value1

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços, pois venho observando a saturação dos meios e ferramentas tradicionais que usamos no meio de hospedagem. E muitas vezes, esse mundo de gente fazendo a mesma coisa faz os serviços aumentarem seus preços ou se tornarem inviáveis conforme você cresce. Continue reading "Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES"

value1

Mapa de ataques digitais

digitalattackmapNinguém se preocupa tanto com ataque DDoS até sofrer um, não é? O site Digital Attack Map mostra em tempo real a quantidade de ataque que são feitos ao redor do mundo.

O resultado é impressionante. As informação são provenientes de mais de 270 provedores que decidiram compartilhar estes dados.

A gráfico acima é em tempo real, mas você pode verificar os dados de qualquer dia diretamente no site deles: http://www.digitalattackmap.com

value1

Caminho dos logs do cPanel

cpanel logoSegue abaixo o caminho no servidor dos arquivos de logs do cPanel organizado pelo respectivo serviço. Para visualizá-los, acesse seu servidor através de SSH, realize o login como root e execute o seguinte comando abaixo:

Apache
cat /usr/local/apache/logs/access_log
cat /usr/local/apache/logs/error_log

Exim
cat /var/log/exim_mainlog
cat /var/log/exim_paniclog
cat /var/log/exim_rejectlog

FTP
cat /var/log/messages

mySQL
cat /var/lib/mysql/server.hostname.err

ChkServd
cat /var/log/chkservd.log

Named (Bind)
cat /var/log/messages

Últimos Logins no Servidor
last /var/log/wtmp

Domlogs de uma Conta de Hospedagem
cat /usr/local/apache/domlogs/domainname.tld

Mod Security
cat /usr/local/apache/logs/modsec_audit.log
cat /usr/local/apache/logs/modsec_debug_log

Apache SuExec
cat /usr/local/apache/logs/suexec_log

Acesso ao cPanel e Logs de Erro
cat /usr/local/cpanel/logs/access_log
cat /usr/local/cpanel/logs/error_log

Estatísticas
cat /usr/local/cpanel/logs/stats_log

Licença do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/license_log

Backup do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/cpbackup/*.log

Tomcat
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.err
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.out

 

FONTE: http://www.melhorweb.com.br/

value1

33 Exemplos Do Comando find No Linux

pesquisar ficheirosNo Linux, o comando find permite fazer pesquisas de determinados ficheiros ou pastas dentro do sistema de ficheiros.

Permite também conjugar vários comandos para executar determinadas tarefas.

Vamos mostrar alguns exemplos concretos da utilização do comando find.

 

Usar O Comando find No Linux Com Base No Nome Do Ficheiro

Imagine que você precisa de procurar um ficheiro de imagem com o nome articles.jpg, dentro duma instalação Joomla, alojada num servidor Linux. Na document root, execute o comando:

find . -name "articles.jpg"

O output será:

./images/stories/articles.jpg

se quisermos também executar algum comando no ficheiro, como, por exemplo, alterar as permissões do ficheiro:

find . -name "articles.jpg" -exec chmod 644 {} \;

Se quiser por exemplo pesquisar o mesmo nome de ficheiro dentro da pasta images:

find images -name "articles.jpg"

Se preferir usar um caminho físico absoluto:

find /home/username/public_html/images -name "articles.jpg"

Se precisar de pesquisar o nome do ficheiro, mas sem que a pesquisa seja CASE SENSITIVE, experimente:

find . -iname "Articles.jpg"

Veja a diferença com:

find . -iname "Articles.jpg" -exec ls -l {} \;

ou

find . -iname "Articles.jpg" -print0 | xargs -0 ls -l

Usar O Comando find No Linux Com grep Para Pesquisar Uma string Ou Texto

Imagine que precisamos de encontrar um pedaço de código num dos ficheiro PHP do Joomla, mas não sabemos em qual. Vamos pesquisar a palavra joomla em todos os ficheiros php:

find . –name "*.php" -print0 | xargs -0 grep -Hin "joomla"

ou

find . –name "*.php" -exec grep -Hin "joomla" {} \;

E a ficheiros PHP alterados nas últimas 48 horas:

find . –name "*.php" -mtime -2 -exec grep -Hin --color=always "joomla" {} \;

Finalmente, vamos limitar o output aos ficheiros que incluem a string joomla, substituindo o grep -Hin com o grep -l:

find . –name "*.php" -print0 | xargs -0 grep -l "joomla"

ou

find . –name "*.php" -exec grep -l "joomla" {} \;

E se quisermos pesquisar em todos os ficheiros php e html?

find . \( -name "*.php" -o -name "*.html" \) -print0 | xargs -0 grep -Hin "joomla"

Se não quisermos usar o find para restringir a pesquisa a determinados tipo de ficheiros, a intervalos de data e tempo, a tamanhos de ficheiros, podemos usar apenas:

grep -Hirn --color=always joomla *

Autopsiando o grep -Hirn –color=always


-H imprime o nome dos ficheiros e respectivo caminho físico (no exempo supra, poderíamos prescindir o H - imprime por defeito)
-i pesquisa sem que seja CASE-SENSITIVE
-r faz uma pesquisa recursiva
-n imprime a linha no código onde se encontra a string pesquisada
--color=always usa cores no output de modo a tornar o output mais apresentável

Se quiser excluir uma diretoria da pesquisa:

--exclude-dir=dir

Usar O Comando find No Linux Com Base No Inode Do Ficheiro

Se estiver com problemas para apagar um ficheiro, dado que o nome do ficheiro é meio estranho, descubra o inode do ficheiro com o comando ls:

ls -il

e depois apague desta forma:

find -inum 117672808 -exec rm {} \;

Usar O Comando find No Linux Para Fintar O Error Argument List Too Long

Já tentou listar os ficheiros num diretório para retornar o erro:

bash: /bin/ls Argument list too long

Experimente:

find . -type f -print0 | xargs -0 ls -l

ou

find . -maxdepth 1 -print0 | xargs -0 ls -l

ou ainda

find . -maxdepth 1 -type f -exec ls -l {} \; | less

Já encontrou a partição /tmp quase cheia e precisou de apagar os ficheiros, mas deparou com o erro

bash: /bin/rm: Argument list too long

Tenha especial cuidado com qualquer comando que apague ficheiros…

Vamos apagar os ficheiros, mas sem apagar quaisquer pastas e respectivos ficheiros e vamos deixar os links simbólicos (noto que o find por defeito não segue os links simbólicos):

find . -maxdepth 1 -type f -exec rm -f {} \;

O comando deve ser executado dentro da pasta /tmp

alternativa:

find . -maxdepth 1 -type f -print0 | xargs rm -f

Vamos agora usar a opção -delete do find:

find /tmp -maxdepth 1 -type f -delete

Usar O Comando find No Linux Com Base Nas Permissões Dos Ficheiros

Vamos agora pesquisar ficheiros com permissões 777 dentro dessa instalação do Joomla:

find . -perm 0777 -type f -exec ls -l {} \;

  1. pesquisar pastas com permissões 777:

find . -perm 0777 -type d -exec ls -l {} \;

Usar O Comando find No Linux Com Base No Tamanho Dos Ficheiros

Já tentou pesquisar os 10 maiores ficheiros dentro duma instalação Joomla ou até dentro duma partição?

find . -type f -exec ls -s {} \; | sort -n -r | head -10

Neste exemplo, a listagem por tamanho dado pelo comando ls -s é muito importante. Veja como é diferente do uso do comando ls noutros exemplos, onde usamos ls -l. Experimente os 2 comandos:

ls -l
ls -s

O comando para pesquisar os 10 ficheiros mais pequenos é exactamente igual, com a diferença da parte do comando que ordena os ficheiros:

sort -n -r

aqui a ordem é descendente.

Para pesquisar os 10 ficheiros mais pequenos, use:

sort -n

Portanto, o comando completo é:

find . -type f -exec ls -s {} \; | sort -n | head -10

E se precisarmos de pesquisar ficheiros maiores que 100 MB:

find . -size +100M -exec ls -s {} \;

Para pesquisar ficheiros vazios, podemos executar este comando:

find . -empty -exec ls -l {} \;

Usar O Comando find No Linux Com Base No Tipo De Ficheiros

Se quisermos pesquisar link simbólicos:

find . -type l -exec ls -l {} \;

Veja a diferença, se executar apenas:

find . -type l

Para pesquisarmos ficheiros escondidos:

find . -type f -name ".*"

Já experimentamos vários exemplos onde passamos ao comando find o tipo de ficheiro a pesquisar:


-type f (ficheiro)
-type l (link simbólico)
-type d (diretório)

Usar O Comando find No Linux Com Base Na Data E No Tempo Dos Ficheiros

Vamos agora pesquisar todos os ficheiros que foram acedidos nas últimas 24 horas:

find . -type f -atime -1 -exec ls -l {} \;

e todos os ficheiros que foram modificados nas últimas 24 horas:

find . -type f -mtime -1 -exec ls -l {} \;

Agora, em vez de nas últimas 24 horas, vamos pesqusiar os ficheiros que foram modificados ontem:

find . -type f -mtime -1 -daystart -exec ls -l {} \;

Ao adicionar a opção -daystart, contamos as 24 horas a contar do início do dia de ontem.

Hoje, é Terça. Imagine que queremos saber que ficheiros foram modificados durante o fim de semana:

find . -type f -mtime 2 -mtime -3 -daystart -exec ls -l {} \;

Vamos analisar as 3 opções de tempo:


-mtime = quando alteramos o conteúdo do ficheiro 
-ctime = quando o inode associado ao ficheiro foi alterado - alterado sempre que alteramos o conteúdo, mas também quando mudamos o dono, as perrmissões do ficheiro, quando movemos para outra pasta
-atime = quando o ficheiro foi lido pela última vez

Um exercício que proponho que você faça é conjugar as várias opções que estou a exemplificar neste tutorial. Adapte estes exemplos às suas necessidades e comente sobre as suas descobertas. Partilhe connosco o que aprendeu. Ou, se já domina o comando find, partilhe connosco novos exemplos do comando find no linux e sugira alternativas aos exemplos aqui apresentados.

fonte:  http://www.webmaster.pt/

value1

Migração de Serviços e Aplicativos Clusterizados

shutterstockUm cluster de failover é um grupo de computadores independentes que funcionam juntos para aumentar a disponibilidade de aplicativos e serviços. Os servidores clusterizados (chamados de nós) são conectados por cabos físicos e por software. Se houver falha em um dos nós do cluster, o outro nó começará a fornecer o serviço (um processo conhecido como failover). Os usuários enfrentam um mínimo de interrupções no serviço.

 
img data
Este guia descreve o processo de migração dos serviços e aplicativos clusterizados (anteriormente chamados de grupos de recursos) para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2.
Importanthttp://i3.technet.microsoft.com/Areas/Epx/Content/Images/ImageSprite.png); height: 10px; overflow: hidden; padding-right: 5px; width: 10px; background-position: -1051px -3px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">Importante
Ao migrar alguns serviços e aplicativos clusterizados, você usa o Assistente para Migração de Clusters. Outros serviços e aplicativos clusterizados exigem outros métodos de migração. Para decidir qual método usar para seu cluster, consulte Caminhos de migração para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2 neste guia.

 
 
Se o método de migração a ser usado for o Assistente para Migração de Clusters, observe que o assistente dá suporte à migração para um cluster que executa o Windows Server 2008 R2 a partir de um cluster que executa qualquer um dos seguintes sistemas operacionais (com ou sem um service pack):
  • Windows Server 2003
  • Windows Server 2008
  • Windows Server 2008 R2
Não há suporte para migrações do Windows NT Server 4.0, Windows 2000 Advanced Server ou Windows 2000 Datacenter Server. É recomendável primeiro atualizar para o Windows Server 2003 e, em seguida, migrar os recursos para o Windows Server 2008 R2 usando as etapas deste guia. Para obter mais informações, consulte o tópico sobre como atualizar nós de cluster (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=180402) (a página pode estar em inglês).
Para obter instruções breves sobre como executar o Assistente para Migração de Clusters, consulte o tópico sobre como migrar grupos de recursos para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2 (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=161335) (a página pode estar em inglês).

Começando o planejamento de uma migração

Ao planejar uma migração para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2, considere o seguinte:
  • A Microsoft® dá suporte a uma solução de cluster de failover para o Windows Server 2008 R2 apenas se todos os componentes do hardware estiverem marcados como "Certificados para Windows Server 2008 R2". Além disso, a configuração completa (servidores, rede e armazenamento) deve passar em todos os testes do Assistente para Validar Configuração, que está incluído no snap-in Gerenciador de Cluster de Failover. Para obter mais informações, consulte o tópico sobre o Guia Passo a Passo do Cluster de Failover: Validando hardware para um cluster de failover(http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=119949) (a página pode estar em inglês).
  • Os requisitos de hardware são especialmente importantes em situações em que você planeja continuar usando os mesmos servidores ou armazenamento para o novo cluster como o fazia para o cluster antigo. Para obter mais informações sobre os requisitos de hardware, consulteVisão geral e requisitos para um cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2.
  • Você deve executar a cópia ou a movimentação de dados ou pastas (inclusive de configurações de pastas compartilhadas) durante uma migração. O assistente para migração de recursos clusterizados não copia dados de um local de armazenamento compartilhado para outro. Também não copia nenhuma informação de ponto de montagem usada no cluster antigo.

Cenários de migração que usam o Assistente para Migração de Clusters

Ao usar o Assistente para Migração de Clusters em sua migração, você poderá usar vários métodos para executar o processo global de migração. Este guia descreve os dois métodos a seguir para usar o Assistente para Migração de Clusters:
  • Criar um cluster de failover separado que execute o Windows Server 2008 R2 e, em seguida, migrar para aquele cluster. Neste cenário, você migra de um cluster com vários nós que executa o Windows Server 2003, o Windows Server 2008 ou o Windows Server 2008 R2. Para obter mais informações, consulte Migração entre dois clusters com vários nós.
  • Executar uma migração in-loco que envolve apenas dois servidores. Neste cenário, você inicia com um cluster de dois nós que está executando o Windows Server 2003 ou o Windows Server 2008, remove um servidor do cluster e executa uma instalação limpa (não uma atualização) do Windows Server 2008 R2 naquele servidor. Em seguida, você usa aquele servidor para criar um cluster de failover de um nó que executa o Windows Server 2008 R2, migra os serviços e os aplicativos clusterizados do nó de cluster antigo para esse cluster de failover e, em seguida, coloca os serviços e aplicativos migrados online. Finalmente, no nó de cluster antigo, você executa uma instalação limpa do Windows Server 2008 R2 e do recurso cluster de failover, adiciona o servidor ao cluster de failover e executa testes de validação para confirmar se a configuração geral está funcionando corretamente. Para obter mais informações, consulte Migração in-loco de um cluster de dois nós.
Este guia inclui todas as etapas dos cenários acima, inclusive as etapas de instalação do sistema operacional e de criação de um novo cluster de failover que executa o Windows Server 2008 R2. Seguindo as etapas deste guia, você pode aprender sobre os clusters de failover e familiarizar-se com o snap-in Gerenciador de Cluster de Failover no Windows Server 2008 R2.
Recomendamos usar as informações fornecidas neste guia primeiro em um ambiente de laboratório de teste. Um guia passo a passo não deve ser necessariamente usado para implantar os recursos do Windows Server sem a documentação associada (conforme listado na seção Referências adicionais) e deve ser usado com discernimento como um documento autônomo.
Para obter informações sobre as melhorias em clusters de failover no Windows Server 2008 R2, consulte o tópico sobre as novidades em clusters de failover no Windows Server 2008 R2 (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=147426) (a página pode estar em inglês).
 

Fazendo SSH reverso

O SSH reverso é uma ótima ferramenta para quando você não consegue acessar um servidor por causa de algum router ou firewall, embora o servidor consiga fazer SSH externamente.

 

O processo é muito simples:

Achou muito complicado? Então vamos praticar!

Suponha as seguintes configurações do servidor que quero acessar:
host: gerencievocemesmo.com.br
login: root

E da máquina que receberá o túnel SSH reverso:
host: 200.123.125.111 (meu IP)
login: gvm

Commo eu não consigo abrir um SSH com o meu servidor, então farei meu servidor abrir um SSH comigo.

No servidor eu digito:

E na máquina que recebeu o túnel SSH reverso eu digito:

Embora um pouco difícil de explicar, é um processo bastante simples!

Links: simbólico vs hardlink

O link simbólico:

  • É apenas um link que serve como referência ao arquivo. Se o link for apagado, o arquivo continuará a existir;
  • Pode ser usado para arquivos e diretórios;
  • Qualquer usuário pode criar um link simbólico;
  • O link simbólico e o arquivo apontado podem estar em partições diferentes.

O link hardlink:

  • É um apontador para o inode do arquivo, isto é, contém o endereço físico dele. Se o link for apagado, o arquivo será também removido;
  • Pode ser usado apenas em arquivos (embora diretórios sejam arquivos especiais, eles ficam de fora);
  • Somente o root ou administrador do sistema poderá criá-lo;
  • O link hardlink e o arquivo apontado devem estar na mesma partição.

Criando um link simbólico:

  • ln -s /meu/caminho/arquivo.txt meu_link_simbolico

Criando um link hardlink:

  • ln /meu/caminho/arquivo.txt meu_link_hardlink

Como fazer um tunelamento SSH

É muito simples e fácil. Digite o seguinte comando:

ssh -D porta usuario@servidor
Exemplo: ssh -D 2222 sac@w3b.com.br
Pronto, o tunelamento está aberto. Configure agora os seus programas para usarem “localhost” como host e a porta usada no comando (no exemplo, a 2222).

Todos os seus dados passarão criptografados pelo túnel e serão requisitados pelo servidor usado à internet e não pela sua máquina, isto é, para a rede mundial de computadores quem acessa é o servidor, mas na verdade é você que está utilizando esses os dados recebidos e enviados pelo servidor.

value1

Atualizando o cliente Pidgin

pidginO Pidgin, antigamente com o nome de The Gaim, é provavelmente o cliente de mensagem instantânea mais usado no Linux.

 

Ele cobre as seguintes redes: AIM/ICQ, Yahoo!, MSN, IRC, Jabber, Napster, Zephyr, Gadu-Gadu, Bonjour, Groupwise, Sametime, SILC, e SIMPLE.

A maioria das distribuições já vem com ele instalado ou facilmente você pode instalá-los pelo apt-get, yum etc.

O problema é que os repositórios mais usados, como os do Debian e o da Canonical, não apresentam as versões mais novas deste software.

Segundo essas mantenedoras, só há atualizações de versões para problemas críticos, especialmente os relacionados a segurança.

Infelizmente os usuários desse mensageiro acabam ficando distantes das novidades do software e também das melhorias de recurso e estabilidade.

Daremos aqui uma solução baseada no Ubuntu 9.04, mas que funcionará na maioria dos sistemas que utilizam o apt-get, e outra no CentOS 4 e 5 e RHEL 5.

Ubuntu 9.04:

  1. Abra o terminal. Suponho que você já possua instalado o Pidgin.
  2. Digite:
    sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \67265eb522bdd6b1c69e66ed7fb8bee0a1f196a8
  3. Agora digite:
    echo deb http://ppa.launchpad.net/pidgin-developers/ppa/ubuntu `lsb_release --short --codename` main | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/pidgin-ppa.list
  4. Agora rode o Update Manager do seu Ubuntu ou, caso você saiba como, faça a atualização pelo apt-get:
    No terminal digite:
    sudo apt-get update && sudo apt-get -y upgrade

    IMPORTANTE: Com este novo repositório, é provável que ele localize outros pacotes mais atuais para o seu sistema. Ele é significativamente mais atualizado que os repositórios do Debian e da Canonical (até mesmo mais que o Medibuntu).

CentOS 4, 5 e RHEL 5:

  1. Abra o terminal. Suponho que você já possua instalado o Pidgin.
  2. Digite:
    rpm --import http://rpm.pidgin.im/RPM-GPG-KEY-pidgin
  3. Digite:
    up2date -u pidgin

E caso você esteja realmente perdido, poderá efetuar o download manualmente do cliente específico para o seu sistema no site oficial da Pidgin:
http://www.pidgin.im/download/