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Microsoft adia upgrade e smartphones Lumia só terão Windows 10 em 2016

Microsoft adia upgrade e smartphones Lumia só terão Windows 10 em 2016

Microsoft adia upgrade e smartphones Lumia, os usuários do Windows Phone 8.1 à espera do upgrade para o Windows 10 ainda em dezembro vão ficar desapontados. Após representantes da Microsoft dizerem em outubro que os upgrades móveis do Windows 10 começariam ainda em dezembro, a empresa agora disse que isso não vai acontecer até o começo de 2016. Continue reading "Microsoft adia upgrade e smartphones Lumia só terão Windows 10 em 2016"

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Marca "Nokia" começa a ser substituída por Microsoft Lumia

Como confirmado pela Microsoft em abril, a marca Nokia começou a ser substítuída e agora, os smartphones da empresa passarão a carregar o termo "Microsoft Lumia".

A informação foi confirmada pela própria Microsoft ao The Verge, que disse que a Nokia na França será a primeira divisão a receber o novo nome no site e nas redes sociais, como o Facebook e Twitter. A Microsoft afirmou ainda que o processo de rebranding (reposicionamento de marca) deve acontecer em mais países nas próximas semanas.

 

Vale lembrar que o fim do nome Nokia nos smartphones Lumia não extermina totalmente a empresa finlandesa. A Nokia ainda existe em uma companhia separada sem os celulares, focada em serviços de mapas e redes.

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Opinião: Adeus, Nokia, prazer em conhecê-la

Acredite ou não, há apenas quatro anos, a Nokia era a líder do mercado mundial de smartphones. Desde então, ela foi comprada pela Microsoft, que anunciou na semana passada a decisão de despedir metade da sua força de trabalho. Então, digam-me, qual exatamente foi a razão da sua aquisição por 7,2 mil milhões de dólares há pouco mais de um ano atrás?

 

Os sabichões do mercado financeiro podem gostar dessas demissões – eles adoram tudo o que faz com que o próximo trimestre pareça bom e não têm muito cuidado com as consequências de coisas assim para o futuro a longo prazo de uma empresa.

Desembolsar 7,2 mil milhões  de dólares é bastante, mesmo para a Microsoft. E esse valor está longe de ser o total de gastos da Microsoft com a Nokia. A empresa terá que gastar entre 1,1 mil milhões e 1,6 mil milhões de dólares no ano fiscal iniciado agora em julho só com as demissões, e cerca de metade desse montante irá para os funcionários da Nokia dispensados na barca. Assim, some-se mais 550 milhões a 800 milhões de dólares na conta Nokia.

Pelo menos, a Microsoft se beneficia da linha de celulares da Nokia, certo? Não é bem assim. A Microsoft também disse semana passada que desistirá dos dispositivos “low-end” da Nokia e dos seus Nokia X Android. Em vez disso, o CEO da Microsoft, Satya Nadella, quer concentrar-se nos Windows Phone 8.x.

Tentar adivinhar o que os CEOs de empresas de topo pensam é um exercício e tanto. Normalmente, pode-se admitir que o CEO está no caminho certo, e que você faria diferente. Neste caso, no entanto, tudo o que posso fazer é coçar a cabeça. Sério, Nadella? Você vai apostar tudo em dispositivos que dependem de um sistema operacional móvel que está em um distante terceiro lugar, comparado ao Android e ao iOS – um sistema operacional que está realmente ficando para trás em relação aos seus rivais?

Tudo o que vi me leva a pensar que os dias da Nokia estão contados. Lembre-se, a Nokia já estava com problemas antes de a Microsoft comprá-la, mas esta aquisição pode tornar a situação ainda pior.

As coisas começaram a azedar quando uma massa crítica de consumidores começou a se afastar dos feature phones para adotar os smartphones. O Symbian, da Nokia, foi um ótimo sistema operacional para os feature phones, mas não funcionava nada bem em smartphones. Quando reconheceu que precisava de um sucessor para o Symbian, a Nokia  experimentou vários sistemas operacionais baseados em Linux – como o Maemo, MeeGo e Tizen – que não deram em nada. Aparentemente, não querendo ser mais uma a ter smartphones Android, evitou o sistema operacional (quer dizer, até pouco antes do acordo com a Microsoft ser fechado). A Samsung, por sua vez, decidiu adotar o Android e tem feito muito dinheiro com os seus smartphones e tablets.

Quando a Nokia começou a oscilar, contratou como seu CEO Stephen Elop, então o chefe de divisão de negócios da Microsoft. No início do seu mandato, a Nokia tinha uma quota de 34,2% do mercado mundial de celulares. Três anos mais tarde, quando Elop negociou a venda à Microsoft, a quota da Nokia no mercado global já havia caído para péssimos 3%. No meio dessa espiral de morte, em 4 de Setembro de 2012 Elop apresentou o novo aparelho topo de linha com  Windows, o Lumia 920. No dia seguinte, escrevi: “a verdade sobre a viabilidade do Windows Phone 8 pode ser vista pelo simples fato de que após a Nokia lançar o novo modelo as suas ações mergulharam mais de 13%. Alguma dúvida?”

Isto não foi um fenômeno de um dia. Até o momento da venda à Microsoft, o preço das ações da Nokia sob a “liderança” de Elop caíram quase um terço. E antes da Microsoft ter a possibilidade de despedir metade dos funcionários da Nokia, Elop já tinha despedido 20 mil.

Não é de admirar que algumas pessoas digam que Elop era um “cavalo de Tróia”, enviado para a Nokia com o propósito expresso de destruir a empresa para a tornar mais barata para a Microsoft. O problema com essa teoria é que, como disse anteriormente, é difícil ver como a aquisição beneficiou a Microsoft.

Se a aquisição beneficiou alguém, foi Elop. Ele recebeu 25 milhões de dólares pela sua parte no negócio. E ele acabou por regressar à Microsoft, onde é hoje vice-presidente executivo do grupo de dispositivos (Devices Group).

Enfim, talvez a Nokia tivesse desaparecido de qualquer maneira. Ela já estava em apuros quando contratou Elop. Mas, certamente, com Elop como seu CEO e a Microsoft como sua aliada, ela não teve qualquer chance.

Por isso, temo que isto seja um adeus, Nokia. Você pode existir ainda como uma marca em smartphones fabricados no Vietnã, mas a empresa de telefonia móvel, e a sua experiência, desapareceram. Há remanescentes, incluindo a Jolla, fabricante dos smartphones Sailfish OS, e a Nokia Advanced Technologies, que vai gerir as patentes da Nokia. Mas elas não são nada em comparação com a gigante da telefonia móvel que já foi o orgulho da Finlândia. Ainda assim, é possível que Sisu – o espírito finlandês da determinação e da coragem que tem servido bem à Finlândia, ao seu povo e às suas empresas ao longo dos séculos – as acompanhe.

fonte: http://idgnow.com.br

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Veja a 'cara' do smartphone da Nokia com Android

nokia-androidO smartphone da Nokia baseado em Android pode estar mais perto da realidade. Batizado de "Normandy", o telefone teve mais uma foto divulgada na internet, esta semana, desta vez pelas mãos do perfil @seamisu no Twitter.

A imagem não adianta especificações nem o tamanho da tela, mas o site The Verge especula que o aparelho deverá concorrer na categoria dos intermediários, representada no Brasil por celulares com preços até R$ 1 mil.

O registro mais recente do "Normandy" junta-se às imagens publicadas na semana passadapelo perfil @evleaks, conhecido por vazar informações sobre lançamentos de diversas marcas. Ao que tudo indica, o protótipo não deverá demorar a chegar ao público.

Via: Mashable

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Propaganda da Microsoft sobre a Nokia tem cara de "tela azul"

nokieA Microsoft acredita que toda a repercussão midiática em torno da compra da Nokia ainda não foi suficiente. Por isso a companhia está comprando publicidade para informar a compra da divisão de dispositivos e serviços da finlandesa.

 

AllThingsDigital nota que, no site do The New York Times, há banners avisando a novidade. Ironicamente, a propaganda, que parece feita às pressas, lembra muito a “tela azul da morte”, sinônimo de bugs no Windows.

“A divisão de Serviços e Dispositivos da Nokia está indo para a Microsoft para entregar mais opções e inovação para telefones e dispositivos inteligentes de todos os tipos”, diz o anúncio. Só falta dizer de que as negociações ainda não foram fechadas oficialmente.

Os acionistas da Nokia devem votar a aquisição em uma reunião especial em novembro. Além disso, as negociações ainda precisam ser aprovadas pelos órgãos reguladores. Normalmente nada disso é um impedimento, mas, ainda assim nada é oficial.

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fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Os números por trás das negociações entre Nokia e Microsoft

nokia-numeros-microsoftA compra de parte da Nokia pela Microsoft ainda vai dar muito o que falar. A aquisição deverá trazer grandes mudanças para o mercado, além de, naturalmente, movimentar muito dinheiro.

Há muita coisa por trás das negociações que surpreenderam as pessoas na meia-noite desta terça-feira, 3. Alguns dos números que permeiam os negócios podem nos ajudar a entender o que está acontecendo. Veja alguns deles:

  • A Microsoft comprou o pacote por US$ 7,2 bilhões. Destes, US$ 5 bilhões são para a divisão de dispositivos e os outros US$ 2,18 bilhões são para licenciar a propriedade intelectual.
  • O portfólio da Nokia inclui 8.500 patentes de design e mais de 30 mil patentes de utilidades e aplicações.
  • Apesar de US$7,2 bilhões parecer um número bastante expressivo, ele é inferior aos US$ 12,5 bilhões que o Google pagou pela Motorola. Na verdade, o valor é ainda menor do que os US$ 8,5 bilhões que a própria Microsoft pagou pelo Skype. 
  • As ações da marca finlandesa dispararam a taxas próximas a 40% desde o anúncio da venda. Os papéis chegaram a ser negociados a cerca de US$ 2 no dia 30 de agosto, mas às 11h valiam US$ 4,10, a uma alta momentânea de 38.33%. 

  • Em comparação, a ação da Microsoft, que bateu os US$ 34,75 em 23 de agosto, hoje vale US$ 31,90, caindo constantemente a uma taxa próxima de 1.5%.
     
  • Aproximadamente 32 mil funcionários da Nokia serão transferidos para a Microsoft. Destes, quase 18.300 estão “diretamente envolvidos em manufatura”. No entanto, 56 mil funcionários da Nokia continuarão na empresa até que as negociações sejam fechadas,.
  • Segundo a IDC, no segundo trimestre de 2013 foram vendidos 8,7 milhões de smartphones com Windows Phone, que abocanhou apenas 3,7% do mercado global. 
     
  • Em 2007, quando era uma das maiores fabricantes do mundo, a Nokia dominava 49,4% do mercado de smartphones. Em 2012, esse número era de apenas 4,3%. Veja no gráfico abaixo: 
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  • A Microsoft quer mudar o panorama. Em documentos apresentados aos investidores, ela diz que pretende vender 1,7 bilhão de aparelhos até 2018, obtendo um lucro de US$ 45 bilhões. 
      
  • Segundo a Microsoft, em nove países o Windows Phone já representa mais do que 10% do mercado. A empresa também diz que em 34 países o Windows Phone já é mais vendido do que o BlackBerry.
  • 81,6% dos smartphones com Windows Phone vendidos no segundo trimestre de 2013 são da Nokia. 
  • Até o momento, a Microsoft ganhava apenas US$ 10 por cada Nokia com Windows Phone vendido. Agora, com a aquisição, a empresa quer lucrar US$ 40 por cada Nokia com Windows Phone comercializado.

fonte:http://olhardigital.uol.com.br

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Venda da Nokia marca fim de um ciclo de tecnologia e de negócios

nokieA Nokia é, sem dúvidas, uma empresa diferente. Sua história tem mais de 148 anos, e remonta ao século 19, quando um engenheiro chamado Fredrik Idestam montou um moinho de extração de celulose, no sudeste finlandês. Alguns anos depois, a empresa mudou seu foco, investindo em produtos de borracha - botas, especificamente. Na fria Finlândia, as botas fizeram sucesso, e a Nokia registrou um crescimento saudável (compatível com uma era pré-globalização e revolução digital).

Uma nova grande mudança viria em 1967, quando a empresa se fundiu com a também finlandesa Cable Works. O projeto que trouxe as duas companhias juntas era o de produzir rádios para o exército finlandês. Os rádios evoluíram para o primeiro telefone móvel para automóveis (uma novidade que nós brasileiros nem chegamos a conhecer), o Mobira Senator, lançado em 1982. Já em 1987, a tecnologia GSM foi adotada como padrão pelos países europeus, e a Nokia iniciou seu ciclo de ouro, rapidamente crescendo a participação no novo e pulsante mercado dos celulares. A empresa permaneceria como líder do segmento por nada menos que 14 anos consecutivos. 

Antes do tempo

Por incrível que pareça, um dos problemas que a Nokia enfrentou foi o de trazer para o mercado um produto que estava à frente do tempo. Ainda em 1996, a Nokia lançou seu primeiro smartphone (um aparelho com tela sensível ao toque, que já apostava na integração com redes mais rápidas e conexão com a internet). O problema é que, do outro lado Atlântico, a Motorola lançava mais ou menos ao mesmo tempo sua linha Razr - aparelhos ultra-finos, no formato flip, mas sem qualquer recurso de inteligência. Mas, os Razr eram muito mais baratos, e comeram uma parte importante do mercado da Nokia. 
Como consequência, a Nokia decidiu focar em seus próprios telefones de baixo custo, numa estratégia para recuperar a fatia de mercado perdida. O problema é que em 2007 Steve Jobs subiu ao palco do Moscone Center em São Franciso e anunciou o iPhone. A partir daí, o mundo finalmente entendeu o conceito de um smartphone e tanto Nokia quanto Motorola se viram em posição fragilizada em relação à nova entrante no mercado - isso apesar da finlandesa ter colocado seu primeiro smartphone no mercado quase 10 anos antes.

Velocidade implacável

Depois de 2007, a revolução digital, que já girava a alta velocidade, ganhou impulso ainda maior, com a explosão de vendas de iPhones e, posteriormente de iPads; com a criação de um mercado inteiramente novo - o de aplicativos móveis, e com a chegada das mídias sociais, que reforçaram ainda mais os usos dos celulares inteligentes. A Nokia (assim como a Motorola) tentou arregaçar as mangas e correr atrás do prejuízo - mas já era tarde demais. Apple e, mais tarde, Samsung e todo o ecossistema Google / Android já haviam modificado a relação de forças no mercado. 

Em 2010, Stephen Elop assumiu a Nokia e promoveu drásticos cortes na estrutura da empresa. Eles foram da venda da sede da companhia, em Espoo, na Finlândia, até o abandono do sistema Symbian, que controlou os aparelhos top de linha da empresa durante vários anos. Ao final, Elop (que saiu da Microsoft para assumir a Nokia) articulou a adoção do Windows Phone como sistema operacional dos smartphones da Nokia e finalizou a parceria com a operação de compra. 

Chama a atenção que as duas protagonistas do mundo celular nas décadas de 1980 e 1990 tiveram destino similar: a venda. Ironicamente, o Google pagou bem mais pela Motorola: 12,5 bilhões de dólares, contra os 7,2 bilhões desembolsados pela Microsoft pela Nokia. Aliás, a Nokia acabou vendida por menos do que custou o Skype, que exigiu o desembolso de 8,5 bilhões de dólares por parte de Steve Ballmer. 

A nova união tem um primeiro objetivo concreto: conseguir se consolidar no terceiro lugar no ecossistema de smartphones (Android ocupa a liderança, à frente do iOS da Apple). Para a Nokia, é a salvação de um negócio que registrava vendas e lucratividade em queda. Para a Microsoft, uma aposta ousada que a coloca no mesmo ringue que Apple e Google - ainda que com armas mais fracas. Para a Finlândia é a perda de sua principal marca no cenário global. 

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/