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Tutorial Básico Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta que analisa grande parte do comportamento dos visitantes dentro de um site. Ele consegue exibir uma quantidade gigantesca de dados sobre diversos aspectos dos usuários, como o tempo que ficaram em determinada página, uma média de quantas páginas são visualizadas por acesso e se o visitante entra em uma página e sai sem navegar em outras. E essas são apenas três das principais métricas de usabilidade.

 

Para que serve

A ferramenta irá pegar diversos dados com uma facilidade espantosa, mas o importante é saber que qualquer dado coletado, em qualquer ferramenta, tem que ser utilizado para a ação. Caso tenha uma tonelada de dados que não te ajudam, não vale de nada.

Como não adianta ter os melhores dados se você não souber o que fazer com ele, tenha sempre em mente:

Dados devem gerar ações

Como funciona

Primeiro você precisa instalar o Google Analytics no seu site. É muito simples, basta incluir o código dado dentro de cada página do seu site.

O rastreamento do Analytics funciona através da instalação de um pequeno arquivo, chamado de Cookie, no navegador do visitante no momento em que ele acessa o seu site. Dessa forma, aquele computador ficará com uma identificação, que irá fornecer os dados a serem exibidos na ferramenta.

Isso não é vírus e muito menos gera problema para o usuário, pois nenhum dado pessoal é armazenado, como nome ou endereço. O máximo que ele exibe é a cidade, mas que não gera nenhum problema de segurança sem a identificação pessoal.

Principais Dados

Como o Google Analytics é uma ferramenta com muitos dados e uma vasta lista de seções interessantes, recomendo que depois de ler esse tutorial, você mesmo explore outras partes não abordadas e descubra por si mesmo o que pode ser mais adequado para utilizar como monitoramento do seu site.

É importante que você saiba o conceito de três métricas de usuário:

  • Visualização de Página
    É contabilizada cada vez que uma página é carregada no navegador.
  • Visita
    É um período de interação definido em 30 minutos. Então se o visitante fechar o navegador ou ficar inativo durante esse tempo, a visita termina.
  • Visitante
    É um indivíduo anônimo identificado pelo cookie do Google.
Figura 1: Gráfico da relação entre visitantes, visitas e visualizações

Então, seguindo a lógica, temos a pirâmide acima que ilustra o seguinte: o número de visitantes sempre será inferior ao de visitas, e este sempre inferior ao de visualizações de páginas.

Outros dados que são mais voltados para a experiência do usuário, consequentemente muito importantes, são:

  • Páginas/Visita
    É a média de páginas que são visualizadas por cada visita. Um baixo valor neste índice pode indicar que seu site não tem nenhum estímulo pra navegação, ou indicar que o site tem baixa qualidade.
  • Taxa de Rejeição
    Essa taxa indica a porcentagem do total de visitantes que entraram no seu site, e saíram sem navegar ou acessar nenhuma outra página. O ideal é que ela seja baixa. Ela estar com valores altos também pode indicar conteúdo de baixa qualidade.

Público Alvo

Essa é a visão geral do Analytics sobre o público-alvo para cada site. Ela passa um panorama do comportamento do visitante no site, em um somatório de todos os tipos de visitantes, e também incluindo as principais métricas, como visualizações de página e a duração média por visita.

Figura 2: Público Alvo > Visão Geral

Se quiser explorar mais um pouco, recomendo entrar na aba de Comportamento, que exibe dados sobre a relação entre visitante novos e antigos, além da frequência e a duração de cada acesso.

Fontes de Tráfego

Nesta seção você conseguirá ver exatamente qual é a origem dos seus visitantes. Geralmente, esse é o relatório mais analisado e é o mais importante para mostrar o desempenho de uma campanha de otimização, caso o objetivo for trazer mais acessos.

Figura 3: Fontes de Tráfego > Origens

As origens dos visitantes são dividas em diversas categorias, como:

  • Direto
    São os acessos quando o acesso é feito diretamente pelo navegador, como escrever o endereço do site no Firefox. Eles também são contabilizados quando seu site está na lista de Favoritos do navegador, e o seu visitante vem por esse atalho. É interessante para saber como anda a sua capacidade de fidelização dos usuários.
  • Referências
    Quando um usuário chega ao seu site através de um link em algum lugar da web, como um blog ou notícia. É fácil entender, pois estão indicando seu site como uma referência para algum conteúdo. É também aqui que aparecem os acessos pelo Facebook. Uma boa forma de verificar se seu site está com links em lugares que têm boa projeção e visibilidade.
  • Pesquisa Orgânica
    Para o pessoal de SEO, essa é a fonte de tráfego que será impactada após uma boa campanha de otimização. O interessante aqui é ver quais são as palavras-chave que os usuários digitam na busca do Google para chegar ao seu site. Lembre-se de retirar o nome da sua marca no filtro, para poder avaliar os acessos somente de quem não conhece sua empresa.
  • Pesquisa Paga
    Aqui são todos os acessos vindos pelos links pagos dentro da página do Google; aqueles que estão em cima de um fundo amarelado, numa coluna à direita ou com três resultados no topo. Esse serviço do Google é, na verdade, um leilão de palavras-chave e de onde a empresa obtém a maior parte da sua receita.

Conteúdo

Nesta seção você visualiza os dados relacionados à estrutura e conteúdo do site, como velocidade de carregamento e detalhes de cada página.

Páginas de Destino

Essa aba lhe fornece dados específicos para todas as suas páginas que recebem acessos. Então veja em ordem de visitas quais são as principais portas de entrada para o seu site. Não fique surpreso se a sua Home não for a principal página de acesso.

Figura 4: Conteúdo > Páginas de Destino

Com tantos detalhes, esta aba é uma fonte inesgotável de análise para melhorias internas. Separe as 10 páginas mais importantes e avalie suas métricas de usabilidade, aquelas explicadas no início do artigo.

Verifique se a página do seu principal produto está com uma taxa de rejeição alta. Talvez seja o momento de incluir uma chamada de ação mais clara ou tornar o layout mais limpo, para destacar o conteúdo.

Pode ser o caso de ter uma baixa taxa de páginas/visita, e uma das melhores formas de aumentar esse índice é estimular a navegação de alguma forma, como indicar produtos relacionados, ou links para artigos do mesmo assunto. Lembre-se de posicionar a navegação em um local visível de forma a chamar bastante atenção.

E depois?

É muito importante acompanhar os resultados do seu site, mas lembre-se que essa análise deve ser feita para gerar alguma ação para melhorar o desempenho do site. Caso nada seja melhorado, você estará apenas olhando para números que sozinhos não vão fazer nada.

Leve sempre em consideração que é importante desenvolver uma boa campanha de SEO no seu site para que ele possa se desenvolver.

fonte: http://www.seomaster.com.br

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Google diz que brasileiro nunca pesquisou tanto por protestos

google-protestos-pesquisaO mês de junho foi marcado por protestos efusivos pelo Brasil, e uma das frases mais ouvidas nas ruas ecoava que “O Gigante acordou”. A julgar pelo interesse do público manifestado na ferramenta de buscas do Google, a afirmativa procede.

Desde 2004, data do registro mais antigo no Google, nunca se buscou tanto pelos termos “protestos” e “manifestações” na internet nacional. Segundo a ferramenta Google Trends, que reúne a quantidade de menções, o interesse pelas palavras disparou até 100 vezes.

Confira:  

Para Gabriel Rossi, estrategista de marketing digital e político, o cenário reflete um momento único na conjectura política em paralelo ao aumento da penetração da banda larga. "Historicamente, sempre se procurou mais entretenimento do que política, mas agora isso mudou. E acredito que a busca por política não irá voltar mais ao que era antes".

O contexto no qual o país mergulhou também impulsionou pesquisas por termos relacionados a modelos de governança, alguns deles radicais, como “fascista”, “anarquia” e “ditadura”. A alta foi expressiva em relação a outros momentos do ano. Veja: 

Para Rossi, o interesse repentino justifica-se por dois motivos: "Política, no Brasil, é feita de militante por militante. E, como aqui muitas das mídias falaram sobre esses termos, o interesse cresceu. Costumo dizer que o que acontece na internet é uma 'disputa colaborativa em torno de pautas'".

Até mesmo o vinagre, símbolo de desentendimentos entre a polícia e manifestantes que queriam utilzá-lo para amenizar o efeito do gás lacrimogênio, ficou mais popular:

O “Movimento Passe Livre”, organizador das manifestações contra o aumento da tarifa nos ônibus e metrôs, existe há oito anos, no entanto, só agora ganhou mais destaque: 

Dilma Roussef também foi mais acionada pelos internautas. Em junho, as pesquisas pelo nome da presidente no Brasil e em outros países cresceram até 25 vezes. 

Aqui, alguns dos termos mais procurados, segundo o Google, foram “Dilma vaiada”, “Dilma internet”, “Dilma impeachment” e “Dilma pronunciamento”. 

"A Dilma é a representação máxima da política no Brasil. É natural que o interesse caia todo sobre ela", reflete Rossi. Ainda é curioso notar o crescimento das buscas por "Dilma Bolada", uma paródia online da presidente. "Por usar pouco as redes sociais, Dilma deixou um vazio de comunicação direta com os eleitores brasileiros -- e o espaço acabou sendo preenchido por perfis como a 'Dilma Bolada'", diz.

O Anonymous, grupo de hacker envolvido em questões sociais, também cresceu. Um dos possíveis motivos para isso é a associação do grupo com a máscara de Guy Fawkes (de “V de Vingança”), muito utilizada em protestos ao redor do mundo. 

Rossi considera importante o papel do Google em momentos como este. "Ele [ o Google] tem uma influência direta, é claro. No entanto é muito importante checar as informações que chegam pela internet. E vale lembrar que, normalmente, quando pessoa vai procurar algo, ela já tem uma opinião prévia, muitas vezes construída por suas redes de amigos no Facebook e em outros lugares", comenta.

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(not provided) no Google Analytics: O que exatamente isso quer dizer?

not-provided-google-analyticsMuita gente, assim como nossa equipe, deve ter se perguntado diversas vezes o que significa esse tal de (not provided) nas fontes de tráfego do seu site, calma, não se assuste!

 

Na verdade o termo (not provided) não tem a ver com buscas para ele e você não precisa se preocupar em otimizar ou se preocupar com o SEO do seu site por conta disso.

(not provided): O que é?

(Not provided) não é de fato um termo buscado para encontrar o seu site. Ele aparece nos resultados de busca orgânica e nada mais é do que um agregado de palavras-chave cujo os termos buscados não são mais fornecidos pelo Google. Antes isso não acontecia porque o Google lhe informava os relatórios completos de todas as palavras-chaves, sempre era possível saber quais as palavras-chaves através do referer.

O Google não deixou simplesmente de identificar ou mostrar os dados dessas buscas, isso tem muito a ver com a nova política de privacidade que, segundo o próprio Google, assegura aos usuários logados em seus serviços (Gmail, Orkut, Google+, Youtube, Analytics, etc) a privacidade de sua navegação. Contraditória ou não, a explicação do Google é que eles necessitam proteger a privacidade do seu usuário, assim, não conseguimos identificar o termo buscado por visitantes logados em serviços Google, porém, para aqueles que utilizam PPC, os dados continuarão sendo fornecidos. Meio estranho não!?

Então a partir de agora não consigo mais identificar minha palavras chave?

Muita calma nessa hora! Ainda temos outras soluções para identificar as palavras chave do seu site. Uma delas é utilizar o Webmaster Tools, que continua fornecendo os dados das palavras chave. Concordo que é um trabalho a mais, mas no final das acontas acaba valendo a pena.

O WMT não é uma ferramenta tão completa como o Analytics mas mesmo assim ainda conseguimos cruzar os dados entre as ferramentas e obter alguns detalhes interessantes. Um exemplo disso, é que o WMT não fornece relatórios de mais de 10 mil palavras chave, o que pode parecer muitas palavras para alguns Ecommerces, mas podem ser muito pouco para outros, além disso, não conseguimos identificar por exemplo, a duração média de visitas, taxa de rejeição por palavra e assim por diante.

Então…

Estamos vivendo alterações constantes no algoritmo do Google e isso é totalmente aceitável devido ao aumento e crescimento acelerado da rede, alterações são muito necessárias. A idéia do Google é trazer cada dia mais empresas para o CPC e cada dia dar menos atenção ao SEO, o futuro será pago por cliques!