 94% em 2012 se comparados com 2011.

As notificações de varreduras de SMTP (25/TCP), que em 2011 eram 44% do total, em 2012 subiu 57% de todas as varreduras, mantendo a primeira colocação desde o último trimestre de 2010.

Os serviços que podem sofrer ataques de força bruta continuam sendo visados. SSH (22/TCP) corresponde a 9% das notificações de varreduras na estatística anual. Desde o terceiro trimestre de 2011 o serviço de RDP (3389/TCP) tem sido visado, correspondendo a 14% das notificações de varreduras de 2012. O serviço TELNET (23/TCP) ainda tem sido visado e corresponde a 2% das notificações de varreduras do ano de 2012.

fonrte: http://ecommercenews.com.br

value1

Os 7 erros de SEO para e-commerce

SEO-E-Commerce1. Descrição copiada.

Este é um dos erros básicos dos lojistas virtuais, pois, na maioria das vezes, há uma pressão muito grande para que o cadastro dos produtos seja feito o mais rápido possível para o lançamento da loja e, caso a loja possua mais de 500 itens, esta tarefa acaba se tornando lenta e cansativa e os lojistas acabam caindo na tentação de procurar por descrições prontas ou muitas vezes apenas copiam o que está na embalagem do produto.

 

Para criar uma descrição que aumente sua relevância para os buscadores, NUNCA copie descrições prontas, seja da internet, das embalagens dos produtos ou mesmo as enviadas pelos fabricantes, pois muito provavelmente seu concorrente fez o mesmo. O problema é que os buscadores comparam o seu conteúdo com o dos concorrentes e entendem que a sua descrição é uma cópia do que já existe disponível e penaliza sua loja por considerá-la menos relevante.

DICA: Enquanto você não cria descrições próprias para os milhares de itens da sua loja, adicione a meta tag NO INDEX na página dos produtos com descrição copiada para que os robôs do Google ignorem a página e sua loja não seja penalizada por isso.

2. Descrição mal feita.
Utilizar termos técnicos também pode ser um tiro no pé porque o seu usuário final dificilmente vai procurar por esses termos nos buscadores. Erros de digitação, além de serem péssimos pra imagem da sua loja, também acabam impactando negativamente na indexação da página.

Saiba quais são as palavras-chave mais relevantes para o seu tipo de produto e use-as no máximo 4 vezes na descrição do produto, para isto, utilize o Google Webmaster tools, ferramenta gratuita que a gigante de Mountain View disponibiliza para você analisar quais as palavras mais relevantes para a sua loja.

Mas de nada adianta se você não escrever um texto que faça sentido e seja de fácil compreensão. Gaste um pouco mais de tempo e veja os resultados que uma descrição bem feita pode trazer para suas vendas.

3. Não possibilitar comentários sobre os produtos.
Faça seu cliente gerar conteúdo para sua loja. Além de criar conteúdo único para a sua página, os outros clientes saberão o que esperar do seu produto.

Atente-se para não filtrar comentários negativos, pois por mais incrível que pareça, produtos com algum comentário negativo vendem muito mais do que produtos que só apresenta comentários positivos. Isso faz com que o seu cliente confie na qualidade dos seus produtos e gera uma expectativa real do que esperar. Sem falar que produtos que só possuem elogios acabam sempre caindo na desconfiança do consumidor que acaba tendo a impressão de que os comentários são falsos ou forjados. Filtre apenas comentários ofensivos ou desrespeitosos.

Como se isso tudo já não fosse motivo o suficiente pra disponibilizar comentários na sua loja, sua página ainda acaba sendo atualizada com mais frequência, e para os buscadores, a data de atualização é bastante importante e aumenta a relevância da sua loja.

4. Não saber onde usar as palavras certas.
Para utilizar corretamente as palavras certas, primeiro você precisa saber quais são elas. Saiba o que seu cliente digita nos buscadores e na busca da sua loja e utilize essas palavras em locais de maior relevância para os robôs de busca.

Os robôs entendem que as tag titles (título da página) indicam exatamente o que encontrar na página, então, use as palavras que informem exatamente a marca, produto, modelo e características do produto em questão.

As palavras que trazem relevância para o seu produto devem estar na heading H1, na tag title e também na tag alt das imagens.

5. Não usar URLs amigáveis.
Verifique se a URL da página de produto pode ser compreendida por seres humanos ou se apenas é entendida pelo seu sistema.
Como assim?

Se a sua URL for algo parecido com http://www.sualoja.com.br/d/1zIGhVQh3-Z-TpNYg74eRvWkCoui_.html , PARABÉNS, você tem uma ótima oportunidade de corrigir esse erro terrível e deixá-la mais parecida com http://www.sualoja.com.br/categoria/marca-nome_do_produto-modelo.html

E porque isso é tão importante?

Primeiro porque antes mesmo de clicar na URL, os clientes mais experientes já têm uma ideia do que encontrar na página que irá visitar. Além disso, o Google entende que aquilo que você digita nos buscadores estão em maior evidência nas páginas que possuem as mesmas palavras na própria URL. Simples assim!

6. Títulos duplicados.
Tão ruim quanto ter conteúdo duplicado de sites terceiros é ter os títulos da sua própria página duplicados. Esse problema pode acabar sendo enorme pra quem vende muitos produtos de uma marca específica ou produtos com pouca variação entre si.

Os buscadores entendem que muitas páginas com títulos duplicados são algum tipo de truque para tentar enganá-los pra que as lojas ganhem relevância de forma desonesta perante os buscadores, sendo assim, eles excluem dos seus resultados páginas com títulos iguais.

Por isso, na tag title da página de produto, seja específico o suficiente para diferenciar mesmo os produtos similares da mesma marca.

7. Conteúdo duplicado. Conteúdo duplicado.
Nas páginas de produto, é normal que alguns textos apareçam várias vezes, por exemplo sua política de entrega ou sua política de privacidade.

Você não quer que sua loja seja indexada com palavras como frete, cálculo ou mesmo política de privacidade. Para reduzir uma indexação incorreta e inevitável, você pode usar a tag canonical para informar aos robôs que páginas são as mais importantes a serem indexadas.

Se a sua loja possui variação de cor de um mesmo produto e foram criadas páginas com conteúdo idêntico e URLs diferentes para cada um deles, você também deverá utilizar a tag canonical para que os robôs entendam qual página deve ser considerada.

Use o atributo no follow nos links que você não quer que o Google considere ou em links que apresentarão conteúdo duplicado.

Seguindo esses passos, com certeza você verá um grande impacto na indexação da sua loja e um aumento significativo de tráfego orgânico.

fonte: http://ecommercenews.com.br/

value1

Dicas de SEO e Marketing para aumentar a conversão do seu e-commerce

seo-marketing-servicesO SEO (Search Engine Optimization) é com certeza uma das principais estratégias para atrair para as lojas virtuais um tráfego qualificado. As páginas de departamentos e produtos bem indexadas nos buscadores são uma ótima fonte de entrada de clientes para uma loja virtual, direciona aquelas pessoas que estão dispostas a receber a informação, pois já demonstraram interesse na pesquisa realizada.

 

As estratégias de otimização são muito importantes, porém são só a porta de entrada da loja, não garantem a venda. O cliente encontra a sua loja facilmente nos buscadores, acessa suas páginas e após esta etapa deve continuar navegando na loja e finalizar uma compra, atingindo o objetivo final do trabalho de SEO em uma loja virtual que é aumentar as vendas.

Como o lojista deve proceder para atrair o cliente certo e depois convencê-lo a comprar?

Vamos por partes, o primeiro passo é encontrar a loja virtual na busca orgânica do Google, e por isso segue algumas dicas de SEO:

1) Títulos e descrições das páginas bem feitas: o primeiro passo é fazer com que o cliente clique nos resultados orgânicos do Google, por isso, defina títulos chamativos e descrições que convençam o cliente a clicar na sua loja e não na concorrência. Apesar de ser um trabalho exaustivo, pois são muitos departamentos e produtos disponíveis em uma loja virtual, vale a pena escrever página por página e criar este diferencial. As meta tags hoje não são o principal critério para indexação no Google, mas são importantes na organização das informações para apresentar ao usuário, que deve ler e sentir vontade de acessar a informação.

2) Utilize palavras da cauda longa: este tema já é bem discutido, mas vale a pena repetir. Insira em suas páginas, nas meta tags, no código ou no conteúdo em si, palavras mais específicas, que apesar de gerarem pouco tráfego, apresentam maiores chances de conversão. Quanto maior o número de termos que o usuário procura, mais decidido ele está, ou seja, mais chances de realizar uma compra.

3) Envio de Sitemap para o Google através das Ferramentas para Webmaster: o que adianta fazer várias alterações na loja e não mostrá-las ao Google? Utilize esta ferramenta gratuita e ganhe agilidade no processo de rastreamento. Não espere o robô de busca visitar sua loja, informe ele sobre as alterações.

4) Páginas com conteúdo relevante para o Google e o também para o usuário: além de pensar na otimização de sua loja para os buscadores, invista em conteúdos interessantes para o seu cliente, aproveite as páginas de produto para inserir informações relevantes, com foco no e-consumidor.

Após a loja bem indexada e de fácil visualização para o cliente, ela deve apresentar uma navegação satisfatória, por isso trabalhar o design e o marketing da loja é essencial, com certeza ajudam a aumentar a taxa de conversão, pois deixa o cliente mais a vontade para comprar na loja. Algumas dicas são básicas, mas no dia a dia acabamos esquecendo e perdemos o cliente nestes detalhes:

1) Vitrine da loja: é interessante escolher os produtos que são colocados na vitrine. Estes produtos devem chamar a atenção, podem ser os mais vendidos, os mais procurados, aqueles que estão com um bom preço e os lançamentos. Uma dica é sempre colocar uma novidade e não deixar sempre os mesmos produtos. Lembre-se o objetivo é atrair o cliente para ele continuar navegando e comprando na loja.

2) Banners com promoções e lançamentos: disponibilize banners em sua loja virtual, deixando as páginas com mais movimento. Os banners além de chamar a atenção, iniciam o processo de fidelização dos clientes, que acabam retornando na loja para ver se tem algum banner novo.

3) Detalhes dos Produtos: disponibilize fotos de diversos ângulos, frente e verso, por exemplo, inserindo o número de fotos suficiente para o entendimento dos itens. Vale investir em descrições com informações específicas, que atendam o cliente de uma forma especial. Use a linguagem do cliente, nem sempre a formalidade vai atender o seu público de forma satisfatória. Quanto maior a qualidade das informações, maior a chance de convencer o cliente de que o produto apresentado é ideal para ele.

4) Botões das redes sociais: ofereça a opção de compartilhamento das informações nestas mídias e ganhe a confiança do público. Seus clientes estão acessando o Facebook e o Twitter, porque não conversar com eles? Além de promoções e dicas de produtos, publique conteúdos de qualidade, dados interessantes para o usuário. É um ótimo canal para criar uma comunicação com os clientes em potencial, gerando um bom relacionamento. Seu cliente pode ajudá-lo a vender, divulgando a sua loja, é só disponibilizar as opções certas para compartilhamento. Além disso, as informações publicadas nas redes sociais estão cada vez mais disponíveis nos resultados orgânicos do Google, a loja ganha indexação e links para a loja virtual.

Com estas dicas ganhe visibilidade e indexação nos buscadores, e ainda melhore a satisfação do seu cliente quando ele está navegando nas páginas de departamentos e produtos.

fonte: http://ecommercenews.com.br