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Inteligencia Artificial mudará o mundo para melhor em cinco anos

Inteligencia Artificial mudará o mundo para melhor em cinco anos

A presidente e CEO da IBM, Ginni Rometty, apostou o futuro da companhia, em 2011, em um computador cognitivo que tinha em seu currículo o feito de ter vencido seres humanos em um programa de perguntas e respostas na televisão americana (Jeopoardy). Continue reading "Inteligencia Artificial mudará o mundo para melhor em cinco anos"

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Google cria 5 regras para garantir que a inteligência artificial seja segura

Google cria 5 regras para garantir que a inteligência artificial seja segura

Sistemas de inteligência artificial estão se espalhando com rapidez e, sendo dono de um dos robôs que mais chamaram atenção recentemente (aquele que venceu um campeonato de Go), o Google quer deixar claro que está levando em consideração a possibilidade de que as máquinas fiquem espertas demais. Continue reading "Google cria 5 regras para garantir que a inteligência artificial seja segura"

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Máquinas inteligentes absorverão 7% dos empregos humanos até 2025

Máquinas inteligentes absorverão 7% dos empregos humanos até 2025,

Respire fundo porque o futuro talvez não seja tão desanimador quanto você esperava. Um relatório da consultoria Forrester Research aponta que os sistemas de inteligência artificial vão substituir 7% dos empregos nos Estados Unidos até 2025. Continue reading "Máquinas inteligentes absorverão 7% dos empregos humanos até 2025"

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Google desenvolve dispositivo implantável no globo ocular

Google desenvolve dispositivo implantável no globo ocular

Google desenvolve dispositivo implantável no globo ocular.A Alphabet, empresa-mãe do Google, já se prepara para um futuro em que a tecnologia irá se fundir com o corpo humano. A empresa solicitou uma patente de um dispositivo que pode ser implantado dentro do globo ocular. Continue reading "Google desenvolve dispositivo implantável no globo ocular"

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Aprendizado profundo pode revolucionar inteligência artificial de games

Você já deve ter ouvido falar em aprendizado profundo. Se não ouviu, certamente já o experimentou de alguma forma. Trata-se de uma técnica que permite que a inteligência artificial fique mais sofisticada conforme sua utilização que tem ganhado força entre gigantes de tecnologia, e isso pode afetar diretamente a forma como você joga videogame, como mostra uma pesquisa. Como? Melhorando o modo como a máquina controla os seus adversários e obstáculos.

 

Os pesquisadores da North Carolina State University propõe um modelo de aprendizado profundo que seja capaz de prever os objetivos dos jogadores em games que não tenham uma série de desafios fixos ou ordem definida de eventos. A inteligência artificial poderia ser usada para definir e aumentar desafios dependendo do que o jogador está tentando fazer.

Por meio de cinco tipos de dados específicos durante uma sessão de jogo, os pesquisadores conseguiam prever com 62,3% de precisão o que o jogador estava tentando alcançar, resultado cerca de 29% melhor do que outras tentativas semelhantes.

Os dados foram coletados com 137 crianças das oitava série jogando o game Crystal Island, um jogo educacional criado pela própria NCSU. É uma amostra pequena e um estudo em pequena escala, mas mostra as possibilidades de aplicação do aprendizado profundo.

Por enquanto, as aplicações mais comuns são reconhecimento de imagens, que você vê com frequência no Google Imagens, ou no reconhecimento de voz, em serviços como Google Now, Siri e Cortana. Até mesmo o Facebook usa para analisar cada uma das fotos e mensagens que você publica na rede para conhecer melhor seus gostos. Então, quem sabe, em um futuro próximo, seus games não podem se adaptar melhor a seu estilo de jogo?

Via GigaOM

fonte:http://olhardigital.uol.com.br/

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Sistema de inteligência artificial tem o Q.I. de uma criança de 4 anos

inteligencia-artificialCientistas sempre falam na criação de inteligência artificial (IA), mas o quão “inteligentes” são estes sistemas na realidade? Pesquisadores da Universidade de Chicago em Illinois encontraram uma resposta depois de aplicar um teste de QI a um dos mais sofisticados sistemas de IA em operação.

 

O resultado? O ConceptNet 4, um sistema construído pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos EUA) é tão “esperto” quando uma criança de quatro anos. “Ainda estamos muito longe de programas com senso comum e IAs que possam responder questões que exijam compreensão com a mesma destreza de uma criança de oito anos”, disse Robert Sloan, diretor do departamento de ciência da computação na Universidade.

Seu objetivo são pesquisas que ajudem a focar a atenção nos “pontos difíceis”, ou principais desafios, dos estudos em IA.

A Universidade relatou nesta segunda-feira que seus pesquisadores submeteram o sistema às porções verbais do Weschsler Preschool and Primary Scale of Intelligence Test, um teste de QI padrão para crianças pequenas nos EUA. E embora o sistema tenha o QI médio de uma criança pequena, ao contrário dos humanos seus resultados foram irregulares ao longo de diferentes partes do teste.

Por exemplo, Sloan notou que o ConceptNet 4 se saiu muito bem em um teste de vocabulário, bem como ao reconhecer semelhanças. Mas foi “dramaticamente pior” que a média no teste de compreensão, que consiste em questões com “porquê”.

De acordo com Sloan, um dos problemas mais difíceis na pesquisa de inteligência artificial é construir um programa de computador que consiga tomar boas decisões com base em qualquer situação que possa surgir. Basicamente é difícil programar “senso comum” porque os cientistas ainda não descobriram como dar aos sistemas conhecimento sobre coisas que os humanos acham óbvias, como o fato de que gelo é frio.

“Todos nós conhecemos uma imensa quantidade de coisas”, disse Sloan. “Quando bebês, engatinhávamos pelas coisas e puxávamos objetos, aprendendo que eles caem. Puxamos outras coisas, e aprendemos que cães e gatos não gostam de ter seus rabos puxados. Computadores não tem essa experiência”. 

fonte: http://pcworld.uol.com.br/

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Após aprender sobre pacientes, robô terapeuta consegue manipular conversas

robo-terapeutaNa Universidade do Sul da Califórnia, o Instituto para Tecnologias Criativas trabalha no desenvolvimento de um robô que funciona como uma espécie de psicólogo. É uma terapeuta virtual, embora Ellie (a robô) e o pesquisador Louis-Philippe Morency, da equipe que a criou, não gostem de usar o termo para defini-la.

"Não sou uma terapeuta, mas estou aqui para aprender sobre as pessoas e adoraria saber mais de você", disse ela ao repórter da BBC Alastair Leithead, que passou por uma consulta. "Ela ri quando digo que ela é um pouco assustadora e logo começa a fazer perguntas, para saber de onde eu vim e onde estudei", relata ele.

À medida que Ellie vai fazendo perguntas cada vez mais pessoais, o repórter se solta e começa a conversar com ela como se fosse uma outra pessoa. E é essa a ideia: a robô adota a postura para aprender mais e mais. Até que uma hora consiga se virar sozinha, conversando com um humano sem precisar da ajuda de outro.

Por enquanto, a equipe de Morency fica numa sala ao lado de onde se passa a consulta. De lá, controlam o discurso da robô, bem como sua linguagem corporal e o tom de voz. Tudo para dar-lhe um aspecto mais humano.

Leithead explica o que acontece: "A forma como sorrio, o movimento dos meus olhos, o tom da minha voz e a minha linguagem corporal estão sendo registrados e analisados por um sistema informatizado, que informa Ellie quanto à melhor maneira de interagir comigo."

Os pesquisadores trabalham em parceria com militares, que devem pedir ajuda a robôs para lidar com a crise de saúde mental dos soldados. "Não é um substituto para um atendente real, mas pode ajudar a preencher lacunas e ajudar pessoas a obter o tratamento que necessitam", comentou Skip Rizzo, diretor-associado de realidade virtual médica do ICT.

fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/

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Bill Gates compara revolução dos robôs à dos computadores

Bill-GatesBill Gates propôs que os internautas perguntassem a ele qualquer coisa na rede social Reddit. A questão escolhida foi: “Qual é a próxima tecnologia capaz de causar o mesmo impacto do computador na vida das pessoas?”. E a resposta foi: a robótica.



“Robôs, telas penetrantes e a interação com o discurso vão mudar a forma como olhamos para estes ‘computadores’. Uma vez que a maneira como vemos,  ouvimos e lemos funcionar bem, vamos interagir com eles de novas formas”, escreve o fundador da Microsoft.

A aposta de Gates traduz a estratégia da indústria da tecnologia. Enquanto a era da mobilidade dá sinais de superexploração, as empresas se apressam para descobrir o novo filão capaz de propor aos consumidores maneiras inéditas - e ainda assim humanas - de relacionamento com as máquinas.

A revolução já começou – assim como os investimentos acerca disso. As maiores companhias norte-americanas estão de olho na inteligência robótica, que se afasta cada vez mais do estereótipo futurista imaginado pelos Jetsons e se apropria de definição mais simples e objetiva: "agentes com inteligências mecânica ou virtual que podem performar automaticamente após comandos feitos com um controle remoto", descreve o site Business Insider.

No ano passado, a Amazon desembolsou US$ 775 milhões em um sistema de automatização do armazenamento de mercadorias. A Apple, por sua vez, não para de aprimorar o Siri, seu tradutor para iPhone, e o Google acena com o carro inteligente, protótipo que se movimenta sem a necessidade de um motorista.

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Robôs podem ser melhores que médicos para receitar tratamentos, diz pesquisa

ia-roboUm futuro com hospitais de robôs pode estar mais próximo. Pelo menos é o que indica uma pesquisa da Universidade de Indiana, que afirma que a inteligência artificial na medicina pode receitar tratamentos melhores do que os fornecidos pelos médicos.



Utilizando duas técnicas chamadas “Processo de decisão Markov” e “Redes de decisões dinâmicas”, a IA pode ajudar a medicina evoluir tanto em termos qualitativos quanto na redução de custos.

A pesquisa, conduzida por Casey Bennett e Kris Hauser, trabalhou com mais de 6.700 pacientes diagnosticados com depressão clínica, sendo que entre 65% e 70% deles chegaram a ter problemas físicos, como diabetes, hipertensão e complicações cardiovasculares. Ao escolher 500 casos aleatórios, os robôs conseguiram entender e tomar decisões melhores do que a dos médicos em até 35%.

Além disso, utilizando a inteligência artificial, o custo por paciente foi de US$ 187, enquanto o com profissionais de carne e osso chegava a US$ 497.

Utilizando o máximo de dados e informações possíveis, os robôs apostaram nas alternativas com melhores probabilidades estatísticas. Segundo os pesquisadores, uma das maiores vantagens da IA é que ela não trabalha com “intuição” e, por isso, consegue acertar mais vezes.

A medicina já se aproveitou outras vezes da técnica conhecida como Big Data em outros casos, como o computador Watson, da IBM, que presta ajuda a um hospital nos EUA.

É claro que robôs ainda não têm o mesmo reflexo e flexibilidade que um médico, principalmente quando se trata de pessoas reais e não simulações. Mesmo assim, a técnica pode ajudar no aprimoramento da medicina.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/