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Bitcoin tem valor superior ao ouro pela primeira vez na história

Bitcoin tem valor superior ao ouro pela primeira vez na história

Bitcoin tem valor, quem investiu dinheiro na compra da criptomoedas bitcoin há alguns meses atrás provavelmente deve estar com um sorriso de orelha a orelha. Pela primeira vez na história, a moeda digital vale mais do que uma unidade de ouro real. Continue reading "Bitcoin tem valor superior ao ouro pela primeira vez na história"

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Ransomware, seus dados podem ser sequestrados

Ransomware, seus dados podem ser sequestrados

O Ransomware é um malware responsável por sequestrar os dados de dispositivos e pedir recompensa geralmente em bitcoins, uma moeda digital, praticamente impossível de ser rastreada. Após o sequestro, os dados são criptografados e apenas o invasor possui a chave para quebra da criptografia, solicitando um valor para entregar a chave ao usuário. Continue reading "Ransomware, seus dados podem ser sequestrados"

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Bitcoin: Método Alternativo de Pagamento

Quem sabe o que será no futuro?

Eu sou um entusiasta de novos modelos, tecnologias, formas de relacionar, pagar etc. Mas, confesso, tenho certas restrições a alguns temas. Isso se aplica desde fanfarrices que algumas pessoas têm a capacidade de chamar de arte a bobagens que certos indivíduos gostam de colocar como meios de pagamento.

 

Vamos voltar um pouco no tempo. Talvez alguns leitores não conheçam o que é considerada a primeira bolha especulativa que se tem notícia: http://ecommercenews.com.br/wp-content/plugins/sem-external-links/external.png) 100% 50% no-repeat;">a crise das tulipas na Holanda. Resumidamente, essa crise foi um efeito de credibilidade que se deu sobre um “bem” que todos queriam ter. Naquela época, um bulbo de tulipa rara chegou a valer o mesmo que 24 toneladas de trigo! Isso na primeira metade do século 17, quando os métodos de produção eram absolutamente artesanais. 40 bulbos chegaram a valer 1.000 toneladas de manteiga. Essas situações, para a época, eram corriqueiras, então as famílias vendiam propriedades para investir em bulbos de tulipas. Uma verdadeira febre. No meio daquela euforia, em dado momento alguém se perguntou: qual era o real valor das tulipas? Então as pessoas perceberam que talvez não existisse tanto valor assim naqueles bulbos. Esse simples questionamento deflagrou uma crise de credibilidade instantânea e todo mundo se viu, no jargão do mercado de investimentos atual, biting the dust, ou seja, sem nada em mãos. Tinham bulbos “valiosíssimos”, mas não existiam mais os compradores, os incentivadores do mercado simplesmente sumiram. Famílias foram à ruína, cidades inteiras tiveram suas economias devastadas, bolsas balançaram, foi algo como a crise dos títulos sub-prime que até hoje, seis anos depois, tem marcas fortes em todas as economias globais, mesmo com a injeção de trilhões de dólares pelos países envolvidos.

Mas, por que alguém entendeu, em algum momento, que a tulipa seria tão valiosa? A resposta sempre esteve na procura: as pessoas viam a beleza depois do inverno. Da beleza veio o prazer em ter algo que poucos tinham e a consequência natural disso é o objeto de desejo ter valor. O crescimento do valor é gradativo e os investidores/especuladores sempre apostam que conseguirão convencer mais e mais pessoas a entrar no fantástico negócio das tulipas. Isso aumenta a demanda e, consequentemente, o preço (essa última é a lei imaculada no mercado). E o que toda essa história tem com o Bitcoin? Na minha humilde opinião, são assuntos siameses, nascidos da mesma receita de bolo.

O Bitcoin (BTC) informa ao mercado que ele é a primeira moeda virtual global não atrelada a nenhum pais, que não responde a nenhum órgão regulador e que obedece justamente à principal regra de todas: seu preço é determinado pela oferta x procura. Mas afinal, por que ele acredita que é uma moeda? O que é uma moeda? O que torna uma moeda digna de ser chamada de moeda?

São basicamente três fatores:

1 – Lastro – Sim o lastro. Você achou que a ideia de ouro tinha acabado? De certa forma ela acabou. A ideia do lastro em ouro é muito desigual porque países capazes de produzir mais ouro, ou de roubá-lo, seriam mais ricos… Ok, no passado foi assim. Mas não poderia continuar dessa forma. O lastro atual de uma moeda está diretamente ligado ao país que a emite. Se esse país é sério, tem boas políticas econômicas/industriais/agrícolas/serviços, respeita regras de mercado, contratos etc. Ou seja, tem fundamentos econômicos e instituições sólidas, então sua moeda tende a ser mais forte que a de países pouco responsáveis, com ambientes econômicos degradados – vide o caso de alguns de nossos vizinhos latino-americanos.

2 – Confiança – Se você não tiver confiança na moeda ela simplesmente deixará de existir, voltaremos ao escambo. Confiar que uma nota de R$100,00 em sua carteira possa valer algo é o que faz tê-la em sua carteira.

3 – Aceitação – Não adianta eu depositar confiança na moeda se ela não é aceita como forma de transferir riqueza pela maioria da sociedade.

E quais são as principais funções da moeda?

1 – Meio de troca: serviços por moeda e produtos por moeda.

2 – Forma de mensurar riqueza: o valor de um ativo/empresa por exemplo.

3 – Acúmulo: poder guardar algo para ser usado no futuro.

Então podemos desenhar um conceito livre de uma boa moeda como sendo de responsabilidade de um ente público responsável, que zele por algo que eu confio e que é aceito como forma de transferir riqueza em troca de bens ou serviços.

Agora vamos comparar com o Bitcoin

1- Lastro – Ele não tem, e, mais divertido ainda, você sabe como se acumula Bitcons (BTC)? Enquanto os países se preocupam com o volume e qualidade do meio circulante, segundo o tamanho de sua economia, mantendo a moeda em patamares estáveis, evitando uma enxurrada de dinheiro que a desvaloriza, o Bitcoin é conseguido através de computadores que ficam “minerando” bitcoins. É isso mesmo, um computador, dotado de um software especial plugado na rede e que fica o tempo todo processando transações dessa rede e tentando quebrar algoritmos para “ganhar” bitcoins. O sistema é engenhoso e quem comercializa a ideia gosta de comparar com minerar ouro, mas as diferenças são grotescas. A começar pelo meio, você precisa de um supercomputador, que, por aqui, pode custar dezenas de milhares de reais, adaptado para esse trabalho. Quem tem o dito computador, pluga na rede e fica ganhando alguma coisa o tempo todo. A base para criar riqueza está em ter um computador especial, plugado numa rede e que fica o tempo todo realizando operações de processamento. Muito longe do que acontece no lastro real.

2- Confiança – Nenhum pais reconhece o Bitcoin como moeda e poucos países reconhecem-no como moeda privada, ou seja, a capacidade de poder ser usado em trocas fica entre um grupo fechado de pessoas. E, mesmo esses países, não permitem que o Bitcoin seja usado como garantia de contratos, pagamentos de dívidas, etc. Por outro lado, existem muitos países que querem simplesmente proibir seu uso, tornando ilegal/inócua qualquer transação que envolva essa forma de pagamento.

3- Aceitação – Ainda são poucas as pessoas e empresas que aceitam tal pagamento, e, mesmo quem aceita, tem um movimento tão pequeno que o fato de aceitar é quase um ação de marketing.

Agora uma pergunta: você sabe quanto custa um Bitcoin? Tudo o que você ler sobre essa “moeda” vai apontar como sendo seu maior risco a grande volatilidade de sua cotação. Deve ser mesmo, uma moeda que já chegou a valer U$ 1.203,00 no final de 2013, hoje, meados de 2014, vale apenas cerca de U$ 400,00 demonstra quão forte é essa volatilidade. Alguns outros dados interessantes: (A) hoje são cerca de 13.300.000 BTC emitidos no mundo, o que perfaz um valor de aproximadamente U$ 5,5 bi em meio circulante. (B) são registradas menos de 100.000 BTC mudando de mãos a cada dia, se compararmos com a liquidez média das moedas globais temos BTC 0,7 % X Moedas Globais 40%; (C) 70% dos Bitcoins estão nas mãos de 0,1% do total de usuários registrados no sistema. Você pode encontrar muitos gráficos explicativos sobre o Bitcoin em www.blockchain.info

Tirando a questão aludida de ele ser de confiança justamente por não ter uma autoridade regulatória que o controle, fato esse que eu questiono fortemente, outro ponto que os defensores da moeda virtual defendem é justamente o pagamento de qualquer produto ou serviço em qualquer lugar do mundo. Pra mim, soa como mais uma promessa vaga. Hoje qualquer pessoa faz isso com o uso de um simples cartão de crédito, ou de uma plataforma de clearing global como Paypal, por exemplo.

Se vocês pesquisarem em portais, fóruns especializados, etc. Verão que boa parte das pessoas que usam o Bitcoin são aquelas que não querem declarar nenhuma movimentação financeira de entrada ou saída de capitais nos países pelos quais estão viajando ou se mudando; o que é crime fiscal e abre uma brecha muito grande para a lavagem de dinheiro. Aliás, esses dois pontos estão entre os principais fatores que justificam a aversão de diversos países à essa moda/moeda virtual.

Em suma, o Bitcoin é um clube privado de pessoas que aceita e acredita no valor de uma moeda que é minerada/acumulada por nerds com seus computadores superpoderosos e caros para vender a usuários que gostam de emoções fortes.

Apesar de todas as minhas brincadeiras e hipérboles sobre o BTC eu não posso deixar de declarar meu apoio a testes que levem ao desenvolvimento de formas mais eficientes, baratas e rápidas para realizar pagamentos virtuais. Se o caminho é a moeda virtual eu não sei, mas, seguramente, o modelo hoje estabelecido não me parece algo viável em longo prazo. Se estou enganado? Se é uma análise precipitada de uma moeda/moda que existe há apenas cinco anos? Se esqueci de analisar algum aspecto mais positivo e relevante? O tempo vai dizer.

fonte: http://ecommercenews.com.br/

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Bitcoin é um inimigo? Certamente não

Bitcoin é um tema relativamente presente na vida de Daniel Cohen. Volta e meia algum interlocutor questiona o líder de pagamentos emergentes da MasterCard para América Latina e Caribe se a moeda virtual ocupa a posição de inimigo no jogo que a provedora de soluções de meio de pagamento se propõem a disputar. “Não!”, enfatiza, para depois de uma pausa adicionar: “definitivamente não”.

 

O executivo está à frente de uma área da companhia onde o desafio vem carregado de uma enormidade de oportunidades. Especificamente sobre o dinheiro virtual, ele explica que há algumas questões a serem resolvidas, sendo a principal dela a questão do “lastro” (garantias implícitas que garantem o preço de moeda) que lhe atribua um valor tangível.

Mas essa é apenas mais uma onda tecnológica que atinge sistemas de pagamento e transforma empresas, de maneira geral, em organismos cada vez mais digitais. A digitalização do dinheiro, que se desenrola ao longo décadas, se acelerou de maneira mais intensa há um punhado de anos empurrado pelo avanço da mobilidade.

O executivo cita dados estimados que apontam que os norte-americanos possuem, em média, 15 aplicações que de alguma forma requerem dados de cartão de crédito em seus smartphones. Isso significa que uma parcela considerável deve ocorrer nesses ambientes. “Nosso principal objetivo é ter toda transação fluindo de forma segura”, comenta.

A MasterCard testa a aderência (e em alguns casos já explora) de diversos modelos para esse novo cenário. Há uma parceria com a Apple para a solução “Pay”. Outra frente, anunciada há alguns meses, é o MasterPass – solução digital anunciado em fevereiro de 2013. Desde então, o produto foi lançado em 10 mercados (Austrália, Canadá, China, Itália, Polônia, Nova Zelândia, Cingapura, Sul África, EUA e o Reino Unido) e é aceito, de acordo com a empresa, em mais de 40 mil estabelecimentos.

A tecnologia tem sido disponibilizada para comerciantes e potenciais emissores em outros 19 mercados, dentre os quais o Brasil. Por aqui, a provedora já firmou parcerias com a Caixa Econômica Federal e o Banrisul. Na outra ponta, a companhia calcula já ter 1,6 mil estabelecimentos cadastrados, dentre os quais a Cnova (grupo que abarca CasasBahia.com.br, Extra.com.br, Pontofrio.com, Barateiro.com, além do site da Giraffa’s em acordo firmado ainda  no final de 2013)

A meta é agregar mais instituições financeiras ao longo do tempo e varejistas para “cobrir o mercado o tanto quanto possível”, diz Marcelo Tangioni, vice-presidente de Produtos da MasterCard Brasil e Cone Sul, que é um dos profissionais da companhia que trabalha para alavancar a tecnologia no mercado local e fomentar um ecossistema local. Na sua visão é uma questão de orquestrar esforços.

Se Bitcoins não são inimigos e o futuro aponta para meios de pagamento cada vez mais digitais, qual tende a ser o futuro do plástico nos meios de pagamento? “É difícil saber”, responde Cohen, “mas são modelos que podem conviver. A parte importante é que essas novidades aceleram a migração para um mundo cada vez mais eletrônico”.

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Loja virtual nos EUA já arrecadou US$ 1 milhão em compras com Bitcoin

Os últimos dias tem sido conturbados para os entusiastas da Bitcoin, com o fechamento da principal casa de câmbio e escândalos de roubos. Entretanto, uma notícia boa positiva surgiu. A tradicional loja online americana Overstock.com anunciou que já vendeu US$ 1 milhão em produtos pagos com Bitcoin.

O número por si já seria surpreendente, mas a rapidez com que a marca foi alcançada é ainda mais impressionante. A loja passou a aceitar a moeda digital apenas em janeiro deste ano.

"Nós não esperávamos atingir essa marca tão cedo. Os clientes de Bitcoin são bons cleintes e estamos felizes em oferecer a eles este serviço", afirmou Patrick Byrne, CEO da Overstock em comunicado.

O executivo também acrescentou, em entrevista ao Wall Street Journal, que até o fim do ano, a expectativa é que o valor fique entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões até o fim do ano. Entretanto, mesmo se a expectativa máxima se concretizar, o faturamento com Bitcoins será pouco maior do que 1% das receitas do ano de 2013, quando a empresa vendeu o equivalente a US$ 1,3 bilhões.

Aparentemente, o real valor da Bitcoin na estratégia da Overstock é trazer novos clientes. O comunicado diz que 4,3 mil pessoas fizeram compras usando Bitcoins e cerca de 60% deles nunca haviam feito compras na loja anteriormente.

Via Mashable 

fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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Brasileiro põe imóvel à venda, mas só aceita pagamento em Bitcoin

A recente quebra do maior câmbio de Bitcoin do mundo não assustou o brasileiro Rodrigo Souza. O programador de 34 anos botou um imóvel à venda em São Paulo por US$ 250 mil, mas diz que só aceita o pagamento se ele for feito na moeda virtual.

 

Souza foi encontrado pela Folha de S.Paulo em Nova York, onde mora há quase seis anos. Ele explicou ao jornal que prefere fazer a transação dessa forma para evitar o pagamento das taxas cobradas pelo envio de dinheiro do Brasil para os Estados Unidos.

“Eu não aceito em reais porque, para trazer essa quantia para os EUA, eu iria pagar uma taxa de IOF absurda”, confirmou ele, que reconhece as limitações de sua ideia.

Um dos problemas é que o formato diminui consideravelmente a lista de possíveis compradores – já que a maioria das pessoas não lida com Bitcoin. Há ainda o problema da volatilidade da moeda; no começo do ano, por exemplo, ele chegou a fechar negócio com um interessado, mas então a BT, que valia R$ 900, despencou e acabou com o acordo.

Para não ser surpreendido por essa volatilidade, aliás, Souza disse que não guarda dinheiro em Bitcoin. Dono de uma empresa de marketing, ele paga funcionários e recebe de clientes na moeda virtual, mas converte tudo na hora para dinheiro tradicional.

fonte: https://adwords.google.com

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Após ataques, uma das maiores casas de câmbio de Bitcoins fecha suas portas

BitcoinsAs Bitcoins sofreram mais um duro golpe nessa segunda-feira (24). De acordo com documentos vazados por um indivíduo ainda não identificado, um ataque hacker pode ter sido responsável pelo roubo de quase 750 mil moedas virtuais do MtGox, uma das maiores casas de câmbio virtual e responsável por milhares de transações todos os dias.

 

No momento em que essa reportagem é escrita, o site do MtGox está completamente fora do ar, exibindo apenas uma tela inteiramente branca e nenhum pronunciamento sobre o caso. O rombo seria de cerca de R$ 895 milhões, de acordo com a cotação da Bitcoin nesta terça-feira (25). Ainda há possibilidade da casa de câmbio enfrentar processos relacionados às perdas e ao custo de operação de cada uma dessas transações.

Segundo os documentos, o problema seria uma vulnerabilidade conhecida do sistema de Bitcoins e, inclusive, teria sido responsável por uma interrupção semelhante no funcionamento do MtGox no início do mês. A falha da vez, porém, teria passado despercebida por anos e, agora, seria a responsável pelo sumiço de milhões de moedas.

Por enquanto apenas um problema interno foi confirmado pelos responsáveis pelo serviço, que não responde às solicitações da imprensa nem de seus clientes. As mensagens publicadas pelo perfil da empresa no Twitter também foram deletadas, enquanto uma junta de investidores em Bitcoins liberou uma carta aberta conjunta solicitando uma resposta rápida do MtGox e alegando que a postura da empresa é uma “violação trágica da confiança de seus usuários”.

O caso, claro, motivou uma queda brusca na cotação das Bitcoins, que no momento opera em baixa de 11%, resultando em perdas de mais de US$ 1 bilhão. Com a continuidade dos problemas, a tendência é que o valor da cotação continue a cair.

Limpando a barra

Um aspecto, porém, levantou dúvidas sobre a veracidade do documento vazado. Segundo o texto, os responsáveis pelo MtGox já estariam pensando em um plano de contingência, que envolveria uma mudança de nome, para Gox.com, e uma possível venda a outras empresas. Para eles, isso seria suficiente para que o serviço renascesse como uma opção confiável novamente.

Para reparar o roubo das 750 mil Bitcoins, o MtGox espera o apoio da comunidade e de grandes investidores em moedas virtuais que estejam dispostos a ajudar a companhia e a reparar os danos. Especula-se que o fim da casa de câmbio virtual afetaria tanto esse segmento da economia que seus principais players e entusiastas fariam o possível para mantê-lo funcionando.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/

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Bitcoin Foundation culpa casa de câmbio Mt. Gox por problemas com a moeda

bitcoin-foundationUm problema identificado pelo Mt. Gox como sendo um bug no software de Bitcoin é, de fato, uma questão técnica de longa data que a casa de câmbio virtual deveria estar preparada para enfrentar, disse a Bitcoin Foundation nessa segunda-feira (10).

O Mt. Gox disse que os problemas com a troca de moeda por conta do erro no software permitia a chamada "meleabilidade da transação", dando às pessoas a habilidade de mudar os detalhes da transação com bitcoins depois delas terem sido realizadas. Uma fraude poderia acontecer e o valor do Bitcoin está passando por uma "montanha russa" desde que o Mt. Gox chamou atenção para o problema na segunda, depois de suspeitar de algumas transações realizadas na sexta-feira passada.

 

Mas, na verdade, não há bug algum - a meabilidade das transações é um problema subjacente no software do Bitcoin, e o Mt. Gox deveria estar preparado para lidar com ele, disse a Bitcoin Foundation.

A questão é conhecida desde 2011, disse o grupo, quando forneceu suporte financeiro e outros recursos para a tecnologia Bitocin. Os problemas do Mt. Gox, disse o grupo em um comunicado, são devido à interação entre o software da carteira virtual da casa de câmbio, o suporte dos procesimentos dos clientes e o despreparo para transações desse tipo.

"Isso é algo que não pode ser corrigido do dia para a noite", disse a Bitcoin Foundation. "Esse é um bom lembrete de que o Bitcoin ainda é novo e experimental."

A Mt. Gox não respondeu imediatamente a um pedido para comentar sobre o assunto.

O Bitcoin está sendo trocado por quase 570 dólares, de acordo com o Mt. Gox. Na semana passada, a moeda estava com o câmbio de cerca de 800 dólares.

Na sexta-feira, o Mt. Gox interrompeu temporariamente as negociações no site, por conta do problema com o software. 

FONTE:http://idgnow.com.br/

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Bitcoin valerá mais de US$ 100 mil, prevê analista

bitconEntre novembro e dezembro do ano passado o mercado financeiro testemunhou a explosão da Bitcoin, em termos de valorização. Só no Brasil a moeda virtual chegou a custar mais de R$ 2 mil, enquanto os gêmeos Winklevoss - cofundadores do Facebook - apostavam alto, dizendo que uma única peça ainda valeria mais de US$ 40 mil (R$ 93,8 mil).

Achou muito? Pois tem gente fazendo previsões ainda mais otimistas. Para o investidor do Vale do Silício Chris Dixon, uma única Bitcoin custará "facilmente" mais de US$ 100 mil (R$ 234,6 mil). Um belo salto, visto que há um ano ela podia ser comprada por US$ 13 (R$ 30,50).

 

Dixon trabalha com a Andressen Horowitz e tem motivos de sobra para espalhar otimismo em relação à Bitcoin, afinal, ele tem colocado dinheiro da empresa num caminho que possa convergir com o da moeda.

Além disso, embora as apostas soem ridiculamente altas, Dixon apresenta pontos que reforçam seu pensamento: "Nomes de domínio são uma analogia", disse ele, em entrevista àWired. "Seria absurdo dizer em 1993 que nomes de domínio valeriam US$ 10 milhões cada." E hoje um dos mercados mais lucrativos da internet é justamente o comércio de URLs.

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Companhia aérea passa a aceitar Bitcoin

biticonA Bitcoin será aceita pela Virgin Galactic, companhia aérea que fará voos espaciais turísticos. Uma comissária de bordo do Havaí já comprou uma passagem usando a moeda virtual e espera viajar no ano que vem. 

Richard Branson, fundador do grupo que controla a empresa, deseja que outras pessoas sigam o passo da aeromoça, e comecem a comprar passagens com o dinheiro virtual.

 

A Virgin Galactic pretende fazer o primeiro vôo espacial comercial em agosto do ano que vem. Em abril deste ano, a companhia realizou o primeiro teste bem sucedido. 

O WhiteKnifghtTwo usou seu motor de foguete para atingir a velocidade supersônica a uma altitude de 16,7 km. Depois de dez minutos, a nave pousou com segurança no meio do deserto.

Via TNW