value1

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços, pois venho observando a saturação dos meios e ferramentas tradicionais que usamos no meio de hospedagem. E muitas vezes, esse mundo de gente fazendo a mesma coisa faz os serviços aumentarem seus preços ou se tornarem inviáveis conforme você cresce. Continue reading "Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES"

value1

Falha no Linux expõe usuários de Android

Falha no Linux expõe usuários de Android

Um grupo de pesquisadores encontrou uma falha no kernel do Linux, que deixa expostas as informações de mais de 1,4 bilhões pessoas. O bug afeta diretamente todas as versões do Android a partir da 4.4 (KitKat), incluindo até mesmo a versão mais nova do sistema, a 7.0 (Nougat). A brecha foi descrita como “severidade média” por ser difícil de explorar, mas perigosa para ataques direcionados. Continue reading "Falha no Linux expõe usuários de Android"

value1

Windows 10 no dia 29 de Julho,mas não para todos

windows10

Durante este processo de lançamento do Windows 10, a Microsoft nunca foi tão clara como hoje, na forma como ia ser disponibilizado o novo sistema operativo. As últimas declarações da empresa norte-americana indicaram que a data oficial para o lançamento do Windows 10 será no dia 29 de Julho. Contudo, nem todos os utilizadores irão receber a atualização ao mesmo tempo.

Declarações feitas na última quinta-feira pelo Vice-Presidente executivo de Sistemas Operativos, Terry Myerson, revelam as fases de lançamento. Como é possível imaginar, serão milhões de máquinas que irão receber a nova versão do Windows, é compreensível que a disponibilização seja feita por etapas.

Numa primeira fase, dia 29, serão os utilizadores com versão do Windows Insider os primeiros a receber o Windows 10. Isto já depois da versão final ter sido enviada para testes para os fabricantes.

Em seguida, a versão chegará a todos os utilizadores que tenham realizado a pré-reserva, e só depois os restantes utilizadores.

Desta forma, vamos ter um lançamento da versão em várias vagas de utilizadores, o que significa que nem todos poderão experimentar o tão aguardado Windows 10 dentro de 4 semanas.

value1

Mapa de ataques digitais

digitalattackmapNinguém se preocupa tanto com ataque DDoS até sofrer um, não é? O site Digital Attack Map mostra em tempo real a quantidade de ataque que são feitos ao redor do mundo.

O resultado é impressionante. As informação são provenientes de mais de 270 provedores que decidiram compartilhar estes dados.

A gráfico acima é em tempo real, mas você pode verificar os dados de qualquer dia diretamente no site deles: http://www.digitalattackmap.com

value1

Caminho dos logs do cPanel

cpanel logoSegue abaixo o caminho no servidor dos arquivos de logs do cPanel organizado pelo respectivo serviço. Para visualizá-los, acesse seu servidor através de SSH, realize o login como root e execute o seguinte comando abaixo:

Apache
cat /usr/local/apache/logs/access_log
cat /usr/local/apache/logs/error_log

Exim
cat /var/log/exim_mainlog
cat /var/log/exim_paniclog
cat /var/log/exim_rejectlog

FTP
cat /var/log/messages

mySQL
cat /var/lib/mysql/server.hostname.err

ChkServd
cat /var/log/chkservd.log

Named (Bind)
cat /var/log/messages

Últimos Logins no Servidor
last /var/log/wtmp

Domlogs de uma Conta de Hospedagem
cat /usr/local/apache/domlogs/domainname.tld

Mod Security
cat /usr/local/apache/logs/modsec_audit.log
cat /usr/local/apache/logs/modsec_debug_log

Apache SuExec
cat /usr/local/apache/logs/suexec_log

Acesso ao cPanel e Logs de Erro
cat /usr/local/cpanel/logs/access_log
cat /usr/local/cpanel/logs/error_log

Estatísticas
cat /usr/local/cpanel/logs/stats_log

Licença do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/license_log

Backup do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/cpbackup/*.log

Tomcat
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.err
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.out

 

FONTE: http://www.melhorweb.com.br/

value1

Quinze Exemplos Do Comando dig No Linux

linux2A nossa memória tem uma facilidade maior de memorizar nomes do que IP. É mais fácil memorizar o nome de domínio w3b.com.br do que o IP 65.254.41.45.

 

memoria-295x300

Ora, os computadores que temos em casa ou no trabalho, os dispositos de rede, como os switch e os routers, e os servidores comunicam entre si através de IP.

traceroute1-e1374483205384

Quando usamos um navegador / browser, um cliente de email ou um cliente de FTP, introduzimos nomes de domínios para acedermos remotamente ao respetivo servidor.

navegador1-300x91

O DNS (Sistema De Nome De Domínios) é um sistema de gestão dos nomes de domínios, com uma estrutura hierárquica, através do qual os navegadores / browsers, os clientes de email, os clientes de FTP, convertem esses nomes de domínios em IP.

Para sabermos como é que um nome de domínio está configurado no Sistema de Nome de Domínios (DNS), podemos usar o comando dig no Linux.

Mas, chega de contemplar a realidade. Vamos mergulhar nela mesmo, experimentando com exemplos práticos do dig.

mergulhar-300x199

Vamos começar pela forma mais simples do comando dig:


dig webmaster.pt

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt
;; global options: +cmd
;; Got answer:
;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 61904
;; flags: qr rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 1, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 0

;; QUESTION SECTION:
;webmaster.pt.      IN  A

;; ANSWER SECTION:
webmaster.pt.    14358  IN  A  65.254.41.45

;; Query time: 18 msec
;; SERVER: 192.168.1.1#53(192.168.1.1)
;; WHEN: Fri Jul 19 10:08:24 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Podemos estruturar o output do comando dig em várias partes:

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">versão do dig
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">opções globais do comando
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">pergunta, com cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">resposta, com cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">estatísticas

Podemos passar várias opções ao dig para eliminar parte da informação que consta do output do dig.

Se corrermos o dig com a opção +nocmd, eliminamos a linha sobre a versão do dig e a linha das opções globais:


dig +nocmd webmaster.pt
;; Got answer:
;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 39491
;; flags: qr rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 1, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 0

;; QUESTION SECTION:
;webmaster.pt.      IN  A

;; ANSWER SECTION:
webmaster.pt.    8670  IN  A  65.254.41.45

;; Query time: 17 msec
;; SERVER: 127.0.0.1#53(127.0.0.1)
;; WHEN: Sun Jul 21 22:07:04 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Vamos agora correr o dig com a opção +nocomments


dig webmaster.pt +nocomments

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt +nocomments
;; global options: +cmd
;webmaster.pt.      IN  A
webmaster.pt.    3051  IN  A  65.254.41.45
;; Query time: 18 msec
;; SERVER: 192.168.1.1#53(192.168.1.1)
;; WHEN: Fri Jul 19 10:10:55 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Eliminamos o cabeçalho inicial e os cabeçalhos de cada secção. Temos um output mais elegante, mas com menos informação.

Podemos adicionar a opção +nostats


dig webmaster.pt +nocomments +nostats

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt +nocomments +nostats
;; global options: +cmd
;webmaster.pt.      IN  A
webmaster.pt.    14400  IN  A  65.254.41.45

O output fez uma dieta visível, dado que, para além dos comentários, não apresentou as estatísticas.

Podemos ainda eliminar todas as partes do output com a excepção da resposta, com as opções +noall +answer


dig +noall +answer webmaster.pt
webmaster.pt.    1933  IN  A  65.254.41.45

Mas, se quisermos um output minimalista, experimente a opção +short


dig webmaster.pt +short
65.254.41.45

Direto ao ponto! Existe um registo A do nome de domínio webmaster.pt que aponta para o IP 65.254.41.45. Poderiam existir vários registos A do mesmo nome de domínio a apontar para IP diferentes. Veja o exemplo do nome google.com:


dig google.com +short
173.194.45.3
173.194.45.4
173.194.45.5
173.194.45.6
173.194.45.7
173.194.45.8
173.194.45.9
173.194.45.14
173.194.45.0
173.194.45.1
173.194.45.2

dig registo MX

Para verificarmos qual o host name do servidor de email do nome de domínio webmaster.pt, passamos a opção MX ao comando dig:


dig MX webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> MX webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
webmaster.pt.    14400  IN  MX  0 webmaster.pt.

Ficamos a saber:

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">Perguntamos sobre o nome webmaster.pt.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">O TTL (Time To Live) é 14400 segundos. Exatamente 4 horas.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">Perguntamos pelo tipo de registo MX.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">A prioridade é 0.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">O host name do servidor de mail é webmaster.pt.

Vamos tentar saber os host names dos servidores de mail do google.com:


dig google.com MX +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> google.com MX +noall +answer
;; global options: +cmd
google.com.    534  IN  MX  50 alt4.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  10 aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  20 alt1.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  30 alt2.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  40 alt3.aspmx.l.google.com.

Caso haja uma falha, a ordem de prioridade é 10, 20, 30, 40 e 50. Se for necessário saber o IP dum destes host names, poderíamos executar o comando:


dig aspmx.l.google.com +short
173.194.78.27

dig registo NS

Os registos NS dum nome de domínio indicam os host names dos servidores que

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">guardam os registos de DNS desse nome de domínio
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">respondem a perguntas feitas sobre esses registos de DNS

Para conhecermos os registos NS dum domínio, podemos correr o comando:


dig webmaster.pt NS +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt NS +noall +answer
;; global options: +cmd
webmaster.pt.    86400  IN  NS  ns1.dnsterra.com.
webmaster.pt.    86400  IN  NS  ns2.dnsterra.com.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">Perguntamos sobre o nome de domínio webmaster.pt.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">O TTL (Time To Live) é 86400 segundos. 24 horas.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">Perguntamos pelo registo NS.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);">Existem 2 nameservers, ou seja, 2 servidores de DNS a responder a qualquer query DNS sobre o nome de domínio webmaster.pt.

No caso do google.com, verificamos que o domínio está configurado em 4 servidores de DNS, que respondem a qualquer query DNS com a redundância respetiva.


dig google.com NS +short
ns2.google.com.
ns3.google.com.
ns4.google.com.
ns1.google.com.

O seu computador usa servidores de DNS para converter os domínios a que você tenta aceder no navegador / browser ou no cliente de email para IP. Normalmente, são os dns servers atribuídos pelo seu fornecedor de internet. Também é muito frequente a utilização de DNS servers gratuitos, como os do OpenDNS ou da Google.

DNS gratuitos do OpenDNS


208.67.222.222
208.67.220.220

DNS gratuitos da Google


8.8.8.8
8.8.4.4 

Por vezes, para verificar se o DNS dum domínio está bem configurado num dos servidores de DNS desse domínio ou porque existe um cache de DNS e queremos conferir uma alteração dum registo de DNS sem interferências do cache, podemos perguntar diretamente a um dos servidor de DNS do domínio sobre os registo de DNS configurados nesse servidor.

Como vimos anteriormente, o google.com está configurado em 4 servidores de DNS. Vamos fazer uma query a um deles:


dig @ns1.google.com google.com MX +short
40 alt3.aspmx.l.google.com.
10 aspmx.l.google.com.
30 alt2.aspmx.l.google.com.
20 alt1.aspmx.l.google.com.
50 alt4.aspmx.l.google.com.

dig Reverse DNS Lookup

Se quiser fazer um reverse DNS lookup a um IP, para saber qual o respetivo host name, podemos usar o dig com a opção -x

Já conhecemos o registo MX do webmaster.pt. Aponta para o IP 65.254.41.45. Vamos fazer um reverse DNS lookup a esse IP:


dig -x 65.254.41.45 +short
webmaster.pt.

Poderíamos também usar o comando host:


host 65.254.41.45
45.41.254.65.in-addr.arpa domain name pointer webmaster.pt.

dig registo CNAME

O DNS converte nomes de domínios, fáceis de memorizar, em IP, que são os endereços que as máquinas usam para comunicar umas com as outras. Por vezes, temos nomes de domínios que são pseudônimos dum nome de domínio. Isso significa que o registo A deste último nome de domínio também se aplica aos nomes de domínios que são pseudônimos. É mais comum usar a expressão aliases em vez de pseudônimos.

Em vez de criarmos múltiplos registos A para todos estes nomes de domínios, criamos um registo CNAME para todos os pseudônimos e apontamos este registo para o nome de domínio cujo registo A é aplicável.

cname clone-300x199

O nome de domínio webmaster.pt aponta para o IP 65.254.41.45

Os pseudônimos www.webmaster.pt, mail.webmaster.pt, ftp.webmaster.pt também apontam para o mesmo IP. Em vez de criamos registos A para estes subdomínios, criamos registos CNAME que apontam o webmaster.pt.


dig www.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> www.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
www.webmaster.pt.  10691  IN  CNAME  webmaster.pt.
webmaster.pt.    9191  IN  A  65.254.41.45

dig mail.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> mail.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
mail.webmaster.pt.  14400  IN  CNAME  webmaster.pt.
webmaster.pt.    9890  IN  A  65.254.41.45

dig ftp.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> ftp.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
ftp.webmaster.pt.  14400  IN  A  65.254.41.45

Qual a vantagem de usar CNAME? Se a logica do DNS é converter um nome de domínio num IP, a utilização de CNAME não torna a pergunta a um servidor de DNS mais lenta? É necessário fazer 2 perguntas em vez duma só. Qual o host name deste nome de domínio? Qual o IP deste host name?

Vamos imaginar que um domínio tem centenas de subdomínios. E há uma alteração de IP. A vantagem é que, no caso duma alteração de IP, apenas precisamos de mudar 1 único IP na zona de DNS do domínio. E, se a cada domínio correspondesse um registo A em vez dum registo CNAME, seria necessário alterar esse mesmo IP centenas de vezes.

Não é possível fazer a alteração do IP em todos esses registos A através dum script, sem que seja necessário alterar cada instância do mesmo IP? Sim. Mas, se considerarmos as ferramentas atualmente existentes, que permitem a alteração de registos na zona de DNS e que são user friendly, a utilização de registos CNAME pode poupar muito tempo no caso da alteração dum IP.

dig TXT record

Para prevenir o email spoofing, muito usado pelos spammers, um nome de domínio pode publicar os hosts que estão autorizados a enviar emails, através dum registo SPF (Sender Policy Framework) no DNS desse nome de domínio.

email spoofing

Assim, quando um servidor de mail recebe um email proveniente dum determinado nome de domínio, pode conferir se o host que enviou esse email está autorizado no registo SPF desse domínio. Caso não esteja, pode rejeitar o email.

Para verificar se um domínio publicou um registo SPF (Sender Policy Framework), podemos perguntar pelos registos TXT:


dig txt webmaster.pt +short
"v=spf1 +a +mx +ip4:65.254.41.45 ?all"

O nome de domínio webmaster.pt autoriza o host 65.254.41.45 a enviar emails.

Dicas Para Usar O Comando dig

Se quiser obter uma resposta abreviada sempre, sem ter que adicionar as opções +noall +answer ao dig, você pode na pasta $HOME/.digrc adicionar a linha

+noall +answer

Experimente:


cd $HOME
touch .digrc
echo "+noall +answer" >> .digrc

E agora teste o comando dig:


dig webmaster.pt
webmaster.pt.    7625  IN  A  65.254.41.45

 fonte:http://www.webmaster.pt

value1

Cenário do Linux em 7 gráficos mostra economia forte e empregos

linux-penguinPesquisas recentes conduzidas pela Linux Foundation revelam um vibrante ecossistema de desenvolvimento e uma boa oferta de empregos para profissionais com habilidades em Linux, como mostrado nos gráficos abaixo.

 

À medida em que mais hardware é suportado e novos recursos são adicionados, o kernel Linux continua a crescer. Contando o "pacote" completo com o código-fonte do sistema, que inclui uma pequena quantidade de scripts de compilação e documentação, o kernel é atualmente composto por mais de 15 milhões de linhas de código. Para ter uma idéia, a primeira versão do sistema (0.01) lançada em setembro de 1991 tinha 10.239 linhas de código.

Mais de 80 empresas contribuíram mudanças ao kernel desde a versão 2.6.11. O gráfico abaixo mostra os 30 patrocinadores que mais contribuíram com o desenvolvimento. "None" representa desenvolvedores que trabalham no kernel por conta própria, sem receber compensação de nenhuma empresa.

Desde a versão 2.6.36 do kernel tem havido uma mudança no que diz respeito à atividade dos patrocinadores. O gráfico abaixo mostra ou aumento ou redução efetiva na atividade dos 20 principais colaboradores no desenvolvimento do kernel Linux. A Samsung e a Texas Instruments, por exemplo, aumentaram a percentagem de "commits" (contribuições de código ao repositório principal) patrocinados em 1.83 e 1.73 vezes, respectivamente. Estes, e outros patrocinadores que aumentaram suas atividades desde o kernel 2.3.6, destacam a presença cada vez maior do Linux em empresas relacionadas à mobilidade e sistemas embarcados. De acordo com a Linux Foundation estas empresas não estão apenas adicionando suporte a hardware ao kernel, mas também avançando o desenvolvimento de áreas essenciais como o scheduler, responsável pela distribuição e gerenciamento das tarefas em execução no sistema, e o gerenciamento de memória.

Nos últimos dois anos,cerca de 76% dos usuários corporativos consultados pela Linux Foundation utilizaram o Linux na implantação de novas aplicações, serviços e infraestrutura. Destas, 40% foram migrações para o Linux às custas do Windows.

As corporações cada vez mais vêem o Linux como um componente fundamental em seus sistemas de missão crítica. Dos 73% que usam o Linux em tarefas de missão crítica, 77% usam o Linux para a implementação, e 72% para o desenvolvimento, de aplicações.

Gerentes que procuram funcionários com experiência em Linux tem enfrentado um desafio, em parte devido à maior demanda por este tipo de profissional. 90% dos gerentes consultados pela Linux Foundation planejam contratar profissionais de TI com experiência em Linux nos próximos seis meses, com salários 9% acima da média do mercado.

Entre os gerentes que pretendem contratar profissionais com experiência em Linux nos próximos seis meses, os administradores de sistema são o primeiro item na lista de prioridades. Desenvolvedores e profissionais de DevOps também estão em demanda. A pesquisa apontou que 73% dos que participaram procuram profissionais com três a cinco anos de experiência em Linux, seguidos por aqueles com seis a nove anos de experiênca no currículo.

value1

33 Exemplos Do Comando find No Linux

pesquisar ficheirosNo Linux, o comando find permite fazer pesquisas de determinados ficheiros ou pastas dentro do sistema de ficheiros.

Permite também conjugar vários comandos para executar determinadas tarefas.

Vamos mostrar alguns exemplos concretos da utilização do comando find.

 

Usar O Comando find No Linux Com Base No Nome Do Ficheiro

Imagine que você precisa de procurar um ficheiro de imagem com o nome articles.jpg, dentro duma instalação Joomla, alojada num servidor Linux. Na document root, execute o comando:

find . -name "articles.jpg"

O output será:

./images/stories/articles.jpg

se quisermos também executar algum comando no ficheiro, como, por exemplo, alterar as permissões do ficheiro:

find . -name "articles.jpg" -exec chmod 644 {} \;

Se quiser por exemplo pesquisar o mesmo nome de ficheiro dentro da pasta images:

find images -name "articles.jpg"

Se preferir usar um caminho físico absoluto:

find /home/username/public_html/images -name "articles.jpg"

Se precisar de pesquisar o nome do ficheiro, mas sem que a pesquisa seja CASE SENSITIVE, experimente:

find . -iname "Articles.jpg"

Veja a diferença com:

find . -iname "Articles.jpg" -exec ls -l {} \;

ou

find . -iname "Articles.jpg" -print0 | xargs -0 ls -l

Usar O Comando find No Linux Com grep Para Pesquisar Uma string Ou Texto

Imagine que precisamos de encontrar um pedaço de código num dos ficheiro PHP do Joomla, mas não sabemos em qual. Vamos pesquisar a palavra joomla em todos os ficheiros php:

find . –name "*.php" -print0 | xargs -0 grep -Hin "joomla"

ou

find . –name "*.php" -exec grep -Hin "joomla" {} \;

E a ficheiros PHP alterados nas últimas 48 horas:

find . –name "*.php" -mtime -2 -exec grep -Hin --color=always "joomla" {} \;

Finalmente, vamos limitar o output aos ficheiros que incluem a string joomla, substituindo o grep -Hin com o grep -l:

find . –name "*.php" -print0 | xargs -0 grep -l "joomla"

ou

find . –name "*.php" -exec grep -l "joomla" {} \;

E se quisermos pesquisar em todos os ficheiros php e html?

find . \( -name "*.php" -o -name "*.html" \) -print0 | xargs -0 grep -Hin "joomla"

Se não quisermos usar o find para restringir a pesquisa a determinados tipo de ficheiros, a intervalos de data e tempo, a tamanhos de ficheiros, podemos usar apenas:

grep -Hirn --color=always joomla *

Autopsiando o grep -Hirn –color=always


-H imprime o nome dos ficheiros e respectivo caminho físico (no exempo supra, poderíamos prescindir o H - imprime por defeito)
-i pesquisa sem que seja CASE-SENSITIVE
-r faz uma pesquisa recursiva
-n imprime a linha no código onde se encontra a string pesquisada
--color=always usa cores no output de modo a tornar o output mais apresentável

Se quiser excluir uma diretoria da pesquisa:

--exclude-dir=dir

Usar O Comando find No Linux Com Base No Inode Do Ficheiro

Se estiver com problemas para apagar um ficheiro, dado que o nome do ficheiro é meio estranho, descubra o inode do ficheiro com o comando ls:

ls -il

e depois apague desta forma:

find -inum 117672808 -exec rm {} \;

Usar O Comando find No Linux Para Fintar O Error Argument List Too Long

Já tentou listar os ficheiros num diretório para retornar o erro:

bash: /bin/ls Argument list too long

Experimente:

find . -type f -print0 | xargs -0 ls -l

ou

find . -maxdepth 1 -print0 | xargs -0 ls -l

ou ainda

find . -maxdepth 1 -type f -exec ls -l {} \; | less

Já encontrou a partição /tmp quase cheia e precisou de apagar os ficheiros, mas deparou com o erro

bash: /bin/rm: Argument list too long

Tenha especial cuidado com qualquer comando que apague ficheiros…

Vamos apagar os ficheiros, mas sem apagar quaisquer pastas e respectivos ficheiros e vamos deixar os links simbólicos (noto que o find por defeito não segue os links simbólicos):

find . -maxdepth 1 -type f -exec rm -f {} \;

O comando deve ser executado dentro da pasta /tmp

alternativa:

find . -maxdepth 1 -type f -print0 | xargs rm -f

Vamos agora usar a opção -delete do find:

find /tmp -maxdepth 1 -type f -delete

Usar O Comando find No Linux Com Base Nas Permissões Dos Ficheiros

Vamos agora pesquisar ficheiros com permissões 777 dentro dessa instalação do Joomla:

find . -perm 0777 -type f -exec ls -l {} \;

  1. pesquisar pastas com permissões 777:

find . -perm 0777 -type d -exec ls -l {} \;

Usar O Comando find No Linux Com Base No Tamanho Dos Ficheiros

Já tentou pesquisar os 10 maiores ficheiros dentro duma instalação Joomla ou até dentro duma partição?

find . -type f -exec ls -s {} \; | sort -n -r | head -10

Neste exemplo, a listagem por tamanho dado pelo comando ls -s é muito importante. Veja como é diferente do uso do comando ls noutros exemplos, onde usamos ls -l. Experimente os 2 comandos:

ls -l
ls -s

O comando para pesquisar os 10 ficheiros mais pequenos é exactamente igual, com a diferença da parte do comando que ordena os ficheiros:

sort -n -r

aqui a ordem é descendente.

Para pesquisar os 10 ficheiros mais pequenos, use:

sort -n

Portanto, o comando completo é:

find . -type f -exec ls -s {} \; | sort -n | head -10

E se precisarmos de pesquisar ficheiros maiores que 100 MB:

find . -size +100M -exec ls -s {} \;

Para pesquisar ficheiros vazios, podemos executar este comando:

find . -empty -exec ls -l {} \;

Usar O Comando find No Linux Com Base No Tipo De Ficheiros

Se quisermos pesquisar link simbólicos:

find . -type l -exec ls -l {} \;

Veja a diferença, se executar apenas:

find . -type l

Para pesquisarmos ficheiros escondidos:

find . -type f -name ".*"

Já experimentamos vários exemplos onde passamos ao comando find o tipo de ficheiro a pesquisar:


-type f (ficheiro)
-type l (link simbólico)
-type d (diretório)

Usar O Comando find No Linux Com Base Na Data E No Tempo Dos Ficheiros

Vamos agora pesquisar todos os ficheiros que foram acedidos nas últimas 24 horas:

find . -type f -atime -1 -exec ls -l {} \;

e todos os ficheiros que foram modificados nas últimas 24 horas:

find . -type f -mtime -1 -exec ls -l {} \;

Agora, em vez de nas últimas 24 horas, vamos pesqusiar os ficheiros que foram modificados ontem:

find . -type f -mtime -1 -daystart -exec ls -l {} \;

Ao adicionar a opção -daystart, contamos as 24 horas a contar do início do dia de ontem.

Hoje, é Terça. Imagine que queremos saber que ficheiros foram modificados durante o fim de semana:

find . -type f -mtime 2 -mtime -3 -daystart -exec ls -l {} \;

Vamos analisar as 3 opções de tempo:


-mtime = quando alteramos o conteúdo do ficheiro 
-ctime = quando o inode associado ao ficheiro foi alterado - alterado sempre que alteramos o conteúdo, mas também quando mudamos o dono, as perrmissões do ficheiro, quando movemos para outra pasta
-atime = quando o ficheiro foi lido pela última vez

Um exercício que proponho que você faça é conjugar as várias opções que estou a exemplificar neste tutorial. Adapte estes exemplos às suas necessidades e comente sobre as suas descobertas. Partilhe connosco o que aprendeu. Ou, se já domina o comando find, partilhe connosco novos exemplos do comando find no linux e sugira alternativas aos exemplos aqui apresentados.

fonte:  http://www.webmaster.pt/

value1

Quatro dicas para jovens entrarem no mundo Linux

linuxCom o avanço de Big Data e novas tecnologias que rodam em ambiente de código aberto, aumentam as oportunidades no mercado de trabalho para profissionais especializados em software livre. O diretor executivo da Linux Foundation, Jim Zemlin, afirma que há uma grande demanda por talentos com habilidades em open source e tenta encorajar universitários que querem seguir carreira nessa área.

 

Mas como começar? Durante palestra na última conferência TEDx, realizada nos Estados Unidos, Zemlin disse que indústria e o criador do Linux, Linus Torvalds, têm aprendido muitas lições com essa tecnologia. Ele acha que esse aprendizado pode ser aplicado pelos jovens talentos que estão começando a carreira em Linux. 

Para os futuros profissionais em Linux, Zemlin dá quatro dicas. Veja a seguir quais são:

1- "Não sonhe grande '

"Em minha apresentação na TEDx eu compartilho a história de como Linus começou em Linux", disse Zemlin. "Ele não tinha grandes sonhos, apenas um desejo sincero de criar, aprender e compartilhar. Isso é tudo que você precisa. Olhe hoje para a criação de Linus. Ninguém poderia imaginar que seria tão grande."

2-  Invista tempo em um projeto 

Segundo Zemlin, muitas pessoas estão fazendo dinheiro distribuindo software de código aberto. Ele destaca que muitas empresas estão no negócio de Linux e open source. Sua sugestão aos jovens que estão saindo da universidade é que eles dediquem tempo a um projeto open source, construam currículo e sua reputação nesse mundo. 

"Seu código é o seu currículo. Se você fizer isso bem, não há nenhuma dúvida de que a empresa vai lhe pagar muito bem", acredita.

Aos que não sabem por onde começar, Zemlin recomenda que procurem um desenvolvedor mentor do kernel Linux, por exemplo, ou uma oportunidade de treinamento em Linux.

3- Tenha um plano 

O desejo de criar, aprender e compartilhar, mencionado na dica 1 abrirá portas para jovens na comunidade. Zemlim afirma que se o joven tiver o plano de criar nessa área e tornar essa ideia uma prioridade, será notado muito rapidamente.

4 - Procure ser o melhor 

"Ninguém gosta de um idiota (...),  esse ponto é sério", disse Zemlin. Ele destaca que os jovens devem colaborar, participar de debates e defenderen seu pontos de vistas. Sua ideia pode ser vencedora, como há testemunhos na comunidade Linux. Como diz o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg: a melhor ideia e implementação devem sempre vencer. "Não tenha medo de provar que a sua ideia é a melhor", finaliza o diretor da Linux Foundation.

value1

Migração de Serviços e Aplicativos Clusterizados

shutterstockUm cluster de failover é um grupo de computadores independentes que funcionam juntos para aumentar a disponibilidade de aplicativos e serviços. Os servidores clusterizados (chamados de nós) são conectados por cabos físicos e por software. Se houver falha em um dos nós do cluster, o outro nó começará a fornecer o serviço (um processo conhecido como failover). Os usuários enfrentam um mínimo de interrupções no serviço.

 
img data
Este guia descreve o processo de migração dos serviços e aplicativos clusterizados (anteriormente chamados de grupos de recursos) para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2.
Importanthttp://i3.technet.microsoft.com/Areas/Epx/Content/Images/ImageSprite.png); height: 10px; overflow: hidden; padding-right: 5px; width: 10px; background-position: -1051px -3px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">Importante
Ao migrar alguns serviços e aplicativos clusterizados, você usa o Assistente para Migração de Clusters. Outros serviços e aplicativos clusterizados exigem outros métodos de migração. Para decidir qual método usar para seu cluster, consulte Caminhos de migração para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2 neste guia.

 
 
Se o método de migração a ser usado for o Assistente para Migração de Clusters, observe que o assistente dá suporte à migração para um cluster que executa o Windows Server 2008 R2 a partir de um cluster que executa qualquer um dos seguintes sistemas operacionais (com ou sem um service pack):
  • Windows Server 2003
  • Windows Server 2008
  • Windows Server 2008 R2
Não há suporte para migrações do Windows NT Server 4.0, Windows 2000 Advanced Server ou Windows 2000 Datacenter Server. É recomendável primeiro atualizar para o Windows Server 2003 e, em seguida, migrar os recursos para o Windows Server 2008 R2 usando as etapas deste guia. Para obter mais informações, consulte o tópico sobre como atualizar nós de cluster (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=180402) (a página pode estar em inglês).
Para obter instruções breves sobre como executar o Assistente para Migração de Clusters, consulte o tópico sobre como migrar grupos de recursos para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2 (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=161335) (a página pode estar em inglês).

Começando o planejamento de uma migração

Ao planejar uma migração para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2, considere o seguinte:
  • A Microsoft® dá suporte a uma solução de cluster de failover para o Windows Server 2008 R2 apenas se todos os componentes do hardware estiverem marcados como "Certificados para Windows Server 2008 R2". Além disso, a configuração completa (servidores, rede e armazenamento) deve passar em todos os testes do Assistente para Validar Configuração, que está incluído no snap-in Gerenciador de Cluster de Failover. Para obter mais informações, consulte o tópico sobre o Guia Passo a Passo do Cluster de Failover: Validando hardware para um cluster de failover(http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=119949) (a página pode estar em inglês).
  • Os requisitos de hardware são especialmente importantes em situações em que você planeja continuar usando os mesmos servidores ou armazenamento para o novo cluster como o fazia para o cluster antigo. Para obter mais informações sobre os requisitos de hardware, consulteVisão geral e requisitos para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2.
  • Você deve executar a cópia ou a movimentação de dados ou pastas (inclusive de configurações de pastas compartilhadas) durante uma migração. O assistente para migração de recursos clusterizados não copia dados de um local de armazenamento compartilhado para outro. Também não copia nenhuma informação de ponto de montagem usada no cluster antigo.

Cenários de migração que usam o Assistente para Migração de Clusters

Ao usar o Assistente para Migração de Clusters em sua migração, você poderá usar vários métodos para executar o processo global de migração. Este guia descreve os dois métodos a seguir para usar o Assistente para Migração de Clusters:
  • Criar um cluster de failover separado que execute o Windows Server 2008 R2 e, em seguida, migrar para aquele cluster. Neste cenário, você migra de um cluster com vários nós que executa o Windows Server 2003, o Windows Server 2008 ou o Windows Server 2008 R2. Para obter mais informações, consulte Migração entre dois clusters com vários nós.
  • Executar uma migração in-loco que envolve apenas dois servidores. Neste cenário, você inicia com um cluster de dois nós que está executando o Windows Server 2003 ou o Windows Server 2008, remove um servidor do cluster e executa uma instalação limpa (não uma atualização) do Windows Server 2008 R2 naquele servidor. Em seguida, você usa aquele servidor para criar um cluster de failover de um nó que executa o Windows Server 2008 R2, migra os serviços e os aplicativos clusterizados do nó de cluster antigo para esse cluster de failover e, em seguida, coloca os serviços e aplicativos migrados online. Finalmente, no nó de cluster antigo, você executa uma instalação limpa do Windows Server 2008 R2 e do recurso cluster de failover, adiciona o servidor ao cluster de failover e executa testes de validação para confirmar se a configuração geral está funcionando corretamente. Para obter mais informações, consulte Migração in-loco de um cluster de dois nós.
Este guia inclui todas as etapas dos cenários acima, inclusive as etapas de instalação do sistema operacional e de criação de um novo cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2. Seguindo as etapas deste guia, você pode aprender sobre os clusters de failover e familiarizar-se com o snap-in Gerenciador de Cluster de Failover no Windows Server 2008 R2.
Recomendamos usar as informações fornecidas neste guia primeiro em um ambiente de laboratório de teste. Um guia passo a passo não deve ser necessariamente usado para implantar os recursos do Windows Server sem a documentação associada (conforme listado na seção Referências adicionais) e deve ser usado com discernimento como um documento autônomo.
Para obter informações sobre as melhorias em clusters de failover no Windows Server 2008 R2, consulte o tópico sobre as novidades em clusters de failover no Windows Server 2008 R2 (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=147426) (a página pode estar em inglês).